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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Atividade sobre o gênero NOTÍCIA - Caso George Floyd

 Caso George Floyd: morte de homem negro filmado com policial branco 
com joelhos em seu pescoço causa indignação nos EUA

FBI investiga morte em Minneapolis; vídeo filmado por testemunha mostra George Floyd,
de 40 anos, imobilizado no chão, dizendo "não consigo respirar", enquanto 
policial mantém joelho sobre seu pescoço.


A morte de um homem negro em Minnesota, nos Estados Unidos, causou uma onda de indignação depois da divulgação de um vídeo que mostra um policial branco ajoelhado no pescoço dele. Nas imagens, colhidas na segunda-feira (25), o homem identificado como George Floyd, de 40 anos, reclama e diz repetidamente: "Não consigo respirar". Pouco depois, ele parece não se mexer, antes de ser colocado em uma maca e transferido para uma ambulância. O episódio lembra o que aconteceu com Eric Garner, um negro que morreu ao ser preso em 2014 em Nova York. Garner repetiu "Não consigo respirar" 11 vezes. 

O que aconteceu? 

A policia local disse em comunicado que Floyd morreu "após um incidente médico durante uma interação policial". A polícia estava respondendo a uma chamada dizendo que um homem tentava usar cartões falsos em uma loja de conveniência. Dois policiais localizaram o suspeito em um veículo. Segundo eles, ele "parecia estar intoxicado". Eles ordenaram que saísse do veículo, mas o homem resistiu, segundo a versão da polícia. "Os policiais conseguiram algemar o suspeito e notaram que ele parecia estar sofrendo de problemas médicos", acrescentou o comunicado.

No vídeo de 10 minutos filmado por uma testemunha, um policial mantém Floyd no chão, que, a certa altura, diz: "Não me mate". Testemunhas pedem ao policial que tire o joelho do pescoço do homem, observando que ele não estava se mexendo. Alguns dizem que "seu nariz está sangrando", enquanto outro pede: "Saia do pescoço dele". 

A polícia disse que nenhuma arma foi usada durante o episódio e que as imagens das câmeras foram enviadas para o Departamento de Execução Penal de Minnesota, que também iniciou uma investigação

Em declarações à imprensa norte-americana na terça-feira, a chefe da polícia de Minneapolis, Medaria Arradondo, disse que a polícia de uso da força "para colocar alguém sob controle" será revisada. O FBI não comentou o caso.   

 https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/05

01) A que gênero pertence o texto acima? Qual o seu objetivo?

02) Que fato está sendo noticiado? 

03) Qual a causa da morte de George Floyd? 

04) "Segundo eles, ele parecia estar intoxicado" (terceiro parágrafo). Qual o significado da expressão em destaque? 

05) De acordo com o terceiro parágrafo, por que a polícia foi chamada? 

06) Segundo o texto, esta é a primeira vez que um caso desse acontece? Explique:

07) No vídeo de 10 minutos filmado por uma testemunha, um policial mantém Floyd no chão, que, a certa altura, diz: "Não me mate" (quarto parágrafo). Por que foram utilizadas as aspas nesse trecho? 

08) Que proposta de intervenção você daria para o problema de abuso apontado na notícia? 

09) Diga a que classe gramatical pertence cada uma das palavras destacadas no texto: 

(Atividade feita em parceria com a querida amiga Cristiane Guntensperger)

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Atividade sobre a música "A carne", com Elza Soares


A carne 

A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra

Que vai de graça pro presídio 
E para debaixo do plástico 
Que vai de graça pro subemprego
E pros hospitais psiquiátricos 

A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra

Que fez e faz história
Segurando esse país no braço
O cabra aqui não se sente revoltado 
Porque o revólver já está engatilhado
E o vingador é lento 
Mas muito bem intencionado
E esse país
Vai deixando todo mundo preto 
E o cabelo esticado 

Mas mesmo assim 
Ainda guardo o direito 
De algum antepassado da cor
Brigar sutilmente por respeito 
Brigar bravamente por respeito 
Brigar por justiça e por respeito 
De algum antepassado da cor 
Brigar, brigar, brigar...

A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra

(Seu Jorge, Marcelo Yuca e Wilson Capellete) 

01) Justifique o título dado à música, sugerindo um outro para ela:

02) Por que "a carne mais barata do mercado é a carne negra"? 

03) Que sensação tal afirmação despertou em você? Comente: 

04) Por que razão ela é tão repetida na canção? Qual o objetivo dessa repetição? 

05) Como reverter esse tipo de situação? Levante hipóteses: 

06) O que a segunda estrofe da canção aponta? Explique com suas palavras quais são os caminhos mais comuns para os negros em nossa sociedade: 

07) Copie do texto fortes marcas de oralidade:

08) Que denúncia social é feita nos versos em negrito na música? O que você pensa a respeito disso? 

09) Explique as diferenças existentes nos versos sublinhados no texto: 

10) Que mensagem a canção transmite? Comente:

(Música indicada pela querida amiga de grupo: Dani Belotto)

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Atividade sobre o texto "Sou negra sim", de Isabel Cristina Silveira Soares


 Sou negra sim

Tenho cabelo crespo
Pele como noite escura
Sou forte, lutadora
Aceito-me sem frescura! 
Sou linda, versátil
Lábios carnudos,
Sentimento luz
Trabalhadora, honesta
Um jeito que seduz.
Da história deste país
Que um dia só floresta
Sou protagonista da dor, 
Sofrimento e progresso! 
Sou negra sim! 
Sou a matriz desta sociedade
Tão falsamente rebuscada
E totalmente desorientada.
Sou negra sim! 
Segregada, discriminada
Mas sempre serei história
De vida... 
Luta...
Progresso!...
Por quê? 
Fiz e faço este Brasil
De histórias mil. 

(Isabel) 

01) Justifique o título dado ao texto acima:

02) Explique a passagem que se encontra sublinhada nele: 

03) Interprete o verso que se encontra em negrito no texto: 

04) Copie do texto uma comparação, dizendo sua intenção: 

05) Circule nele todos os adjetivos que encontrar: 

06) Qual o objetivo de utilizar tantos adjetivos? 

07) Transcreva do poema o trecho que mais expressa orgulho de pertencer à raça negra: 

08) Que mensagem o texto transmite? Comente: 

09) Associe a imagem e a frase contida nela ao poema: 

10) Até que ponto ter consciência da sua raça e da sua história ajuda a diminuir o preconceito? 

11) Uma sociedade em que há necessidade de ter um dia especial para reverenciar a "Consciência Negra" é uma sociedade consciente? Justifique sua resposta:

12) Você já presenciou ou sofreu algum tipo de discriminação por causa da cor da sua pele? Explique: 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Atividade sobre a música "Ilê Pérola Negra", com Daniela Mercury


Ilê Pérola Negra

O canto do negro
Veio lá do alto
É belo como a íris dos olhos de Deus

E no repique, no batuque
No choque do aço
Eu quero penetrar
No laço afro que é meu, e seu

E vem cantar meu povo
Vem cantar você
Bate os pés no chão, moçada
E diz que é do ilê ayê

Lá vem a negrada que faz
O astral da avenida
Mas que coisa tão linda
Quando ela passa me faz chorar

Tu és o mais belo dos belos
Traz paz e riqueza
Tens o brilho tão forte
Por isso te chamo de pérola negra

Ê, pérola negra
Pérola negra, ilê ayê
Minha pérola negra

Com sutileza
Cantando e encantando a nação
Batendo bem forte em cada coração
Fazendo subir a adrenalina

Como dizia Buziga:
Edimin 
Emife nagô dilê

Ê, pérola negra...!!!

(Miltão / Renê Veneno / Guiguio)

01) Justifique o título dado à canção:

02) Qual é o tema da música? Justifique sua resposta:

03) Explique os versos destacados na canção:

04) Transcreva da música uma comparação, explicando-a:

05) Copie do texto palavras que têm origem africana, explicando o porquê disso:

06) Circule na canção um vocativo, dizendo a quem ele se refere:

07) Que mensagem a música transmite? Comente:

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Atividade sobre a música "Coloridos", de Kell Smith


Coloridos

O mesmo grito uma outra boca minha 
Uma só voz em mil vozes querendo paz
Nos dividiram em números e outras rixas
Dados fadados ao tanto faz

Tentaram nos tirar a essência da essência daquilo que é essencial
Que o que nos difere é exatamente aquilo que nos torna igual
E mesmo que soe clichê, falar de amor é fundamental
E cada cultura tua cor tornando real

Coloridos, feito de luz
A diferença é o que nos traduz
Coloridos, feito de luz
A diferença é o que nos traduz

Todas as tribos, ritmos e o mesmo objetivo nos tornando íntimos
Porque a falta de cor nos tirou os estímulos
E o que nos representa paz é um arco-íris nítido
Até tentei dizer de forma branda
Mas falta consciência negra
Falta consciência humana

Não somos gente, somos gentes
Não aceitamos nossa história morrendo como indigentes
Qual é o nosso papel? Colorir
Seja você o lápis da revolução aqui 
Socorro, Salvador Dalí, salvador daqui 
Queremos aquarela pra sentir

Coloridos, feito de luz
A diferença é o que nos traduz
Coloridos, feito de luz
A diferença é o que nos traduz

(Kell Smith)

01) Justifique o título dado à música:

02) O que significa o terceiro verso da primeira estrofe?

03) Explique o verso em destaque na canção, mencionando se houve ou não nele um pleonasmo:

04) Copie do texto um aparente paradoxo, explicando seu raciocínio:

05) Explique a forma plural usada no verso destacado na penúltima estrofe:

06) Por que o eu lírico pede socorro ao pintor Salvador Dalí?

07) Transcreva do texto uma metáfora e qual o seu efeito para a canção:

08) A música faz uso de um trocadilho. Qual? Com que objetivo?

09) Explique a importância dos numerais empregados na primeira estrofe, circulando-os:

10) O que você acha que é essencial e que tentam nos tirar? Por que há essa tentativa?

11) Qual a sua função social enquanto "lápis"? Você a tem cumprido?

12) Você acha que nosso país é um país "colorido"? Justifique sua resposta:

13) Por que falar de amor pode ser considerado um clichê?

14) O que é "consciência negra"? Você acha que isso reforça ou não rixas? Por quê?

15) Por que você acha que o eu lírico optou pela expressão "consciência humana"? O que muda?

16) A paz é tradicionalmente representada pela cor branca, porém, na canção, é afirmado que "o que nos representa paz é um arco-íris nítido". Por quê? Que intenção fica evidenciada nessa passagem? 

17) Você já ouviu falar no termo "colorismo"? Pesquise a respeito e resuma com suas palavras o que significa e como isso está presente na música: 

18) Como é possível combater o colorismo? De que modo isso pode ser feito? 

19) É fácil detectar termos relacionados ao colorismo em apelidos do tipo: Marrom bombom, cor de jambo, café com leite, etc. Que outros exemplos você citaria? Com que objetivo se recorrem a eles? O que você pensa a respeito disso? 

20) Que mensagem a canção transmite? Comente:

(Atividade feita em parceria com minha querida amiga Ana Cristina Pontes)

domingo, 28 de junho de 2020

Atividade sobre a música "Negro drama", com Seu Jorge



Negro drama

Negro drama
Entre o sucesso e a lama
Dinheiro, problemas,
Invejas, luxo e fama.
Negro drama
Cabelo crespo
E a pele escura
A ferida, a chaga
À procura da cura. 

Negro drama
Tenta ver
E não vê nada
A não ser uma estrela
Longe, meio ofuscada
Sente o drama
Do preço e da cobrança
No amor, no ódio
e na insana vingança

Negro drama
Eu sei quem trama 
E quem tá comigo
O trauma que eu carrego
Pra não ser mais preto fodido
O drama da cadeia em favela
Túmulo, sangue
Sirene, choros e vela

Passageiros do Brasil
São Paulo, agonia
 que sobrevivem
em meio a zona e covardias
Periferias, vielas e cortiços
Você deve tá pensando
O que você tem a ver com isso
Desde o início
Por ouro e prata
Olha quem morre então! 
Veja você quem mata!
Recebe o mérito da farda
Que pratica o mal
Ver o pobre, preso ou morto
Já é cultural

Histórias, registros,
Escritos
Não é conto
Nem fábula, lendas ou mito
Não foi sempre dito
Que preto não tem vez?!?
Então olha o castelo, irmão,
Foi você quem fez, cuzão!
Eu sou irmão 
Dos meus trutas de batalha
Eu era a carne
Agora sou a própria navalha
Tim tim
Um brinde pra mim
Sou exemplo de vitórias
Trajetos e glórias
O dinheiro tira um homem da miséria
Mas não pode arrancar 
De dentro dele
A favela

São poucos
Que entram em campo pra vencer
A alma guarda
O que a mente tenta esquecer
Olho pra trás 
Vejo a estrada que eu trilhei
Mó cota!
Quem teve lado a lado
E quem só ficô na porta
Entre as frases
Fases e várias etapas
Do quem é quem 
Dos mano e das mina fraca

Hum!
Negro drama de estilo
Pra ser 
E se for
Tem que ser
Se temer, é milho
Entre o gatilho e a tempestade
Sempre a provar
Que eis homem e não um covarde
Que Deus me guarde
Pois eu sei 
Que Ele não é neutro
Vigia os rico
Mas ama os que vem do gueto
Eu visto preto
Por dentro e por fora
Guerreiro
Poeta entre o tempo e a memória

Hora
Essa história
Vejo o dólar
E vários quilates
Falo pro mano
"Não morra,
mas também não mate".
O tic tac
Não espera, veja o ponteiro
Essa estrada é venenosa
E cheia de morteiro
Pesadelo?
Hum, é um elogio
Pra quem vive na guerra
A paz nunca existiu
Num clima quente
A minha gente sua frio
Vi um pretinho
Seu caderno era um fuzil...
(...)

(Racionais MC´s)

01) Justifique o título dado à canção:

02) Se as palavras contidas no título fossem invertidas, o sentido permaneceria o mesmo? Explique:

03) Explique os versos "O dinheiro tira um homem da miséria / Mas não pode arrancar / De dentro dele / A favela", posicionando-se sobre o assunto: 

04) A que se referem as palavras "crime", "futebol", "música"? Comente:

05) Posicione-se sobre a passagem que se encontra em negrito na canção, explicando seu ponto de vista:

06) Interprete a segunda passagem em destaque na música, explicando bem:

07) O drama vivido pelos negros não é de hoje, é um problema antigo. Que trecho da música  retoma esse passado? 

08) Esse drama incomoda as pessoas? Utilize uma passagem da música para justificar sua resposta:

09) Que palavra representa a polícia? 

10) O RAP é ouvido apenas nas favelas. Que trecho(s) confirma(m) ou refuta(m) essa afirmação? 

11) Em que momento há um apelo religioso na canção? Transcreva-o:

12) Copie um tipo de rima, explicando a sua escolha: 

13) Localize na música desvios da língua padrão, justificando por que eles foram mantidos:

14) Adeque esses desvios selecionados à norma culta: 

15) Copie do texto marcas fortes de oralidade:

16) Que mensagem a música transmite? Comente:

Se quiser, vale a pena conferir a música inteira e cantada pelos autores: Racionais MC´s:


(Atividade elaborada em parceria com o amigo Jefferson Salles)

quarta-feira, 25 de março de 2020

Atividade sobre a música "Respeitem meus cabelos, brancos", de Chico César


Respeitem meus cabelos, brancos

Respeitem meus cabelos, brancos
Chegou a hora de falar
Vamos ser francos

Pois quando um preto fala
O branco cala ou deixa a sala
Com veludo nos tamancos

Cabelo veio da África
Junto com meus santos

Benguelas, zulus, gêges,
Rebolos, bundos, bantos,
Batuques, toques, mandingas,
Danças, tranças, cantos
Respeitem meus cabelos, brancos

Se eu quero pixaim, deixa
Se eu quero enrolar, deixa
Se eu quero colorir, deixa
Se eu quero assanhar, deixa
Deixa, deixa a madeixa balançar

(Chico César)

01) Justifique o título dado à música:

02) Copie da canção um vocativo, dizendo como você chegou a essa conclusão:

03) Transcreva da música um exemplo de anáfora, dizendo qual a sua importância para o contexto:

04) Se retirássemos a vírgula presente no primeiro verso da canção, o sentido mudaria? Justifique sua resposta:

05) Explique a repetição do verbo "deixa" na última estrofe:

06) Interprete o verso em negrito na segunda estrofe:

07) Podemos afirmar que os vocábulos sublinhados na segunda estrofe são adjetivos? Justifique sua resposta: 

08) Copie do texto as várias heranças vindas do povo africano, e pesquise aquelas que nunca ouviu falar e não sabe do significado: 

09) Que mensagem a música transmite?

10) Que crítica social a canção faz? Comente:

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Atividade sobre charge - Dia da Consciência Negra



01) O que a charge acima nitidamente critica? O que você pensa a respeito disso?

02) Como você percebeu essa crítica? Através de que "pistas" textuais?

03) É empregado no texto algum tipo de variante da Língua Portuguesa? Se sim, qual?

04) Existe na charge alum vocativo? Justifique sua resposta:

05) A que data especial a charge se refere? O que você pensa sobre a existência de tal dia? Ele muda alguma coisa, de fato? Comente: 

06) "Black Journal" e "Total black" foram expressões utilizadas na charge. Por que o chargista quis utilizá-las?

domingo, 22 de dezembro de 2019

Atividade sobre o filme "Felicidade por um fio" (1 h 38 min)


Sinopse: Violet Jones é uma publicitária bem-sucedida que considera sua vida perfeita, tendo um ótimo namorado e uma rotina organizada meticulosamente para conseguir estar sempre impecável. Após uma enorme desilusão, ao descobrir que seu namorado não é quem ela esperava, Violet muda sua rotina radicalmente, repagina o visual e percebe que o caminho da aceitação de seu cabelo está intrinsecamente ligado a sua reformulação como mulher, superando traumas que vêm desde a infância e pela primeira vez se colocando acima da opinião alheia.  

01) Justifique o título dado ao filme, explorando a ambiguidade nele presente:

02) O que incomodava a protagonista?

03) Por que a mãe dela a proibia de pular na piscina, quando criança? O que ela resolveu fazer?

04) Depois de várias transformações capilares, que medida extrema Violet decide tomar? