Mostrando postagens com marcador Produção textual. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Produção textual. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Atividade sobre a obra de arte "A dança", de Henri Matisse (1909)

 

01) Justifique o título dado à obra em questão, aproveitando para sugerir um outro:

02) Que figuras do quadro  representam a ideia de dança? 

03) O que você estranhou nessas pessoas? 

04) Por que assim elas estariam? Qual a intenção do artista? 

05) Trata-se de uma obra dinâmica ou estática? Por quê? 

06) Comente o que você achou da escolha das cores:

07) Onde elas estão? Por que dançam? 

08) O quadro tem mais linhas retas ou curvas? 

09) Como o autor conseguiu impregnar na obra uma sensação de leveza? 

10) Por que a maioria das mulheres não tem rosto? 

11) Crie um pequeno texto narrativo tendo a obra como inspiração: 

domingo, 11 de outubro de 2020

Atividade sobre o texto "Sobras dos dias sem fim (prontas para a incineração)", de Zizi Cassemiro

Inspirada NESTE poema do Antônio Cândido, minha querida e talentosa amiga Zizi Cassemiro brincou com as palavras, falando de coisa séria, explorou a intertextualidade e pariu este texto sensacional aqui: 

Sobras dos dias sem fim 
(prontas para a incineração) 

Folhas secas sobre a grama,
ventos que sopram à noite, 
abrasamento do sol, 
suor em gotas de açoite.

Fake news que aterrorizam,
venenos vazam dos frascos,
flerte entre a fé e a política, 
lorotas, balbúrdias, fiascos. 

Conexão inconstante,
celulares já saturados, 
horas e horas on-line,
talentos enclausurados. 

Lives só para contar presença, 
câmera e mic desativados,
vídeos passam despercebidos, 
slides ignorados. 

Lágrimas escapam dos olhos,
lembranças com sabor saudade,
Privados amarrotados, 
de áudios, selfies à vontade. 

Paciência exaurida,
tolerância fatigada,
alegria aborrecida,
empatia molestada. 

Criatividade em baixa
na hora da culinária, 
rotina burla o apetite,
pratos com sobras diárias. 

Uma pilha de TEMPO insiste
em querer ser um aliado 
e reciclar o que sobra 
do presente e do passado. 

Será que sobras existem?
Ou é falha em meu olhar, 
que, embaçado pelo tédio, 
não sabe se reinventar? 

(Zizi Cassemiro - 02/10/20)

01) Justifique o título dado ao poema e seu subtítulo:

02) Transcreva do texto uma crítica às aulas on-line, aproveitando para dizer se você concorda ou não com ela: 

03) O que a autora denuncia no verso destacado no texto? O que você pensa a respeito disso? 

04) Copie do texto alguns estrangeirismos, dizendo o que a maioria deles tem em comum:

05) Que semelhanças entre o texto-base ele possui? E quais as diferenças? 

06) Responda, sinceramente, às perguntas finais feitas pela autora: 

07) Que lista de sobras você faria? Que tal começar agora?!?

08) Que mensagem o poema transmite? Comente: 

sábado, 12 de setembro de 2020

Atividade sobre a música "Brasil com P", de GOG


Brasil com P 

Pesquisa publicada prova
Preferencialmente preto
Pobre prostituta pra polícia prender
Pare, pense: por quê?
Prossigo
Pelas periferias praticam perversidades parceiros
PM,s
Pelos palanques políticos prometem prometem
Pura palhaçada
Proveito próprio
Praias programas piscinas palmas
Pra periferia
Pânico pólvora pa pa pa 
Primeira página
Preço pago
Pescoço peitos pulmões perfurados
Parece pouco
Pedro Paulo
Profissão pedreiro
Passatempo predileto: pandeiro
Pandeiro parceiro
Preso portando pó passou pelos piores pesadelos
Presídio porões problemas pessoais
Psicológicos perdeu parceiro passado presente
Pais parentes principais pertences
PC
Político privilegiado preso
Parecia piada
Pagou propina pro plantão policial
Passou pela porta principal
Posso parecer psicopata
Pivô pra perseguição
Prevejo populares portando pistolas
Pronunciando palavrões
Promotores públicos pedindo prisões
Pecado! 
Pena prisão perpétua
Palavras pronunciadas
Pelo poeta Periferia
Pelo presente pronunciamento pedimos punição para peixes pequenos poderosos
Pesos pesados
Pedimos principalmente paixão pela pátria prostituída pelos portugueses
Prevenimos! 
Posição parcial poderá provocar
Protesto paralisações piquetes
Pressão popular
Preocupados?
Promovemos passeatas pacíficas
Palestra panfletamos
Passamos perseguições
Perigos por praças palcos
Protestávamos por que privatizaram portos pedágios
Proibido! 
Policiais petulantes pressionavam
Pancadas pauladas pontapés
Pangarés pisoteando postulavam prêmios 
Pura pilantragem! 
Padres pastores promoveram procissões pedindo piedade paciência pra população 
Parábolas profecias prometiam pétalas paraíso
Predominou predador
Paramos pensamos profundamente 
Por que pobre pesa plástico papel papelão pelo pingado pela passagem pelo pão?
Por que proliferam pragas pelo país? 
Por que presidente, por quê?
Predominou predador. 
Por quê? 

