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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Atividade sobre a reportagem "Pandemia de fake news", de Hellen Leite


Pandemia de fake news: Estudo lista principais boatos sobre Covid-19

 Para o secretário da ONU, Antônio Guterres, a desinformação generalizada tem abrangido 
"desde conselhos prejudiciais à saúde até ferozes teorias de conspiração"

Em meio a pandemia de Covid-19 chama atenção o surgimento de uma segunda mazela: a desinfodemia. O termo foi cunhado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e é definido como "desinformação básica sobre a doença de Covid-19". A ONU considera as fake news sobre o novo Coronavírus "mais mortais que qualquer outra desinformação". Para os especialistas, diante do cenário atual, o acesso à informação confiável pode significar a vida ou a morte em tempos de Coronavírus. 
Segundo a pesquisa publicada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em parceria com o International Center for Journalists (ICFJ), o principal tema da desinfodemia está relacionado à origem e à disseminação do novo Coronavírus. Enquanto cientistas identificaram o primeiro caso da Covid-19 ligado a um mercado de animais na cidade chinesa de Wuhan, teorias da conspiração acusam outros autores. Isso vai desde culpar as redes 5G até responsabilizar os fabricantes de armas químicas. 
Outras fakes news recorrentes estão relacionadas aos sintomas, diagnóstico e tratamento do vírus, estatísticas falsas, os impactos na sociedade e no meio ambiente, e sobre a repercussão econômica causada pela pandemia. "Esse último tema inclui a divulgação de informações falsas sobre os impactos da pandemia na economia e saúde, sugestões de que o isolamento social não é economicamente justificado e a afirmação de que a Covid-19 está criando empregos", detalha o estudo.
O estudo é assinado por Julie Posetti, diretora global de pesquisa do ICFJ e pesquisadora sênior do Centro de Liberdade de Mídia da Universidade de Sheffield (CFOM) e Universidade de Oxford. [...]
Para o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres, o jornalismo é essencial para ajudar a neutralizar os danos causados pelo que classifica como "pandemia da desinformação". Em um vídeo veiculado por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa no dia 3 de maio, o mandatário defendeu o segmento, destacando-se como crucial para a tomada de "decisões fundamentadas", no âmbito do combate à Covid-19.
Segundo Guterres, a desinformação generalizada tem abrangido "desde conselhos prejudiciais à saúde até ferozes teorias de conspiração". Ele avalia que, apesar das notícias e análises verificadas, científicas e baseadas em fatos", que fazem com que a imprensa desempenhe um papel imprescindível na atualidade, os jornalistas têm sofrido cerceamento no exercício de suas funções. 

Métodos e fakes

A desinformação sobre a Covid-19 emprega, ainda, uma ampla variedade de configurações, desde memes até sites elaborados e campanhas orquestradas. "Esses formatos frequentemente infiltram mentiras na consciência das pessoas, apelando para crenças e não para a razão e para os sentimentos, em vez da dedução", diz Posetti. 
Um mapeamento feito pelo Instituto Reuters e pela Universidade de Oxford detalhou alguns dos principais tipos, fontes e reivindicações de desinformação sobre a pandemia. Quase 70% das informações divulgadas sobre a Covid-19 tinham como fonte principal influenciadores digitais, incluindo políticos, celebridades e figuras públicas e redes sociais. Desse total, 20% das informações eram fake news. [...]

Checagem dos fatos

No Brasil, o Ministério da Saúde criou uma página especial para combater fake news sobre a Covid-19. A pasta disponibilizou um número de WhatsApp (61-99289-4640), para que a população envie fatos duvidosos veiculados nas mídias sociais e aplicativos de mensagens, para serem checados por uma equipe técnica do ministério. No site, as informações são classificadas em duas listas, de acordo com os selos "Isto é fake news" ou "Esta notícia é verdadeira". Também são reunidos dados sobre prevenção, transmissão do vírus e atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é possível acessar um podcast sobre a pandemia, produzido pelo próprio ministério. 

