Mostrando postagens com marcador Humor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Humor. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de setembro de 2020

Atividade sobre "O que os filósofos diriam sobres estes tempos de Coronavírus?"

O que os filósofos diriam sobre estes tempos de Coronavírus?

PLATÃO: Fiquem na caverna, porra! 

NIETZSCHE: Fique em casa, por mais difícil que seja suportar sua própria presença.

DESCARTES: Habito, ergo sum. 

HEGEL: Tese: fique em casa. / Antítese: fique em casa. / Síntese: fique em casa. 

HERÁCLITO: Não se pega duas vezes o mesmo vírus, na segunda vez o vírus e você já são outros. 

ROUSSEAU: O homem é bom por natureza, mas o vírus o corrompe.

ARISTÓTELES: O vírus está apenas cumprindo seu papel no Cosmos ao infectar corpos.

SANTO AGOSTINHO: A medida de amar é amar longe. 

SÃO FRANCISCO DE ASSIS: Onde houve vírus, que eu leve álcool em gel.

PITÁGORAS: O vírus é a medida de todas as coisas. 

KANT: Duas coisas me enchem a alma de crescente admiração e respeito, quanto mais intensa e frequentemente o pensamento delas se ocupa: o céu estrelado lá fora e eu aqui dentro. 

FREUD: O vírus dá plena vazão a suas pulsões reprodutivas porque não é reprimido sexualmente, na infância, pela civilização. 

LUDWING WITTGENSTEIN: Aquilo que não se pode contrariar, não se pode transmitir. 

BAUMAN: A maior evidência da sociedade líquida é sua dependência do álcool.

FOUCAULT: Esses métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo são o que podemos chamar de vírus.

SIMONE DE BEAUVOIR: Não se nasce infectado, se torna infectado. 

SARTRE: Nada a retificar, o inferno são os outros. 

KARL MARX: Trabalhadores do mundo, separai-vos. 

CRISTO: Amai-vos uns aos outros ficando longe uns dos outros. 

OLAVO DE CARVALHO: O vírus é um idiota, eu sou um idiota. Na verdade nem sei o que estou fazendo aqui nesta lista, nunca fui filósofo. 

JUDITH BUTLER: O fato de esta lista ser composta por 95% de homens revela como a  história da humanidade é a história da dominação patriarcal. Homens são o verdadeiro vírus. 

(Autor Desconhecido)

01) Quantos pontos de vista foram apresentados? 

02) Qual o tema norteador de cada um deles? 

03) De qual afirmação você mais gostou? Por quê? 

04) O que gerou o humor no texto? Explique: 

05) Tente explicar a linha de pensamento de cada filósofo: 

06) Quais você conhecia? Cite-os: 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Atividade sobre Humor e Ironia


01) Dê um título à HQ acima:

02) A que tema polêmico ela faz menção? O que você pensa a respeito disso?

03) Que pedido ele faz à mulher? Ela o atende?

04) O que provoca o humor na história?

05) Explique o sentido irônico presente nela:

06) Encontre um desvio no quadrinho acima, consertando-o:

domingo, 6 de setembro de 2020

Atividade sobre a crônica "Relógio digital", de Luís Fernando Veríssimo

Relógio digital

O pai achou que o filho já estava na idade para terem a tal conversa. Encontrou o menino brincando com um amiguinho e convidou os dois para uma caminhada. Começou com a agricultura. O agricultor, meu filho, coloca uma semente na terra, a semente cresce e se transforma em planta. Com os animais é a mesma coisa. O macho coloca uma semente na fêmea, a semente cresce etc. Com as pessoas também é assim. È por isso que nós temos órgãos sexuais, e o do homem é diferente do da mulher. O papai colocou uma sementinha na barriga da mamãe, a sementinha cresceu e você nasceu. 
Para que o amiguinho não se sentisse desprezado, o pai acrescentou:
-- Com seu pai e sua mãe também foi assim. 
Os dois meninos estavam interessadíssimos. Foi uma caminhada longa durante a qual o pai não parou de falar. Como o pai sabia de coisas! Para tudo que os meninos perguntavam sobre sexo o pai tinha uma resposta. Êta, pai! 
-- E os buracos negros, pai? 
-- Que buracos negros? 
-- Os buracos negros do Universo. 
-- Isso não tem nada a ver com sexo. 
-- Eu sei, mas como é que eles são? 
-- Ah, bom. Olha, sobre isso eu não sei muita coisa, não.
-- E, pai, como é essa história de supercondutores?
-- Não sei bem. 
Mas o menino continuava entusiasmado. Era o dia de saber de coisas. 
-- Pai, por que as ondas de rádio acompanham a curvatura da Terra e as ondas de TV não?
-- É porque, sei lá. Devem ser ondas diferentes. 
O menino já estava desanimado. 
-- Como é que funciona o relógio digital? 
-- Não sei, meu filho. 
Chegaram em casa e o pai perguntou:
-- Mais alguma pergunta sobre sexo?
Eles não tinham mais nenhuma pergunta sobre sexo e o pai foi embora.  Os dois meninos ficaram em silêncio. Então um disse: 
-- Que crânio o meu pai, hein? Sabe tudo. 
O amigo fez cara de pouco caso, lembrando todas as perguntas sem resposta. 
Mas o outro tinha a explicação.
-- É que ele se especializou, só isso. 

(Luís Fernando Veríssimo)

01) Justifique o título da crônica, aproveitando para sugerir um outro:

02) Que aspectos caracterizam esse texto como humorístico?

03) Qual é o tema central do texto? Justifique sua resposta: 

04) Em uma colocação diferente, séria, voltada para adultos, como o autor desenvolveria esse assunto?

05) Como leitor, qual das duas abordagens você preferiria? Por quê?

06) Circule no texto todos os vocativos, explicando seu raciocínio:

07) Por que o autor diz no início do texto para terem a tal conversa?

08) Você acha que o pai foi inteligente e feliz na abordagem do assunto? Por quê?

09) Qual foi a intenção do autor ao contar que o pai tirou todas as dívidas do filho quanto ao sexo, mas sobre outros assuntos nada soube responder? O que você pensa a esse respeito? 

10) O que você achou da explicaçãp do filho na última linha do texto? Fez sentido? 

11) Que mensagem o texto transmite? Comente: 

(Atividade feita em parceria com a querida amiga Clécia Melo

sábado, 5 de setembro de 2020

Atividade de criação de memes

Foram selecionadas 11 (onze) imagens e uma delas você vai REJEITAR, por alguma razão, que deverá JUSTIFICAR. Todas as outras você deverá transformar em MEME e obedecendo ao tema "Aulas on-line em época de pandemia"

Seja o mais criativo e engraçado que puder, pois seus colegas também vão fazer a mesma proposta! Tenho certeza de que depois vamos rir um bocado com as criações que saírem... e quantos caminhos poderão ser explorados, mesmo utilizando uma mesma imagem-base! Ou você ainda duvida disso?!? 

Depois ainda faremos um "Concurso de memes", usando a ferramenta PADLET para expormos os trabalhos, de modo que todos possam ver a produção de todos e votar! 













(Atividade feita em parceria com a colega de grupo: Cristiane Marques)

domingo, 23 de agosto de 2020

Atividade sobre o texto "Na fila da liberdade", de Mário Prata


Na fila da liberdade

É interessante notar as diferenças em filas, de um lugar para o outro. Em Florianópolis, por exemplo, tanto nas filas de banco como de supermercado, as pessoas ficam conversando, com calma, esperando. Mesmo no Rio de Janeiro, enfrenta-se uma fila com mais humor.
Na cidade de São Paulo, a fila é uma tortura. A fila é triste e interminável. Parece que, se fosse possível, a gente mataria aqueles quatro ou cinco que estão na nossa frente. E, se alguém conversa com alguém, o assunto é a própria fila. Uns chegam a dizer palavras chulas. Xingam, como se a culpa fosse da pobre mocinha que está do outro lado da fila, muito mais aflita que os filenses. 
Pois foi numa dessas filas que o fato se deu. 
Era uma bela fila, de umas dez pessoas. E em supermercado, com aqueles carrinhos lotados, a gente ali olhando a mocinha tirar latinha por latinha, rolo por rolo de papel higiênico, aquela coisa que não tem fim mesmo. E naquela fila tinha um garotinho de uns dez anos, que existe apenas uma palavra para definir a figurinha: um pentelho. Como muito bem define o Houaiss: "pessoa que exaspera com sua presença, que importuna, que não dá paz aos outros". 
Pois ali estava o pentelhinho no auge de sua pentelhação. Quanto mais demorava, mais ele se aprimorava. E a mãe, ao lado, impassível. Chegou uma hora que o garoto começou a mexer nas compras dos outros. Tirar leite condensado de um carrinho e colocar no outro. Gritava, ria, dava piruetas. Era o reizinho da fila. E a mãe, não era com ela. 
Na fila do lado (aquela de velhos, deficientes e grávidas), tinha um casal de velhinhos. Mas velhinhos mesmo, de mãos dadas. Ali, pelos oitenta anos. A velhinha, não aguentando mais a situação, resolveu tomar as dores de todos e foi falar com a mãe. Que ela desse um jeito no garoto, que ela tomasse uma providência. No que a mãe, de alto e bom tom:
-- Educo meu filho assim, minha senhora. Com liberdade, sem repressão. Meu filho é feliz. É assim que se deve educar as crianças hoje em dia. 
A velhinha ainda ameaçou dizer alguma coisa, mas se sentiu antiga, ultrapassada. Voltou para a sua fila. Só que não encontrou o seu marido, que havia sumido. 
Não demorou muito e se aproximou da mãe do pentelho, abriu e entornou tudo na cabeça da mulher.
 -- O que é isso, meu senhor?
O velhinho colocou o vasilhame (que palavra antiga) no seu carrinho e, enquanto a mulher esbravejava e o pentelho morria de rir, disse bem alto: 
-- Também fui educado com liberdade!!! 
Foi ovacionado. 

(Mário Prata) 

01) Justifique o título dado à crônica acima:

02) Qual é o tema do texto? Justifique sua resposta:

03) Explique o emprego das aspas no texto:

04) Copie do texto um vocativo:

05) O que você faria no lugar da mãe do menino? Justifique sua resposta:

06) O que você achou da ideia do velhinho? Será que ela surtiu o efeito desejado?

07) Que ditado popular se adequa ao texto lido? Por quê?

08) Que mensagem o texto transmite? Comente:

09) Você também teria coragem de, assim como a velhinha, reclamar com a mãe do pentelho? Explique:

sábado, 22 de agosto de 2020

Atividade sobre o texto "Vizinha fake news", de Nádia Coldebella


Vizinha fake news

A primeira fake news da vida de Ana chegou quando ela devia ter três, quatro anos:
-- Menina, não aponta o dedo pro céu pra contar estrela que vai nascer verruga -- era a vizinha quem dizia. 
Isso foi terrível, primeiro porque ela não queria ter verruga nos dedos, depois porque amava contar estrelas. E ela tinha contado muitas estrelas aquele dia. Junto com a filha da vizinha. 
Foi dormir e o sono não foi tranquilo. Estava muito preocupada com a quantidade de verrugas que iriam nascer nos seus dedos.
-- Será que vai ser uma verruga para cada estrela? -- pensou no meio da noite, desatando a chorar. 
Felizmente, em seus dedos nenhuma verruga nasceu. Alguns dias depois, percebeu que os dedos da filha da vizinha estavam infestados de bolinhas estranhas. Anos mais tarde, Ana descobriu que isso era comum em crianças ansiosas, o que fazia todo o sentido em se tratando da filha da vizinha, que tinha uma mãe como aquela. 
Ana cresceu e passou a subir escondida no telhado da casa. Gostava de ficar lá, só olhando o céu e imaginando de onde teria vindo. Porém, nunca mais em sua cida contou estrelas. 
Depois dessas, outras fake news vieram, geralmente da mesma fonte. Não entendo porque algumas crianças gostam tanto de ouvir disparates, talvez porque aguça a imaginação fértil. Ana escutava muito a vizinha, sem perceber, na época, que ela dizia o que dizia com um prazer cruel estampado no rosto. 
As fakes news mais ouvidas eram as que a faziam sofrer, geralmente relacionadas com a possível morte de alguém de sua família. Ela se tornou obcecada em deixar o chinelo milimetricamente arrumado ao lado da cama, fora do caminho. de qualquer um. Se ele estivesse virado, provavelmente sua mãe morreria. E protagonizou uma briga farônica com o filho da vizinha, criativamente apelidado pela mãe de Mindinho -- embora ele fosse bem grande. O Mindinho a acusou de querer matar a própria mãe, porque Ana brincava de andar para trás. Essa era uma das únicas brincadeiras em que ela e a irmã não brigavam,mas que foi cortada do seu rol de diversões porque não poderia conviver com a culpa de ser a responsável pela morte da mãe. 
Na medida em que crescia, Ana resolveu testar algumas das histórias plantas pela vizinha entre a criançada da rua e que, ao seu ver, eram menos perigosas. 
Saiu várias vezes de casa, escondida, em dia de chuva, procurando um arco-íris acessível. Tinha esperança de passar por debaixo dele e voltar logo depois, só pra ver por alguns instantes como era ser menino. Vivia deitada no chão pedindo para os irmãos passarem por cima dela, só para não crescer. 
Assim, foi desvendando pouco a pouco as mentieas de que vinha sendo vítima. Quando a vizinha aparecia em casa, Ana insistentemente colocava a vassoura atrás da porta, bem a sua vista. 
-- Para com isso, Ana -- dizia a mãe. Mas a menina se fazia de surda. Esperava que a vizinha percebesse o recado e errasse o rumo da sua casa. Logo a mãe entendeu e, já farta de tantas fake news espalhadas pela abominável criatura, parou de abrir a porta de sua casa para ela, sempre inventando alguma desculpa para estar ocupada exatamente naquela hora, fosse que hora fosse. 
Depois disso, Ana passou algum tempo sem saber da vizinha. Mas já era tarde. As fake news da vizinha alteraram para sempre sua espontaneidade infantil. Anos depois marcaram, de forma muito cruel, o fim de sua adolescência, quando aquele ser humano foi responsável por mergulhar sua jovem vida numa nova onda de falsas notícias, completamente assombrosas, chaadas fofoca. 
É que a vizinha nunca havia esquecido da vassoura atrás da porta. 
Quero esclarecer que existem dois tipos de fofoca e duas intenções que a acompanham. Um tipo de fofoca é falar mentiras sobre a vida de alguém a terceiros, como se estas mentiras fossem verdades; o segundo tipo é divulgar os fatos verídicos da vida de uma pessoa, sem que essa pessoa tenha dado consentimento para isso. Das intenções, uma se trata de um simples comentário, pretensamente "inocente"; a outra intenção tem finalidade maligna da difamação. 
No caso de Ana foi o primeiro tipo de fofoca com a segunda das intenções. 
Faço aqui um parêntese: se algum leitor deseja saber como é o inferno, sugiro que prove o efeito da fofoca sobre sua vida. Vejam o que aconteceu com Ana. 
Dia após dia, a vizinha batia na porta de sua família para contar o que havia descoberto sobre a Ana.
-- A menina não estava na escola. Não! Não estava, não... Ela estava por aí, se é que você me entende. 
Ou então: 
-- Ela não tá trabalhando não. Vocês nem imaginam o que ela está fazendo agora. 
Embora os pais conhecessem a fama da boca maldita da rua, passaram a sondar a pobre adolescente e logo, para sua própria segurança, Ana passou a ter os passos vigiados. A vizinha foi desmascarada quando sugeriu que, noite dessas, Ana teria fugido de casa na madrugada e voltado antes de os pais acordarem. Curiosamente, essa foi a mesma noite em que Ana foi levada ao hospital pelo pai por conta de uma forte febre. 
Ana só se livrou da velha boca suja quando foi embora, estudar, em outra cidade. Levou anos para juntar os cacos das fake news do início da vida. Ela não só sobreviveu, como superou e esqueceu da vizinha. 
Recentemente, porém, Ana procurou uma psicóloga. Precisava de ajuda. O trauma havia voltado com força. É que ela tem acompanhado as notícias nas redes sociais e reconhece o padrão. Não fala nada para ninguém por medo de ser chamada de louca, mas tem certeza de que a vizinha anda dando consultoria em fake news por aí. 

(Nádia Coldebella)


01) Justifique o título dado ao texto acima:

02) Qual foi a primeira fake news da vida de Ana? Que sentimento isso gerou na menina? 

03) As fake news eram, na verdade, superstições. Qual a diferença entre uma e outra? Comente:

04) Você já tinha escutado falar nas superstições citadas no texto? Quais? Você conhece mais alguma?

05) Por que os dedos da filha da vizinha estavam infestados de "bolinhas estranhas"?

06) O que fez Ana passar a deixar o chinelo arrumado ao lado da cama? 

07) O que a menina deixou de fazer para não conviver com a "culpa pela morte da mãe"?

08) Como Ana descobriu que as histórias contadas pela vizinha não eram reais?

09) Por qual motivo a garota colocava a vassoura atrás da porta quando a vizinha aparecia em sua casa? 

10) De acordo com o texto, quais são os tipos de fofoca que existem? Qual deles você considera mais grave? Por quê? 

11) Qual dos tipos de fofoca a vizinha passou a fazer a respeito de Ana quando a garota atingiu a adolescência? Por que a mulher fazia isso?

12) Como os pais de Ana descobriram que as histórias contadas a respeito dela eram mentirosas? 

13) Explique o trecho em destaque no final do texto, comentando por que Ana tem certeza de que a vizinha está "dando consultoria": 

14) Circule no texto todos os vocativos:

15) Por que há palavras em itálico no texto? Que palavras poderiam substituí-las? 

16) Qual o sentido transmitido pela conjunção utilizada na primeira passagem em destaque no texto? 

17) O pronome ISSO (sublinhado no início do terceiro parágrafo) retoma o quê? 

18) Copie do texto um adjetivo utilizado para caracterizar a vizinha de Ana: 

19) Qual é a mensagem transmitida pelo texto? Comente: 

20) Localize no texto:

a) três numerais, classificando-os:
b) um advérbio de negação:
c) três marcas de oralidade:
d) dois substantivos próprios:
e) dois advérbios de tempo:
f) um pronome possessivo: 
g) dois adjetivos: 

(Atividade feita em parceria com a querida amiga Maiara Batista)

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Atividade sobre a Monalisa e os signos do Zodíaco

Observe atentamente todas as releituras abaixo, correspondentes a cada signo do Zodíaco, para responder depois ao que se pede sobre elas: 

(20 de janeiro a 18 de fevereiro)

(19 de fevereiro a 20 de março) 

(21 de março a 19 de abril) 

(20 de abril a 20 de maio)

(21 de maio a 20 de junho)

(21 de junho a 22 de julho)

(23 de julho a 22 de agosto)

(23 de agosto a 22 de setembro)

(23 de setembro a 22 de outubro)

(23 de outubro a 21 de novembro)

(22 de novembro a 21 de dezembro)

(22 de dezembro a 19 de janeiro)

01) Que obra famosa serviu de base para todas as releituras acima? Qual o seu pintor? Por que você acha que ela foi escolhida? 

02) Quantas releituras foram feitas e a que elas se referem?

03) Crie uma fala ou um pensamento para cada uma delas: 

04) Faça uma pesquisa sobre cada signo do zodíaco e aponte que características foram ressaltadas em cada releitura: 

05) Você acredita em horóscopo, Astrologia e afins? Justifique sua resposta: 

06) Que signo você achou melhor representado? Por quê? 

07) Que crítica encontra-se presente, direta ou indiretamente, em cada releitura? 

08) Qual o seu signo? O quanto sabe, de 0 a 10, sobre ele? De acordo com a sua personalidade, concordou ou não como o seu signo foi retratado? Comente: 

09) Agora é a SUA vez de preparar uma releitura do seu signo, da característica dele que melhor define você e, claro, não usando mais a Monalisa como base e sim uma foto ou um desenho seu! Capriche! 

(Participações especiais da amiga Maiara Batista e da minha aluna Maria Vitória)

domingo, 16 de agosto de 2020

Atividade sobre o texto "O apanhador de mulher", de Stanislaw Ponte Preta

O Apanhador de mulher 

Foi um dia aí que eu tive que ir ao Recife! Eu sou danado para chegar atrasado no Galeão. Eu ainda chego. Atrasado , mas chego. 
Dizia eu que tive de ir ao Recife e fui mesmo. Fui o último a entrar no avião e sentei ao lado de um cara que tinha uma cor puxada para o esverdeado: 
-- Esse sujeito deve ter um figado desses que se deixam subornar pelas hostes inimigas. Ou então é desses que têm mais medo de avião do que beatnik de sabonete. 
Mas não. Mal o avião levantou voo, o cara pediu um uísque duplo à aeromoça e puxou conversa. Explicou que estava saindo do Rio por causa de uma mulher. E que mulher, seu moço! Dessas que nem presidente de associação de família bota defeito. Ela soube que ele estava andando com a Julinha. 
-- Manja a Julinha? -- ele me perguntou.
Não. Eu não manjava, e era um trouxa por causa deste detalhe. A Julinha era uma das melhores coisas que podem acontecer a qualquer sujeito apreciador do gênero. 
E assim foi o cara, até Vitória. Na hora em que o avião ia descer, ele estava explicando que ali, na capital capixaba, tinha tido grandes momentos. Mas grandes momentos mesmo. Se meteu com uma pequena ótima, sem saber que ela tinha duas irmãs melhores ainda. E ele foi pulando de uma para outra. 
-- Apanhei as três, tá bem? -- batia na minha perna e dizia, balançando a cabeça, com um sorriso vitorioso (talvez em homenagem à já citada capital capixaba). E repetia: -- Apanhei as três! 
Depois da escala em Vitória, tentei sentar longe do folgazão, mas me dei mal. Ele me viu sozinho na poltrona, isto é, com a poltrona do lado dando sopa, e não conversou. Pediu mais um uísque duplo à aeromoça e retomou o assunto mulher. Descreveu como é que foi com a mulher do quinto andar lá do prédio onde ele mora. No começo não queria. Sabe como é -- a gente não deve se meter com essas desajustadas que moram perto, porque fica difícil de controlar. E parecia que ele estava adivinhando. Todo dia de manhã era uma bronca, porque todo dia de manhã -- é lógico -- saía uma mulher do seu apartamento, e a dona do quinto andar ficava na paquera. 
-- Mandei andar, viu? 
-- Qual?
-- A do quinto. 
-- Ah, sim...
Entre Vitória e Salvador o sujeito já tinha apanhado mais mulher do que o falecido Juan Tenório. Mas nem por isso deixou de contar mais umas duas ou três aventuras amorosas, enquanto aqui o filho de Dona Dulce aproveitou a boca para comer uns dois ou três acarajés. Era eu com o acarajé e ele com mulher. Desisti até de me livrar do distinto. No Recife cada um de nós iria para o seu lado e eu não veria mais o garanhão. 
Retornamos ao avião. Ele firme, do meu lado. Pediu outro uísque duplo à aeromoça -- a qual, inclusive, elogiou, afirmando que tinha umas ancas notáveis. 
-- Hem? Hem? Notáveis! -- e me catucava com o cotovelo. 
Foi quando sobrevoamos Penedo que ele confessou que já tinha casado três vezes. Felizmente não tivera filhos, mas mulher não faltou. Depois do terceiro casamento, com várias senhoras de diversos tamanhos e feitios intercalados entre cada casamento, resolveu que não era trouxa.  
-- Comigo não, velhinho. Chega de casar! -- nova catucada: -- Comigo agora é só no passatempo. Por falar nisso, você tem algum compromisso no Recife?  
Fingi que tinha. Uma senhora que não poderia ser suspeitada, caso contrário poderia sair até tiro. Ele compreendeu. Embora tremendo boquirroto, concordou que, às vezes, é preciso manter o sigilo. Mas era uma pena eu não estar disponível no Recife. Ele conhecia umas garotas bem interessantes. Era bem possível que, já no aeroporto de Guararapes, algumas estivessem à sua espera.  
-- Você dá uma espiada -- aconselhou-me. Se alguma delas me conviesse e -- naturalmente -- se a tal senhora inconfessável falhasse...
-- A gente vai para a praia. De noite... aqueles mosquitinhos mordendo a gente. 
Disse isso com tal entusiasmo na voz que, por um instante, eu cheguei a pensar que ele gostasse mais do mosquitinho do que de mulher. Mas foi só por um instante. Enquanto o avião manobrava e descia no Recife, o cara ainda falou numa prima lá dele, pela qual tivera uma bruta paixão. 
Aí o avião parou, todo mundo desamarrou o cinto e -- coisa estranha -- o meu companheiro de viagem voltou a ficar esverdeado. Saímos, apanhamos as malas, e quando eu ia pegar um táxi, lá estava o cara sozinho, também atrás de condução. Ele me viu, sorriu e explicou: 
-- Olha, meu velho, aquilo tudo era bafo. Eu não apanho mulher nenhuma. Eu tenho é pavor de viajar e só falando de mulher é que eu perco o medo. 

(Stanislaw Ponte Preta)

01) Justifique o título dado à crônica: 

02) Qual o fato principal do texto? Justifique sua resposta:

03) Duas personagens estão envolvidas no tema, no desenrolar dos fatos. Por quê?

04) Como inicia o fato no texto?

05) Comente o diálogo e a reação das personagens durante o desenvolvimento do fato:

06) Há um aspecto típico e comum a uma personagem: o copo de uísque. Por quê?

07) Uma das personagens conta vantagens sobre mulheres e aventuras. Elas são reais? Justifique sua resposta: 

08) Havia uma atitude que acontecia, quase sempre, por parte da personagem que falava excessivamente. Qual? Era sinal de nervosismo ou um simples hábito? Comente: 

09) Comente a defesa da personagem -- falando de mulher -- para espantar esse sentimento:

10) Que mensagem o texto transmite? Comente: 

11) Que reflexão o cronista quis suscitar em nós, leitores?

12) Comente o final da crônica e se posicione, dizendo se ele foi ou não surpreendente, argumentando bem: 

13) Copie do texto marcas de oralidade:  

14) Circule todos os vocativos da crônica: 

15) Transcreva do texto uma passagem carregada de humor: 

16) Copie da crônica uma expressão utilizada no sentido conotativo, explicando seu raciocínio: 

17) Localize no texto:

a) um numeral ordinal:
b) dois substantivos próprios:
c) um numeral multiplicativo:
d) dois numerais cardinais:
e) um advérbio de negação:
f) um advérbio de lugar:
g) um advérbio de tempo: 
h) um pronome possessivo:

(Atividade feita em parceria com a colega de grupo: Ana Voig)

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Atividade sobre o texto "Enigmas da humanidade"


Enigmas da humanidade

Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo? 
Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
Por que os filmes de batalha espacial têm explosões tão barulhentas se o som não se propaga no vácuo? 
Por que aquele filme com Kevin Costner se chama "Dança com lobos" se só aparece um único lobo durante toda a história?
Por que as mulheres abrem a boca quando estão passando algum creme no rosto?
Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester?
Se o vinho é líquido, como pode ser seco?
Como se escreve zero em algarismos romanos?
Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força quando a pilha está fraca?
Por que pais e mães são geneticamente programados para odiar som alto (especialmente rock)? 
O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 200 tem qualidade certificada por quem?
Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram poder acertá-lo?
Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, por que ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?
Por que quando você para no sinal vermelho tem sempre alguém no carro ao lado com o dedo no nariz?
Se depois do banho estamos limpos, por que lavamos a toalha?
Como foi que a placa "É proibido pisar na grama" foi colocada ?
Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar: "Onde foi que você o perdeu?"
Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto

(Autor Desconhecido)

01) Justifique o título dado ao texto: 

02) O que todas as perguntas têm em comum? Comente:

03) Justifique o emprego dos porquês do texto:

04) Explique o porquê de todas as aspas utilizadas no texto:

05) Copie do texto algumas marcas de oralidade:

06) Reescreva a passagem em negrito no texto de modo a eliminar a repetição de um dos termos nela presentes:

07) Explique os dois significados da palavra SECO, presente no texto e referente ao vinho:

08) Transcreva do texto uma antítese, explicando seu raciocínio:

09) De qual "enigma" você mais gostou? Por quê?

10) Você acha que o texto foi escrito por um homem ou por uma mulher? Justifique sua resposta com passagens do texto:

11) Tente responder, com coesão, coerência e criatividade, a todas as perguntas feitas:

12) Acrescente à lista mais dois enigmas da humanidade:

13) Diga a que classe gramatical pertence cada uma das palavras destacadas no texto, respectivamente:

(Texto enviado pela querida colega de grupo: Ana Voig

domingo, 2 de agosto de 2020

Atividade sobre o texto "Por quê?", de Jô Soares

Por quê?

Por que é que avião dá marcha ré?
Por que é que quando a gente beija abre a boca e fecha os olhos? 
Por que é que em filme ninguém pega troco?
Por que é que sempre chove quando você acabou de lavar o carro?
Por que é que quando você está louco pra fazer pipi o elevador nunca está no térreo?
Por que é que ao falar com alguém que está com peruca não se consegue tirar o olho do topete?
Por que é que toda fotografia de documento parece com todo mundo menos com a gente?
Por que é que quando você liga para o número errado nunca dá ocupado?
Por que é que em novela ninguém fecha a porta à chave?
Por que é que mesmo quando trocam o filme você assiste sempre ao mesmo trailer? 
Por que é que a televisão sempre enguiça em dia de decisão de campeonato?
Por que é que é mais gostoso ler o jornal do vizinho em pé do que o seu, sentado em casa?
Por que é que quando você vai a um restaurante doido por um prato não tem mais?
Por que é que o viciado só percebe que o maço de cigarros está vazio quando quer fumar de madrugada?
Por que é que a tinta de caneta sempre acaba no meio da frase?
Por que é que aquela mulher por quem você está apaixonado só dá bola depois que você casou?
Por que é que as obras mais demoradas e barulhentas são sempre na sua rua?
Por que é que somente os impostos nunca são desindexados? 

(Jô Soares)

01) Justifique o título dado ao texto:

02) Existe alguma anáfora no texto? Justifique sua resposta:

03) Copie do texto um par de antítese:

04) Justifique o emprego do tipo de porquê em todo o texto e também a sua finalidade:

05) Você vai tentar responder a todas as perguntas feitas:

06) Que mensagem o texto transmite? Comente:

(Texto indicado pela colega de grupo: Ana Voig)

sábado, 1 de agosto de 2020

Atividade sobre Humor, Made in China e Coronavírus


01) Que implícitos são necessários para o entendimento total da imagem acima?

02) A que fato ela faz referência? Justifique sua resposta:

03) O que se pode inferir sobre os produtos que vêm da China? O que você pensa a respeito disso?

04) O que foi mais importante para a compreensão da mensagem: a linguagem verbal ou a não-verbal? Por quê? 

05) Em que reside o humor? Explique: 

06) Que sentimento a menina deixa transparecer? Que interjeição você usaria? 

07) Você acha que as indústrias nacionais têm capacidade para concorrer com as estrangeiras? Por quê?

08) O que você leva mais em consideração quando vai comprar um produto: preço ou qualidade? Justifique sua resposta:

09) Por que as marcas "Made in China" conquistam cada vez mais a confiança do consumidor brasileiro? 

10) De onde surgiu o mito de que os produtos chineses são de má qualidade? O que você sabe sobre isso? 

11) Especula-se que a economia chinesa cresceu graças à exploração da mão de obra feminina, ainda mais barata do que a masculina. Você considera essa exploração um trabalho escravo? Por quê? 

12) Qual é a expressão usada aqui no Brasil para se referir aos produtos falsificados, principalmente os vindos da China? 

(Atividade feita em parceria com a amiga Marisa Silveira e Ana Cristina Pontes)

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Atividade sobre o episódio da Naja

Texto 01:

Cobra naja apreendida em Brasília ganha perfil no Instagram e memes bombam

Desde que picou o estudante de veterinária Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, de 22 anos, e foi capturada em Brasília (DF), a cobra naja, criada ilegalmente pelo universitário, virou manchete dos principais veículos no Brasil. Com a popularidade em alta, a serpente também ganhou memes e teve ao menos cinco páginas criadas no Instagram. O UOL conversou com o proprietário do @najaofcial, que tem mais de 27 mil seguidores e bateu dois milhões de impressões em três dias. 

(Rafael Godinho)


Texto 02:


Estudante picado por naja é preso no DF por suspeita de crime ambiental 

O estudante de veterinária Pedro Henrique Krambeck, picado por uma cobra naja no início de julho, foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal na manhã desta quarta-feira (29). O jovem, de 22 anos, é suspeito de crime ambiental e de tentar atrapalhar as investigações. 


Texto 03:


Texto 04: 


Texto 05: 


Texto 06: 


Texto 07: O manifesto da Naja


Cansadíssima!
Ee que escapo de números circenses equivocados no Egito. 
Me livro de ser figurante em clip do É O TCHAM. 
Sobrevivo às diversas investidas dos perversos que querem nos transformar em sapato e bolsa. 
Mas... Sou esculachada, ensacada, traficada, encaixotada... e um playboy, que fez isso tudo comigo, resolve me usar como se eu fosse um bracelete cafona nas Casas Turuna. 
Piquei ele. 
Ah... sinto muito. Piquei mesmo. E piquei pouco. 
Gente... Eu estava finíssima catando umas preás subsaarianas em Luxor, não mexia com ninguém. Fui parar numa rua em Brasília. Em Brasíliaaaaaaaaaaa. Um monte de cobra engravatada se dando bem naquele lugar e eu defenestrada num pote, que nem uma macarronese esquecida depois de um almoço de domingo. 
Can sa da.
Agora vou pro Butantã aturar um monte de Surucucus magoadas, Pítons sem assunto, cascavéis implicantes... E por quê? Porque um "amante de animais exóticos" achou por bem que eu ficaria mais feliz em seu apartamento fedendo a Dove Man Care
Compra um hipopótamo, minha gente. Hipopótamo é fofo, né? 
Vai nessa. Passa pasta de amendoim na testa e enfia a cabeça na boca de um hipopótamo, amores. Que fogo no rabo é esse de querer assunto com cobra? A gente é quase surda e não enxerga muito bem. Deixa a gente em paz. Não curtimos humanos. Não rola. A única doida que puxou assunto com vocês foi a equivocada, puxa fogo, egóica que arrumou quizumba com Eva lá no Éden, mas a bicha tava incorporada pelo Satã do Hortifruti que tava querendo publicidade pra maçã, produto novo. Cobra nenhuma quer amizade com ser humano. Aceitem isso. Que ego doido. Que saco. 
Que fixação fálica. 
Sabe... exausta. 
Butantã... Olha o meu destino: um laboratório. Acham que curtimos viver em tupperware, acham que sonhamos em ser usadas pra fazer soro... Tudo porque um sem luz "ama cobras". 
Pohan... E olha só: COBRA NÃO: NAJA. DONA NAJA E FAZENDO A EGÍPCIA, MUITO MELHOR DO QUE TRAFICANTE DE ANIMAIS. 
Alguém me passa o zap da COVID? Grata. 

(André Gabeh Carvalho)

01) O que todos os textos têm em comum? Comente:

02) Qual o assunto presente em todos eles? Justifique sua resposta:

03) Por que você acha que a Naja caiu no gosto do povo e viralizou nas redes sociais? 

04) Quem você acha que oferece mais perigo: a Naja ou o Pedro Henrique? Por quê? 

05) Comente a intenção do meme presente no texto 03: 

06) Responda por que a cobra deveria ter empatia e por que ela não deveria ter:

07) Há uma ambiguidade no texto 04? Justifique sua resposta: 

08) No que reside o humor no texto 05? Explique:

09) O texto 06 se refere a que notícia atual? O que você pensa a respeito disso? 

10) Por que existem algumas palavras em itálico no texto 07? 

11) Copie deste último texto uma passagem carregada de humor: 

12) O que seria "um monte de cobra engravatada"? Que crítica encontra-se ali presente? 

13) Transcreva do texto uma comparação, mencionando que efeito ela causou a ele:

14) Circule no texto os vocativos, dizendo o que a presença deles causa ao texto:

15) Localize no texto fortes marcas de oralidade:

16) Por que razão a Naja desejaria o contato de Zap da Covid? 

17) De que texto você mais gostou? Por quê? 

(Atividade feita em parceria com a querida amiga Ana Cristina Pontes)

sábado, 27 de junho de 2020

Atividade de interpretação de alguns memes

Meme 01


Meme 02


Meme 03


Meme 04


Meme 05


01) Qual é a temática abordada em cada um dos memes acima? 

02) Algum meme apresenta desvio da norma culta padrão da Língua Portuguesa? Justifique sua resposta: 

03) O autor de cada meme é neutro ou expressa algum tipo de opinião? Comente:

04) Que mensagens se encontram implícitas em cada um deles? 

05) Qual deles você achou mais interessante? Por quê? 

06) Escolha cinco imagens no Google e tente criar memes interessantes, sobre assuntos variados, para depois compartilhar com os seus colegas: 

(Atividade feita em parceria com a amiga Francine Gavio)

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Atividade sobre texto verbal e não-verbal - "Criança folgada"

Criança folgada 

Não paga água. 
Não paga luz. 
Não paga internet. 
Não paga o leite.
Não paga nem a própria fralda.
Mas duvido você ir lá e mudar de canal. 


01) A postura da criança e seu posicionamento central transmitem quais sentimentos?

02) Além da imagem da criança, quais elementos ganham destaque? Explique:

03) No contexto da internet, o que essa imagem demonstra?

04) Qual é a temática tratada no texto? De que forma crítica ela é abordada?

05) O que você, sinceramente, pensa sobre essa dependência tecnológica, tanto em relação ao uso da TV quanto do celular? Comente:

06) Que motivos levam os responsáveis pelas crianças a deixarem imersas nesse mundo? 

07) De que forma o texto verbal e o texto não-verbal dialogam? Explique:

08) Comente a importância da parte verbal para a compreensão da mensagem:

09) Qual a importância da anáfora para o contexto?

10) A partir da leitura do texto verbal, infira: a quem se refere o termo "você"?

11) Qual efeito de sentido a repetição do verbo "paga" causa no texto? 

12) Qual dos dois tipos de texto você achou mais engraçado? Por quê?

13) Crie uma fala ou um pensamento para a criança em questão: 

(Atividade feita em parceria com as amigas Zenilda Rodrigues, 
Maria Aparecida e Yve West)

domingo, 14 de junho de 2020

Atividade "Socoooooolo! Ela é mais assustadola do que o Colonavírus!"


Na tentativa de unir Pandemia, Coronavírus, Isolamento social, Festa junina e Humor, tive a ideia de produzir a atividade de hoje, cujo título surgiu ao tentar criar um meme com a figurinha acima! Sugestiva, não? Certamente o personagem Cebolinha soltaria um "Socoooooolo! Ela é a mais assustadola do que o Colonavírus!" Ou alguém duvida?!? (risos)

Os alunos podem, também, utilizá-la para criar seus próprios memes e, ainda podemos propor que eles criem um DIÁLOGO entre as duas personagens, explorando bem os termos citados e o contexto. O que acham?!?

Com a ajuda da minha querida amiga Indiara Ferreira, selecionamos algumas imagens para que os alunos criem memes abordando os temas envolvidos e/ou criem diálogos! Esta atividade pode ser divertidíssima! 

- Imagem 01 -
- Imagem 02 -


- Imagem 03 - 


- Imagem 04 - 


- Imagem 05 - 


- Imagem 06 - 

domingo, 7 de junho de 2020

Atividade sobre HQ - As aventuras de Quarentina e Alquinzel


01) Qual a ideia central da HQ? Justifique sua resposta:

02) Transcreva da história em quadrinhos marcas de oralidade:

03) Copie da HQ dois vocativos, explicando seu raciocínio:

04) Você acha que é possível ou não manter a rotina estando em quarentena? Por quê?

05) Você acredita que a pandemia mostrou que ninguém tem o controle da vida? Justifique sua resposta:

06) O que gera o humor no texto? Explique:

07) Podemos afirmar que o final foi inesperado? Comente:

08) O que se encontra implícito nos argumentos de Judite? Eles funcionaram?

(HQ enviada pela minha querida amiga Ana Cristina Pontes)

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Atividade sobre o vídeo "Live do Corona", de Embrulha pra viagem


01) Justifique o título da "live" em questão:

02) Cada pessoa entrando na "live" significa o quê? Comente:

03) Houve uma personificação do Coronavírus? Justifique sua resposta:

04) Quem é o Corona na "live"?

05) Por que ele agradece especialmente ao Brasil?

06) Por que o governo, segundo ele, tem apoiado?

07) Quais os dois sentidos da palavra "viralizou"?

08) O que foram as "pedras no caminho" do Corona?

09) Por que, segundo ele, as pessoas eram preconceituosas?

10) O que significa, no vídeo, a expressão "portas fechadas"?

11) Que imagens e aglomerações o Corona viu e que o alegraram?

12) O que é A5? De que forma é citado no vídeo?

13) Por que existem pessoas invejosas?

14) Quem disputa espaço com o Corona? O que ele pensa sobre isso?

15) O que mais gera humor no vídeo?

16) Podemos dizer que o vídeo faz uso da ironia? Por quê?

17) De que parte você mais gostou? Justifique sua resposta:

(Vídeo enviado pela minha querida amiga Nalvinha Kássia)

domingo, 31 de maio de 2020

Atividade sobre "O uso das máscaras em tempos de Coronavírus"

01) A que gênero textual pertence a imagem acima? Quais foram as "pistas" para descobrir essa informação? 

02) Justifique as aspas utilizadas na legenda da imagem: 

03) O que gerou o meme em questão? Explique bem: 

04) O que aconteceu de errado no uso da máscara? Que conselho você daria ao seu usuário? 

05) Em que reside o humor do meme? Justifique sua resposta: 


06) Agora a sua tarefa é criar um meme usando a imagem fornecida acima, usando e abusando de sua criatividade:  


07) Que comparação é feita na imagem acima? O que você pensa a respeito disso?

08) De que maneira tal imagem dialoga com as imagens do presidente? 

09) Qual a finalidade da referida imagem? Ela foi alcançada? Por quê? 

10) Elabore UM parágrafo dissertativo-argumentativo sobre a importância de se saber utilizar a máscara, não bastando apenas usá-la! 


11) A quem é, aparentemente, destinado o meme acima? Por quê? 

12) No que reside o humor dele?