(GOG)

01) Justifique o título dado ao poema acima:

02) De que maneira ele foi construído? O que achou desse método?

03) Sobre o que fala o poema? O que você pensa a respeito disso?

04) Que pesquisa publicada foi essa, mencionada na canção?

05) Quem são os alvos preferidos dos policiais? O que isso revela?

06) Que tipo de sentimento o eu lírico sente com relação aos PM's? Por quê?

07) Ao generalizar alguns grupos, como, por exemplo, os PM's, também não é discriminar? Justifique sua resposta: 

08) Justifique o emprego dos porquês destacados no final do texto:

09) O que os políticos prometem? São atitudes comuns? Comprove com uma passagem do texto:

10) Copie do texto uma onomatopeia, dizendo a que ela se refere:

11) Circule no poema um vocativo, explicando por que foi mais difícil reconhecê-lo:

12) O que quer dizer quando se afirma que para a periferia resta a primeira página?

13) A que fato histórico se faz menção no texto? Comprove com uma passagem do mesmo:

14) Transcreva do texto marcas de oralidade:

15) O que aconteceu com Pedro Paulo? Você acha que ele existe ou é uma figura inventada?

16) Um político e um pedreiro são presos. Quais as diferenças narradas no desenrolar das duas histórias? 

17) Quem é o "Poeta Periferia"? Ele existe? 

18) Quem é o PC? Ele existe ou foi inventado? 

19) O que quer dizer quando se pede punição para peixes pequenos e poderosos pesos pesados? Qual a sua opinião sobre isso? 

20) O que significa, nesse caso, "posição parcial"? 

21) Você sentiu falta de algumas pontuações? Comente, dizendo como você pontuaria:

22) Localize no poema uma passagem que remete à violência:

23) Há alguma crítica quanto à religião no texto? Justifique sua resposta:

24) Quais são as formas de protesto adotados pelo povo mencionadas na música?

25) Há uma ironia aos PM's? Comprove com uma passagem do texto:

26) O que significa o verso "Predominou predador"?

27) Existem desvios gramaticais no rap? Explique bem:

28) Que mensagem o texto transmite? Comente:

29) O que o rap denuncia? Justifique sua resposta, com algumas passagens do texto:

30) Por que esse texto lembra o Modernismo? Explique bem:

31) Produza um texto semelhante ao analisado, escolhendo uma outra letra qualquer:

sábado, 5 de setembro de 2020

Mais uma atividade sobre MEMES

Imagem 01


Imagem 02: 


Imagem 03: 


Imagem 04: 


Imagem 05: 


01) Explique o efeito de sentido de cada uma das imagens, dizendo se ele gerou graça ou deboche:

02) Qual delas traz uma contradição? Justifique sua resposta:

03) Justifique o uso das aspas na imagem 04:

04) Podemos afirmar que há nela uma pergunta retórica? Justifique sua resposta:

05) Em época de pandemia, a imagem 3 pode ter uma outra conotação?Explique:

06) De qual delas você mais gostou? Por quê?

07) Escolha uma delas para fazer parte de um pequeno texto narrativo que você deverá criar:

(Atividade feita em parceria com as queridas colegas Ana Duarte e Cristiane Marques)

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Atividade sobre "Princesas no divã da Girafa"

Imagem 01:




Imagem 02: 




Imagem 03: 


Imagem 04: 


Imagem 05: 




Imagem 06:  

Imagem 07: 



Imagem 08:  

01) Diga com qual história famosa cada uma das imagens dialoga, mencionando que "pistas" lhe levaram a essa conclusão:

02) O que há em comum entre todas elas? Comente: 

03) Posicione-se sobre as falas da girafa psicanalista: 

04) Por que o animal escolhido para essa função foi a girafa? Levante hipóteses:

05) Crie falas ou pensamentos para cada uma das princesas: 

06) Qual o melhor argumento utilizado pela psicanalista? Justifique sua resposta: 

07) Que reflexão pode ser realizada a partir da análise das imagens? 

08) Na história do Aladim e da Pequena Sereia, qual é o objetivo das perguntas realizadas pela girafa? 

09) Que argumento teve mais a ver com a nossa realidade da pandemia?

10) De maneira sucinta, respectivamente, explique que mudança ocorreria em cada história, se cada princesa tivesse um comportamento psicologicamente diferente e mais "saudável":

11) Qual o dignóstico para cada princesa analisada?

12) Qual delas parece ser mais problemática"? Por quê?

13) Qual delas parece ser menos problemática? Justifique sua resposta:

14) Escolha uma das imagens / histórias e produza um texto narrativo, com tal princesa devidamente "curada":

15) Produza um parágrafo dissertativo-argumentativo sobre o tema "A necessidade de se desconstruir o perfil das princesas na modernidade": 

(Atividade feita em parceria com a queridíssima Maiara Batista 
e imagens enviadas pela querida amiga Cristina Barata

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Atividade sobre "Desafio dos provérbios e ditados populares"


01) Quantos ditados populares / provérbios você conseguiu encontrar na imagem acima?

02) Liste-os, todos, organizadamente:

03) Qual foi o mais fácil de encontrar? Por quê?

04) Qual foi o mais difícil de localizar na imagem? Justifique sua resposta:

05) Escolha três deles para você explicar:

06) Selecione um deles para você produzir um texto que o traga como moral:

07) Seguindo o esquema da atividade, tente desenhar dois que ficaram de fora:

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Atividade "Brincando de Master Chef"


01) O que todos os comentários têm em comum?

02) Qual deles você achou mais interessante? Por quê?

03) A maioria deles é incentivando ou colocando defeito na produção? O que isso revela?

04) Escolha um assunto qualquer de Literatura ou de Gramática para elaborar um texto semelhante ao lido: 

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Atividade sobre o gênero NOTÍCIA - "Menino morde pit bull..."


Menino morde pit bull após ser atacado em Sabará

Ele brincava no quintal da casa do tio quando o cão, 
que estava preso, avançou e mordeu seu braço.

SÃO PAULO - Um garoto de 11 anos mordeu um pit bull, após ser atacado pelo animal, na terça-feira, 22, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, segundo informações do Corpo de Bombeiros. 
Ele brincava no quintal da casa do tio quando o cão, que estava preso a uma corrente, avançou e mordeu seu braço. De acordo com o depoimento do menino, ele apertou o pescoço do cachorro e deu a mordida para se defender. 
Um dos dentes do garoto chegou a quebrar e ficar preso ao animal, segundo os bombeiros. Testemunhas conseguiram separar o cão do menino, que foi levado para o Hospital João XXIII. Ele foi medicado e levou cerca de sete pontos no braço. Em seguida, foi liberado. O cachorro foi encaminhado ao Centro de Zoonoses da cidade, onde ficará sob observação. 

(Estado de São Paulo)

01) Qual a finalidade do texto acima? Ela foi alcançada? 

02) Qual o assunto da notícia? Justifique sua resposta: 

03) Onde o fato aconteceu? 

04) O que ele tem de incomum? O que você pensa sobre isso?

05) O que você faria no lugar do menino? Comente:

06) Responda às principais informações que precisam constar em uma notícia:

a) O quê?
b) Onde?
c) Quando?
d) Como?
e) Por quê?

07) Que palavra aparece em itálico no texto? Por quê?

08) Elabore uma espécie de diálogo entre o menino e o cachorro, tempos depois do ocorrido: 

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Atividade "Qual Mafaldinha representa você hoje?"


Uma colega de grupo, a Vanessa Patrícia, indicou a coletânea de imagens acima, extraída da página "Tirinhas da Mafalda", no Facebook, e propôs esta atividade, de que eu gostei taaaaaanto que, claro, perguntei se poderia compartilhar aqui! Já que ela liberou, aqui está! 

01) Você já conhece a Mafalda? Que características são mais marcantes nesta personagem? 

02) Qual das 8 (oito) Mafaldinhas representa você hoje? Por quê? 

03) Feita a escolha, crie um pequeno texto narrativo (e bem criativo) a partir dela: 

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Atividade de produção textual - Propostas para presidente


01) Qual o assunto da produção textual acima?

02) Qual a finalidade do texto acima?

03) Qual das dez propostas você achou mais interessante? Por quê?

04) Qual proposta você achou mais engraçada? Por quê?

05) O texto mostra que o autor é uma criança bem informada? Justifique sua resposta:

06) Por que você acha que o autor escolheu as três categorias para receberem um aumento salarial?

07) Que categoria você prontamente acrescentaria a esse trio? Por quê?

08) Quais propostas têm mais a ver com a faixa etária do autor?

09) Que mensagem o texto transmite? Comente:

10) Agora você vai criar as suas 10 propostas de governo! Capriche!

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Atividade sobre o texto "Autobiografia de João Marcos"

Autobiografia de João Marcos

Muitas pessoas me perguntam de onde tiro as histórias que fazem parte dos livros. E eu sempre respondo: da vida! Mendelévio e Telúria são frutos das minhas lembranças de convivência em família -- principalmente com minhas irmãs -- na infância. Mesmo sendo diferentes, e até com algumas pequenas briguinhas, típicas de irmãos, nós nunca deixamos de nos amar e de querer ficar perto um do outro. Hoje, já adultos e morando distantes (mas sempre perto do coração), encontrei nas histórias em quadrinhos uma forma de lembrar e, sobretudo, expressar esses momentos divertidos que vivi, através do Mendelévio e da Telúria, que é uma mistura das minhas duas irmãs. 
A maior parte das histórias deste livro surgiu dessas memórias. A disputa pelo controle remoto da televisão e pelo melhor lugar no carro, a busca pelos doces deliciosos que minha avó escondia para procurarmos, a moeda plantada num vaso, para ver se nascia um pé de dinheiro, as caixas de papelão (principalmente as grandes), que viravam poderosas naves espaciais, os banhos de chuva, as viagens à praia e até a novela que foi a perda do primeiro dente... são várias histórias. 
Outras surgiram da minha observação de crianças, casos narrados por amigos e também da imaginação, que é sempre bem-vinda quando se quer contar histórias, inclusive em quadrinhos. 

(João Marcos)

01) Explique com suas palavras o que é uma autobiografia: 

02) Qual o assunto do texto em questão?

03) Quem conta a história da vida de João Marcos? Comprove com uma passagem do texto: 

04) O que motivou a escrita desse texto?

05) Diga a que se referem as palavras destacadas no texto: 

06) Diga a ideia central contida em cada um dos três parágrafos que compõem a autobiografia:

07) Que período (s) da vida o ilustrador retrata em seu texto? Comprove com passagens da própria autobiografia: 

08) Há algum fato contado pelo autor que se parece com algo que aconteceu também com você? Comente isso: 

09) Que mensagem o texto transmite? 

10) Os fatos narrados pelo cartunista em sua autobiografia interferem na leitura das histórias por ele criadas? Explique:

11) Qual o efeito de sentido que as reticências indicam no texto? 

12) Escolha um fato ou uma situação de que você tenha lembranças e crie uma pequena autobiografia: 

domingo, 29 de março de 2020

Atividade sobre a música "Sopa", com Palavra Cantada


Sopa

Que que tem na sopa do neném?
Que que tem na sopa do neném?
Será que tem espinafre?
Será que tem tomate?
Será que tem feijão?
Será que tem agrião? 
É um, é dois, é três...

Que que tem na sopa do neném?
Que que tem na sopa do neném?
Será que tem farinha?
Será que tem balinha?
Será que tem macarrão?
Será que tem caminhão?
É um, é dois, é três...

Que que tem na sopa do neném?
Que que tem na sopa do neném?
Será que tem rabanete?
Será que tem sorvete?
Será que tem berinjela?
Será que tem panela?
É um, é dois, é três...

Que que tem na sopa do neném?
Que que tem na sopa do neném?
Será que tem mandioca?
Será que tem minhoca?
Será que tem jacaré?
Será que tem chulé?
É um, é dois, é três... 

Que que tem na sopa do neném?
Que que tem na sopa do neném?
Será que tem alho-poró?
Será que tem sabão em pó?
Será que tem repolho?
Será que tem piolho?
É um, é dois, é três...

Que que tem na sopa do neném?
Que que tem na sopa do neném? 
Será que tem caqui?
Será que tem javali?
Será que tem palmito?
Será que tem pirulito?
É um, é dois, é três... 

(Palavra Cantada)

01) Justifique o título dado à canção, aproveitando para sugerir um outro:

02) Copie da música todos os ingredientes que você acha que combinam com uma sopa:

03) Agora copie apenas os ingredientes que você estranhou ter em uma sopa:

04) O que fez a canção ser engraçada? Explique:

05) Com o que as crianças estavam preocupadas na hora de dizerem as palavras? Justifique sua resposta: 

06) Que classe de palavras mais apareceu na canção?

07) Qual o objetivo da passagem destacada no texto? Por que ela se repete em todas as estrofes?

08) Além dessa passagem, que outra também aparece com frequência na canção? Que efeito ela causa ao contexto?

09) Que mensagem a música transmite? Comente:

10) Qual a importância das frases interrogativas para o contexto?

11) Quantas estrofes e quantos versos compõem a música? 

12) Agora a sua função é transformar o texto no gênero RECEITA, com as duas partes que a compõem: ingredientes e modo de fazer: 

13) Você deverá ilustrar em uma folha A4 (ou na metade dela) a sopa com todos os ingredientes dentro! Capriche! Seja criativo: 

14) Que outros ingredientes engraçados você acrescentaria à sopa? Aproveite para criar mais uma estrofe para a canção:

15) Que tal produzir uma paródia usando essa música como base e com o tema "Que que tem na televisão?"?!? Estou curiosa para ver!!! 

sábado, 28 de março de 2020

Atividade sobre a crônica "O sem-banco que virou banqueiro", de Moacyr Scliar

O sem-banco que virou banqueiro

O sem-teto era pobre, mas não era burro. 
Deu-se conta de que tinha em mãos uma fortuna que poderia render. 

Reinaugurada ontem, a praça da República (Centro de SP) recebeu bancos de madeira com divisórias de ferro impedindo que uma pessoa se deite. O resultado é que os moradores de rua passaram a dormir no chão da praça. 
Como fazia todas as noites, o sem-teto chegou à praça para dormir. Foi direto a seu banco predileto -- aliás, que era seu banco predileto os outros mendigos sabiam, e não se atreviam a deitar ali, sob pena de serem expulsos sem dó nem piedade. Homem ainda jovem, violento quando se tratava de defender os seus interesses, o sem-teto não hesitava em partir para a agressão. 
Ao chegar à praça, contudo, teve uma surpresa. Para começar o logradouro tinha sido reformado, e bem reformado, ganhando novo pavimento, canteiros bem tratados, lagos. Isso, contudo, ao sem-teto não interessava: a praça para ele não era local de recreação, era moradia. Por isso foi com indignação que constatou a substituição de seu banco-cama por um outro, que era mais novo e mais bonito, mas tinha várias divisórias de ferro. E, a menos que deitasse sobre elas (coisa que não faria: não era faquir), não tinha mais como dormir no banco. 
A raiva apoderou-se dele. Pensou em destruir o banco, em colocar fogo naquela coisa maldita. Mas, depois de ter perambulado o dia inteiro, estava cansado demais para isso. De modo que fez como outros mendigos: deitou-se no chão. 
E aí viu. A alguns metros de distância estava um pedaço de jornal velho. Trouxera-o provavelmente o vento. Mas, sob o jornal, havia algo, algo que o sem-teto só podia ver exatamente porque estava deitado no chão e não nas alturas do banco. Uma carteira. Uma carteira de dinheiro.
Correu para lá. Era, sem dúvida, a carteira de um estrangeiro, porque estava recheada de cédulas estranhas (euros, como ele descobriria depois). Mais, numa divisão havia seis pedras que reluziram ao crepúsculo: diamantes. Verdadeiros. 
O sem-teto era pobre, mas não era burro. Logo se deu conta de que tinha em mãos uma fortuna, e que aquilo poderia lhe render muito. Precisava apenas que alguém o ajudasse a aplicar aquilo. E ele sabia a quem recorrer. Porque, apesar de seu estado miserável, o sem-teto era de uma família de classe média. Estava brigado com todos os parentes, menos com um tio que trabalhava como corretor na Bolsa de Valores. 
Este tio ajudou-o com o dinheiro. Várias aplicações bem-sucedidas foram feitas e hoje o antigo sem-teto é um homem rico. Um banqueiro: conseguiu comprar um pequeno banco que lhe dá muito lucro. É um elegante estabelecimento que chama a atenção pelo design arrojado. Ah, sim, e pelos bancos nos quais os clientes esperam atendimento. São confortáveis, mas todos têm divisórias de ferro. O banqueiro diz que isto é uma metáfora, alertando as pessoas de que, na vida, cada um deve ter o seu lugar. Mas muitos suspeitam que a inspiração para este detalhe da decoração deve ter outra origem. Uma certa praça no centro da cidade, talvez? 
(Moacyr Scliar)

01) Justifique o título dado à crônica acima:

02) Na sua opinião, se o título fosse "O mendigo que virou banqueiro" ele teria a mesma graça? Por quê? 

03) Por que o novo banco da praça tinha divisórias de ferro? O que você pensa com relação a isso?

04) Copie do texto uma mesma palavra que possui dois significados diferentes, explicando-os: 

05) Por que os outros moradores de rua não se deitavam no banco preferido do protagonista? 

06) Explique a passagem destacada no texto em questão: 

07) Explique a função dos parênteses utilizados no texto: 

08) O que quebrou a rotina da vida do sem-teto? Podemos falar que isso lhe deu sorte? Por quê? 

09) Por que existe uma palavra em itálico no texto? 

10) Responda, sinceramente, à pergunta feita no final do texto: 

11) Que mensagem o texto transmite? 

12) Localize na crônica:

a) dois substantivos compostos: 
b) um advérbio de tempo:
c) dois adjetivos:
d) um advérbio de negação:
e) um advérbio de intensidade: 
f) um numeral: 
g) um substantivo derivado: 
h) um advérbio de dúvida: 

13) A crônica foi escrita com base em uma notícia de jornal. Agora é a sua vez de escolher uma notícia qualquer e tentar fazer o mesmo! Capriche! 

quinta-feira, 26 de março de 2020

Atividade sobre o "Corona do Bem"

Hoje a aula online da escola do meu filho Miguel fez uma proposta muito legal, com a professora de Artes: ele deveria criar o "Corona Vitor", já que a escola dele é a "Vitor Cardoso", e poderia ser uma bruxa, uma fada, um rei, uma rainha, um super-herói... enfim, o que a criança quisesse, só que deveria ser um "Corona do Bem", ou seja, amigo! 


Aí está o desenho que o Miguelito fez, e o que alguns (geralmente "bolsominions") podem achar "desrespeitoso com as autoridades e com os mais velhos", eu acho que é criticidade e liberdade de expressão! Penso que respeito é para quem merece, é via de mão dupla, e, cá pra nós, o "digníssimo" presidente está looooonge de respeitar o próprio povo, ainda mais depois do último -- e infeliz -- pronunciamento, dizendo que o Coronavírus causa apenas uma "gripezinha" em quem é "atleta". Desrespeitosa é essa fala, mentirosa, irresponsável, incitando a quebra do isolamento para evitar a contaminação e a morte de tanta gente de respeito! 

Tenho muito orgulho do meu filho, tão novinho, já entender muitas coisas que muitos adultos não enxergam! Não vive em redoma e acompanha os acontecimentos, todos. Chega de alienação! Chega de ditadura! Chega de hipocrisia! Chega de falsas palavras de ordem! Chega de manipulação! E viva a democracia! 


E, como viram acima, não basta ser mãe, mas também tem que participar! Eu também resolvi entrar na dança e fiz o meu desenho, mesmo com o Miguel, sempre bem-humorado (acho que puxou a mim!), zoando e fazendo "bullying" com meu "Corona", dizendo que ficou parecido com o porco do Angry Bird, e dizendo que a minha injeção ficou parecendo um lápis! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Eu tentei, ué! E todas as tentativas valem! Ainda mais em uma época em que se sentem tão à vontade para criticar e tão pouco animados para fazer, participar! Enfim... 


Espero que gostem da atividade, pois nós amamos fazê-la! E ainda pode incrementar a mesma, solicitando uma narrativa contendo ações do protagonista! O que acham?!? De repente alguém pode querer adaptar e colocar em prática, por isso trouxe pra cá! 

sexta-feira, 20 de março de 2020

Atividade com o Cascão em época de Coronavírus


01) Que sensação a capa acima despertou em você? Por quê?

02) O que ocorreu de atípico na cena retratada?

03) O Cascão parece satisfeito com a decisão que tomou? Justifique sua resposta:

04) Podemos afirmar que a escolha pelo personagem Cascão corresponde a uma boa tática persuasiva? Por quê?

05) Se fosse a Mônica, a Magali, o Cebolinha ou qualquer outro personagem da Turma da Mônica teria o mesmo efeito? Justifique sua resposta: 

06) Que tipo de linguagem foi utilizada na capa: verbal, não-verbal ou mista? Explique seu raciocínio:

07) A regência do verbo PREFERIR está de acordo com a norma culta? Justifique sua resposta, da melhor maneira possível:

08) Se a linguagem verbal não existisse, ainda assim a ideia seria transmitida de forma eficaz?  Conseguiria associá-la ao contexto atual do Coronavírus? Comente: 

09) Ignore a linguagem verbal e crie uma nova fala para o Cascão, utilizando, obrigatoriamente, uma interjeição: 

10) Elabore um balão de pensamento para o Cascão, sendo o mais criativo possível:

11) Que mensagem essa capa de revista transmite?


12) De 0 a 10, que nota você daria ao Cascão pelo sacrifício feito? Por quê?

13) Escreva um pequeno bilhete para tal personagem, parabenizando-o por tal feito:

14) Escreva outro bilhetinho escrito pelo Coronavírus, reclamando dessa ação:

15) Crie uma pequena história contando como foi que o Cascão tomou a decisão de lavar as mãos e/ou de tomar banho (Não se esqueça de dar um título!): 

(Atividade em parceria com a querida Florbela Espanca!)

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Atividade sobre a música "Pra ser feliz", do Daniel


Pra ser feliz

Às vezes é mais fácil reclamar da sorte
Do que na adversidade ser mais forte
Querer subir sem batalhar
Pedir carinho sem se dar
Sem olhar do lado 

Já imaginou de onde vem a luz de um cego?
Já cogitou descer de cima do seu ego?
Tem tanta gente por aí 
Na exclusão e ainda sorri
Tenho me perguntado:

Pra ser feliz  
Do que o ser humano necessita?
O que é que faz a vida ser bonita?
A resposta, onde é que está escrita?

Pra ser feliz
O quanto de dinheiro eu preciso?
Como é que se conquista o paraíso?
Quanto custa pro verdadeiro sorriso
Brotar do coração?

Talvez a chave seja a simplicidade
Talvez prestar mais atenção na realidade
Por que não ver como lição
O exemplo de superação de tantas pessoas?

O tudo às vezes se confunde com o nada
No sobe e desce da misteriosa escada
E não tem como calcular
Não é possível planejar
Não é estratégico

(Daniel)

01) Justifique o título empregado na música em questão:

02) Posicione-se sobre os dois primeiros versos da canção, argumentando bem:

03) Você acha que é comum, hoje em dia, as pessoas quererem subir na vida sem batalhar? Justifique sua resposta:

04) Copie da canção uma passagem que revela que tem faltado empatia no mundo: 

05) De onde você acha que vem a luz de um cego? Comente, dizendo qual a força semântica das palavras destacadas: 

06) O que significa a passagem "descer de cima do seu ego"? Podemos afirmar que há nela uma espécie de pleonasmo? Por quê? 

07) Explique a importância das indagações presentes no refrão para o contexto:

08) Tente responder, sinceramente, a tais indagações feitas: 

09) Você acha que hoje em dia há mais exemplos de superação ou de derrota? Justifique sua resposta:

10) Que resposta / solução a própria canção dá para algumas das indagações que ela traz? O que você pensa com relação a isso? O que o advérbio "talvez" revela? 

11) Copie do texto duas antíteses, explicando sua importância para o contexto: 

12) Que mensagem a canção transmite? Comente:

13) Produza um pequeno texto dizendo o que é importante para VOCÊ ser feliz:

(Música sugerida pelo querido amigo Antônio Maciel!)

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Atividade sobre a música "Já basta", de Ponto de Equilíbrio


Já basta

"Memória de um tempo onde lutar por seu direito é um defeito que mata"

Do preto de Nazaré até a preta da Maré
Vemos as marcas desta opressão 
O preconceito é aceito, só quem sofre vai saber
Os flagelados com essa perseguição
Eles podem até tentar a voz do povo calar,
Pela culatra o seu tiro foi em vão 
Como você vai dormir, com esse modo de agir?
Sua segurança vai vir da Educação!

Ohhhhh... já basta!
Ohhhhh... já basta! 

"Memória de um tempo onde lutar por seu direito é um defeito que mata"

Dos humilhados e ofendidos, dos explorados e oprimidos
Dos que lutam e querem a mudança
Dos que nunca perdem a esperança
Sonho que se sonha junto muda a realidade
Por todos os nossos mártires da sociedade
Pode parecer difícil termos capacidade
De ver além do ouro e da prata

Ohhhh... já basta! 
Ohhhh.. já basta! 

(Ponto de Equilíbrio)


01) Justifique o título dado à canção:

02) Posicione-se sobre a primeira frase presente na música, argumentando da melhor forma possível:

03) Explique o primeiro verso da canção:

04) Você acha que o preconceito é, de fato, aceito? Justifique sua resposta:

05) Comente a frase de Nelson Mandela, que abre o clipe da música: "Os tolos se multiplicam quando os sábios ficam em silêncio", posicionando-se sobre ela: 

06) Você também acredita que "a sua segurança vai vir da Educação"? Justifique sua resposta:

07) Explique que efeito se deseja obter com a passagem "Como você vai dormir?":

08) Você concorda que "o tiro tem saído pela culatra"? Por quê?

09) Posicione-se sobre a passagem em negrito na última estrofe da canção, explicando seu raciocínio:

10) Você consegue "ver além do ouro e da prata"? Que crítica encontra-se presente em tal passagem?

11) Que mensagem a música transmite?

12) Você agora deverá criar um texto com o mesmo título da música, enumerando tudo o que você acha que "já basta" em sua vida, no nosso país! Capriche!

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Atividade sobre a música "Pequenas alegrias", de Marcela Taís


Texto 01: Pequenas alegrias

Rir até doer a barriga, pão quentinho da padaria
Receber carta pelo correio, ouvir o alarme do recreio
Andar descalço na areia, barra, lua, uma fogueira
Lamber colher do bolo, encontrar moeda no bolso
Correr na rua, banho de chuva
Sorvete no verão, brincadeira de irmão

Mas se a gente juntasse as pequenas alegrias?
Seríamos felizes todos os dias
Mas se a gente juntasse as pequenas alegrias?
Seríamos felizes todos os dias

Orgulho de trabalho bem feito, chegar em casa mais cedo
Brincar com seu cachorro, a mãe  deixar ficar com o troco
Elogiarem sua comida, estar com a família
Mensagem de madrugada, música predileta bem alta
Cantar debaixo do chuveiro, dançar na frente do espelho
Encontrar velho amigo, apertar plástico-bolha, ficar um tempo à toa

Mas se a gente juntasse as pequenas alegrias?
Seríamos felizes todos os dias
Mas se a gente juntasse as pequenas alegrias?
Seríamos felizes todos os dias

Ouvir histórias de amor, voz de robô no ventilador
Olhar nos olhos teus, conversar com Deus
Ir para igreja, passear na feira
Paz no coração, liberar perdão, abraço inesperado
Trabalho voluntário, estar vivo, fazer aniversário

Mas se a gente juntasse as pequenas alegrias?
Seríamos felizes todos os dias
Mas se a gente juntasse as pequenas alegrias?
Seríamos felizes todos os dias

(Marcela Taís)

Texto 02:  Pequenas felicidades

Cachorro-quente.
Na esteira de bagagens do aeroporto, sua mala estar entre as primeiras a aparecer.
Receber notícias de um amigo de que você gosta muito e andava sumido.
Ter recebido de presente a série inteira de "Mad Men" para assistir atirada no sofá.
Numa loja de CDs usados, por um preço irrisório, encontrar discos de seus cantores preferidos, que você já teve em vinil e estupidamente se desfez.
Dentro do cinema, não haver ninguém conversando e fazendo barulho com papel de bala e saco de pipoca.
Livros. Encantar-se por um autor que você não conhecia.
Revistas. TPM, LOla, Bravo. Elle, Vogue, Joyce Pascowitch - revistas de moda, cultura, entretenimento e decoração são sempre um luxo acessível, uma fantasia necessária.
Lareira.
Sair bem na foto.
Passar um fim de semana fora da cidade.
Num restaurante com os amigos, a última rodada ser brinde da casa.
Flores, folhagens, jardins, árvores, montanha.
Um bom programa de entrevista na tevê.
Rever as obras de um pintor de que você gosta muito.
Taxista que não corre.
Prazos de validade bem visíveis nos produtos perecíveis.
Banho quente. Sem pressa pra sair.
Declaração de amor de filho.
Declaração de amor do seu amor.
Alguém encontrou e devolveu a carteira que você havia perdido com todos os documentos dentro.
Barulho de chuva antes de dormir.
Dia de sol ao acordar.
Massagem.
Acertarem no presente.
Receber um elogio profissional de alguém que você admira muito.
Subir na balança e descobrir que emagreceu.
Checkup que não acusa nenhum distúrbio de saúde.
Sair do dentista ouvindo a recomendação de voltar só dali a um ano.
Lembrar detalhes de um sonho bom.
Praia com mar de cartão postal.
Festa boa.
A luz voltar.
Biografias bem escritas de personalidades interessantes.
A vibrante pulsação de um show ao vivo.
Um dinheiro extra que você não estava esperando.
Beijo.
Conversar longamente com sua melhor amiga. Tomando um vinho, melhor ainda.
Ter concluído satisfatoriamente todas as pendências da semana.
Seu time fazer o gol decisivo no último minuto -- é preciso sofrer um pouquinho na vida.
Coca-cola. Bombom. Pão com manteiga. Queijo.
Chorar de rir.
Quitar uma dívida.
Uma noite bem dormida.
Uma consulta altamente proveitosa na terapia.
Seu cachorro de estimação. Seu gato aninhado em seu colo.
Um corrupto que não consegue se safar.
Vaga para estacionar bem em frente de onde você desejava ir.
Bicicleta.
Identificar suas próprias felicidades e, mesmo nem tudo dando certo, gostar da vida que leva.

(Martha Medeiros)

01) Justifique o título dado à canção e à crônica:

02) Escolha cinco ações citadas na música e mais cinco da crônica que você também ama fazer: 

03) Escolha cinco ações citadas na canção e cinco da crônica que você AINDA não fez, mas sentiu vontade ao lê-las: 

04) Se tivesse que escolher apenas UMA ação mencionada em cada texto para te representar, quais seriam? Ilustre-as: 

05) Que mensagem ambos os textos transmitem? 

06) Crie o seu próprio texto agora, contendo as SUAS pequenas alegrias, suas pequenas felicidades! Capriche! 

(Agradecimento à colega Kedma Araújo, que foi quem me apresentou à música e à crônica!)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Atividade sobre o texto "Lamento de um rio", de Sheilla Lobato

Lamento de um rio

Me perdoem por toda esta "bagunça"... 
Eu só queria passar. 
Eu não fui feito para destruir... 
Eu só queria passar. 

Já fui esperança para os navegantes...
Rede cheia para pescadores...
Refresco para os banhistas em dias de intenso calor.
Hoje sou sinônimo de medo e dor... 

Mas eu só queria passar...

Me perdoem por suas casas
Por seus móveis e imóveis
Por seus animais
Por suas plantações... 
Eu só queria passar. 

Não sou seu inimigo
Não sou um vilão
Não nasci pra destruição...
Eu só queria passar.

Era o meu curso natural
Só estava seguindo meu destino
Mas me violentaram,
Sufocaram minhas nascentes
Desmataram meu leito...
Quando eu só queria passar. 

Encontrei tanta coisa estranha pelo caminho...
Que me fizeram transbordar...

Muros
Casas
Entulhos
Garrafas
Lixo
Pontes
Pedras
Paus...

Tentei desviar...
Porque eu só queria passar. 

Me perdoem por inundar sua história
Me perdoem por manchar esta história...
Eu só estava passando...

Seguindo o meu trajeto
Cumprindo o meu destino:
PASSAR

(Scheilla Lobato)

01) Justifique o título dado ao texto acima:

02) Por que a palavra "bagunça" encontra-se entre aspas? 

03) Explique a repetição do verso "Eu só queria passar" para o contexto:

04) Que ações do homem feriram a essência do rio? Transcreva-as: 

05) Explique o efeito causado pela enumeração de "coisas estranhas" citadas pelo rio: 

06) Por que elas eram consideradas "estranhas" para o rio? Elas deveriam estar ali? 

07) Por que o rio, no final do texto, pede perdão? Você vê ironia ou não nisso? Explique: 

08) Copie do texto exemplos de coloquialismos: 

09) Há alguma passagem do texto que, direta ou indiretamente, culpem os homens? Justifique sua resposta:

10) Que mensagem o texto transmite? Comente:

11) Explique a diferença entre os conectivos destacados no texto:

12) O que você responderia ao rio?

13) Sugira um ato concreto para suavizar o lamento do rio:

14) Associe a charge abaixo ao texto lido, aproveitando para explicar o porquê de a personagem nela presente ser um índio:


(Atividade em parceria com a amiga Maria Aparecida de Carvalho

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Atividade sobre o curta "O outro par - A lei do retorno" (04 minutos)


01) Justifique o título dado ao curta, aproveitando para sugerir um outro:

02) Qual a impressão que você teve sobre o primeiro olhar do menino para o garoto com um par de sapatos novinhos? O que você imagina que ele pensou neste momento? 

03) Que impressão você teve, num primeiro instante, sobre o dono dos sapatos novos? O comportamento dele (e o de sua família) levou você a criar algum pré-conceito a esse respeito? 

04) Por que você acha que um pé de sapato acabou ficando para trás? (tente dar duas respostas para essa pergunta)

05) Você, em algum momento, imaginou o desfecho do curta? Existe algum fator surpresa neste final: Se sim, de que maneira ele foi explorado? Comente: 

06) Como você acha que o menino que ganhou os sapatos se sentiu? Que tipo de atitudes (futuras) podem ser influenciadas por esse sentimento? 

07) Os personagens se mostraram diferentes daquilo que você imaginou no começo do filme? O que isso pode nos ensinar a levar para a vida real? 

08) O que o fato de o menino ter tentado, de todas as maneiras, devolver o sapato revela com relação a ele? Você faria o mesmo, se fosse ele? Por quê? 

09) O que você achou da atitude de o outro menino lançar o outro par de sapato? O que isso revela com relação a ele? Você teria a mesma atitude? 

10) Que mensagem o curta transmite?

11) Que sentimento predominou em você ao  assistir ao filme? Explique:

12) Invente um possível diálogo entre os dois meninos, num encontro futuro:

13) Você acredita na chamada "Lei do retorno"? Justifique sua resposta:

14) Já aconteceu alguma vez de você estar precisando de algo e isso, de certa forma, vir até você? Se puder, comente sobre isso: 

(Atividade feita em parceria com a querida amiga Indiara Ferreira!)