(Hellen Leite - "Correio Braziliense")

01) Justifique o título dado ao texto acima, aproveitando para se posicionar sobre ele:

02) A que gênero textual pertence tal texto? Quais as características nele encontradas que apontaram para isso?

03) Retire do texto um neologismo, explicando como ele foi formado e o que significa:

04) Por que algumas palavras aparecem em itálico no texto?

05) Justifique, respectivamente, as aspas utilizadas no texto:

06) Transcreva do texto um par de antítese:

07) Fatos podem ser verificados, têm fontes e podem ser comprovados por autoridades no assunto. Sabendo disso, quais seriam os indícios de que o texto analisado usa fatos para nos informar sobre o tema? Quais seriam as fontes e as autoridades no assunto que ele cita?

08) Qual o impacto na sociedade de se divulgar tantas fakes news sobre o tratamento da Covid-19? Que consequências isso pode ter? Explique:

09) Qual é o papel do jornalismo no combate às fake news? E o nosso?

10) Por que essas notícias falsas apelam para os sentimentos das pessoas? O que você pensa sobre isso?

11) Quais seriam, para você, os motivos que levam uma pessoa a criar e divulgar fake news?

12) Na sua opinião, a pessoa que compartilha uma fake news é responsável por ela ou apenas quem a cria que é responsável? Por quê?

13) Podemos considerar fake news como sendo uma opinião? Justifique sua resposta:

14) Como podemos lidar com tanta notícia falsa que recebemos? Como é possível identificá-las e combatê-las?

15) Copie a linha-fina da reportagem e diga qual é a sua função:

16) Que mensagem a reportagem transmite?

17) Aproveite para acessar o "Quiz do Coronavírus", com 20 afirmações sobre a Covid-19, para você dizer qual é FATO e qual é FAKE. Vamos lá??? Diga aqui quantos pontos você fez... 

(Atividade feita em parceria com a querida amiga Ana Paula Rodrigues)

sábado, 31 de março de 2018

Manchete tendenciosa + artigo de opinião porreta = discussão super válida!

Revoltadíssima é pouco! Nem sei o que eu fiquei quando li a manchete ESCROTA, DESUMANA e TENDENCIOSA abaixo! Só sei que reprogramei as minhas aulas da semana e preparei a atividade abaixo, para discutir nas minhas aulas e provocar (no melhor sentido da palavra) os meus alunos! Espero que gostem, pois eles, ao que tudo indica, gostaram e participaram bastante, graças a Deus! 

Texto 01: PM que matou filha acidentalmente é morto com tiros na cabeça em Cabo Frio



O policial militar Luciano Batista Coelho, do vigésimo quinto BPM (Cabo Frio), foi morto na noite desta quarta-feira no Largo Santo Antônio, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O cabo foi atingido na cabeça por volta das 19 h por quatro criminosos, que roubaram a arma do policial antes da fuga. 

Policiais do vigésimo quinto BPM foram acionados para o local, mas já encontraram Batista sem vida. Os policiais estão em busca dos envolvidos no assassinato. Testemunhas contam que o cabo tentou impedir uma tentativa de assalto a loja "Casas Bahia", no Centro de Cabo Frio. 



01) O que você achou da manchete do jornal? Na sua opinião, ela foi tendenciosa ou não? Justifique sua resposta: 

02) Qual o objetivo de um jornal? Essa manchete cumpriu com esse objetivo? Por quê? 

03) Aponte o que você acha que deveria ter sido mais explorado na notícia e o que pareceu ter extrapolado: 

04) Quais são os dois fatos explorados na notícia? Que ligação poderia existir entre eles? 

05) Analisando APENAS a manchete, parece que um fato ocorreu há anos ou pode dar a entender que ocorreu no dia do assassinato do PM? Pode ter dado a entender que era uma causa e consequência? Explique: 

06) A matéria condiz com a manchete? Explique seu ponto de vista:

07) Para você, sinceramente, o fato de linkarem uma matéria antiga, relacionada à vida do PM assassinado, foi algo positivo ou negativo? Por quê? 

08) Qual pareceu ter sido o objetivo do autor da matéria ao citar esse acidente antigo da vida do Luciano: exaltar o sofrimento do mesmo, enaltecê-lo como policial ou denegrir, de alguma forma, a imagem dele? Comente: 

09) Utilize a matéria para diferenciar FATO e OPINIÃO, dizendo se pode ou não ter havido uma opinião ali embutida e se isso condiz com um bom jornalismo:

10) Sabemos que a vírgula não é usada para separar o sujeito de seu predicado, porém, na manchete, tal equívoco acontece. Observe e corrija, pois o "repórter" parecia tão empenhado em associar os dois fatos que parece ter se esquecido de regras gramaticais tão básicas: 

11) Que temas de redação poderíamos extrair da matéria em questão? Cite ao menos três viáveis: 

Texto 02: A triste história do PM que morreu duas vezes 

Luciano Batista Coelho era cabo da PM, trabalhava no vigésimo quinto batalhão, em Cabo Frio. Honesto, prestativo, querido pela comunidade, um PM desses que a gente, às vezes, acha que não existe mais por aí. Estava fazendo bico como segurança -- uma forma que policiais têm de sobreviver honestamente e compensar o péssimo salário que recebem (quando recebem). Luciano fazia a segurança de uma farmácia, quando percebeu que a loja ao lado estava sendo assaltada e tentou impedir. Podia ter ficado quieto? Podia. Muitos fariam. Ele não fez. O senso de justiça falou mais alto. Luciano era um só. Os bandidos, quatro. Espalhados, disfarçados e, especialistas em ser bandidos, atiraram. Bem na cabeça, que era para matar. Quando os colegas chegaram, já era tarde demais. Luciano já estava morto, pela segunda vez. Em 2015, Luciano limpava o revólver quando um tiro atingiu Eloá, sua filha de onze meses. 

Eu errei muito, como mãe, inclusive. E morri por dentro, mil vezes, de culpa e remorso. Por falhas e omissões. Por invasões, por me calar, por falar mais do que devia, por não ter suportado um pouco mais ou não ter agido antes. Me corta a alma imaginar a angústia que Luciano precisou suportar pela vida afora. Consegue imaginar a dor? Por isso não me cabe julgar. Nem cogitar se houve falhas. Quem nunca errou na vida que atire a primeira pedra. A mim, só me cabe sentir muito. E dizer que imagino o tamanho do estrago que um acidente desses faz numa vida. Numa família. Como sobreviver a uma tragédia dessas? Nem imagino. Mas Luciano conseguiu, sem perder a doçura e a gentileza; Eu não conseguiria. 

A morte de Eloá foi acidental. Uma dessas surpresas macabras que a vida arma com a gente. Mas a morte de Luciano não foi. Luciano foi assassinado, em Cabo Frio. Maurício Chagas Barros, em Belford Roxo. Felipe Santos Mesquita, na Rocinha. Três policiais em pouco mais de doze horas. Trinta e um só este ano, e ainda estamos em março! Isso não é acidente! 

Imaginem dois times entrando em campo. Um todo equipado, bem treinado, com muitos jogadores. Outro é o time dos sem camisa: a bola é furada, uniforme desbotado, a alimentação é pouca (isso quando não vem estragada). O equipamento é antiquado, quebrado, péssimo. O time é desfalcado, a cada dia mais um pouco. Assim estamos nós, cariocas, lutando contra os péssimos governantes que elegemos, contra o abandono em que fomos jogados. Nós somos os sem camisa na Educação e na Saúde. Os PMs são os sem camisa na Segurança. Uma profissão em que se arrisca a vida, que é tão perigosa que o tipo de sangue precisa vir bordado no bolso: eles estão sem treinamento, sem atualização, sem preparo, sem salários dignos, exaustos e ainda tendo que emendar plantão e fazer bico para pagar as contas. Do outro lado, as quadrilhas armadas até os dentes, preparadas, prontas a atirar sem dó. Gente, isso não pode! Estamos morrendo em cada esquina. Estamos apavorados. Vivemos mergulhados em aflição e angústia. Temos medo de sair às ruas. Saímos e não sabemos se voltamos. Isso é muito descaso! Estamos sucateados, fruto do desgoverno que se instalou no Rio. 

Toda morte importa. Toda morte dói em alguém. Não se pode fingir que esse faroeste em que vivemos seja normal. Vivemos pendurados em gambiarras de esperanças que já mal se sustentam em pé. Até quando? Quantos mais vamos esperar morrer? No gatilho de cada arma que ceifa nossas vidas há a digital do Estado. São culpados todos os que desviaram nossos impostos. Os que só cuidaram dos próprios bolsos. Os que transformaram nosso suor em jantares, mansões, helicópteros e joias. Os que dão declarações sorridentes dizendo que não há verbas. O Estado que não equipa, não treina, não prepara seus policiais, joga a todos nós na jaula dos leões para sermos devorados. Afundamos, a cada dia mais, numa lama de desespero. O Estado que nega Educação de qualidade empurra seus jovens para a bandidagem. O Estado que não cuida da Saúde do seu povo, é um Estado assassino. Assassino por negligência, por omissão, por abandono. 

Não se trata de armar a população. Luciano estava armado e não conseguiu sair vivo. O que garante uma vida de qualidade é dar à população os direitos que todos têm. Investir verdadeiramente em Saúde, Educação e Segurança. Isso é que o traz a paz. Não se iludam. Nossa omissão está também registrada no gatilho de cada um dessas trinta e uma armas. Até quando vamos suportar sem nada fazer? Até quando vamos votar nos mesmos? Até quando vamos simplesmente não acompanhar e cobrar nossos direitos? 

PMs assassinos: presente! Povo assassinado: presente! Poder público: ausente! Como sempre! 

(Mônica Raof El Bayed)

01) Se considerássemos o título desse artigo de opinião como sendo uma manchete, ela teria a mesma abordagem da manchete já analisada? Justifique sua resposta: 

02) Explique a passagem destacada no primeiro parágrafo: 

03) Qual o objetivo dos parênteses utilizados nesse mesmo parágrafo? 

04) Transcreva do texto uma passagem que mostre uma nítida desvantagem de Luciano com relação aos bandidos: 

05) Copie do texto uma passagem que justifique o título do artigo de opinião, explicando: 

06) Você concorda que Luciano morreu mais de uma vez? Por quê? 

07) A autora, assim como quem escreveu a manchete patética e tendenciosa, também utilizou um fato doloroso do passado do Luciano, porém, com outra conotação. Qual? A que conclusão podemos chegar?

08) Copie do texto um exemplo de antítese, explicando seu raciocínio:

09) Copie do texto uma passagem que convida o leitor a refletir, participando, e qual seria o objetivo de tal recurso?

10) Por que você acha que a autora fez questão de repetir, diversas vezes, o nome do PM assassinado e não recorrer a pronomes ou afins? 

11) O assassinato de Luciano, apesar de ter sido o mote do texto, não foi o único a ser explorado. O que mais a autora denuncia e qual a opinião dela quanto a isso? E a sua? Comente: 

12) Copie do texto exemplos de oralidade, dizendo qual é a importância disso para o texto de um modo geral:

13) Segundo a autora, quais são as áreas mais problemáticas do povo carioca? Você concorda com ela? Qual seria a solução imediata para esses problemas? 

14) Para a autora, quem é o culpado por todo esse descaso com a população carioca como um todo? Você concorda com ela? Explique: 

15) No último parágrafo, há uma passagem em destaque, em que a autora levanta uma outra discussão bem polêmica: a questão do armamento, que é a solução para muitos. Qual a opinião dela sobre isso? E a sua? Você concorda? 

16) Tente enumerar três argumentos favoráveis e três desfavoráveis para a questão do armamento: 

17) Você concorda que nós também temos culpa por tudo de ruim que tem acontecido, especialmente no Rio? Justifique sua resposta: 

18) Copie do texto três bons exemplos de FATO e três de opinião: 

19) Que mensagem o texto lhe transmitiu? Que sentimento ele mais despertou em você? 

20) Diga a que classe gramatical pertence cada palavra sublinhada no segundo parágrafo do texto: 

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Atividade sobre o texto "Erro de português", de Oswald de Andrade


Erro de português

Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena! 
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português

(Oswald de Andrade)

01) Justifique o título dado ao texto, reforçando a dupla possibilidade de sentido a ele dado:

02) A que fato histórico se refere o primeiro verso do poema?

03) A que fato se refere metaforicamente o terceiro verso do poema?

04) Considerando os elementos colonizador (português) e colonizado (índio), que conotação assumem os verbos VESTIR e DESPIR? 

05) O poema traz à tona uma hipótese: inverter um fato ocorrido. que verso exprime a condição para que tal hipótese pudesse ter sido concretizada?

06) A escolha do verbo VESTIR para metaforizar a superposição cultural que ocorreu na colonização tem relação com o primeiro choque cultural retratado por Caminha em sua carta. De que choque se trata? 

07) No poema, o tempo meteorológico metaforiza a oposição entre português e índio. Que elemento da natureza simboliza cada povo?

08) Transcreva um verso do poema que expressa uma opinião do eu lírico a respeito da colonização portuguesa: 

09) Copie do poema um fato e uma opinião, aproveitando para diferenciá-los:

10) Que mensagem o texto transmite? Comente: 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Texto literário e não literário - "O bicho", de Manuel Bandeira, e outros

Texto 01: Descuidar do lixo é sujeira

Diariamente, duas horas antes da chegada do caminhão da prefeitura, a gerência de uma das filiais do MC Donald´s deposita na calçada dezenas de sacos plásticos recheados de papelão, isopor, restos de sanduíches. Isso acaba propiciando um lamentável banquete de mendigos. Dezenas deles vão ali revirar o material e acabam deixando os restos espalhados pelo calçadão. 

(Veja São Paulo)

01) A que gênero pertence o texto acima? Justifique sua resposta:

02) Trata-se de um texto literário ou não literário? Por quê? 

03) Copie do texto um fato e uma opinião: 

04) Justifique o título dado ao texto, explicando a possível ambiguidade: 

05) Em que palavra presente no título reside a possibilidade de uma dupla interpretação? 

06) Localize no texto:

a) três numerais:
b) um advérbio de lugar:
c) um advérbio de tempo:
d) três substantivos comuns:
e) um substantivo próprio:
f) dois adjetivos: 

Texto 02: O Bicho

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão
Não era um gato
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem

(Manuel Bandeira) 

07) A que gênero pertence o texto acima? Justifique sua resposta: 

08) Quantas estrofes e quantos versos compõem o texto:

09) Trata-se de um texto literário ou não literário? Explique:

10) Qual o verso mais expressivo do texto? Por quê? 

11) Que sensação o texto transmitiu? Justifique sua resposta: 

12) De que maneira os dois textos dialogam entre si? Comente: 

13) O título contribui para o clima de suspense e depois de surpresa? Por quê? 

14) Que outro título você daria ao texto lido? 

15) Diga a que classe gramatical pertence cada uma das palavras sublinhadas no texto: 

16) Escolha um dos dois textos para ilustrar, de forma mais expressiva possível: 

17) Justifique o uso dos dois pontos e do ponto de exclamação: 

18) Diferencie, com suas palavras, o que é um texto literário e um não literário: 


19) Associe, de alguma forma, a imagem acima aos dois textos analisados: 

20) Produza um pequeno poema para acompanhar tal imagem: 

21) Utilize cinco adjetivos para caracterizar o menino: 


22) Compare a imagem acima com a anterior, dizendo qual achou mais expressiva e o porquê: 

23) Utilize tal imagem para acompanhar uma notícia de jornal que você vai produzir: 


24) Que crítica social a charge acima faz? Justifique sua resposta: 

25) Podemos afirmar que há uma incoerência em tal charge? Por quê? 

26) Crie uma proposta de intervenção para ajudar a combater essa problemática: 

27) Leia a tirinha abaixo, que presta uma linda homenagem ao poema de Bandeira, dizendo o que você achou dela: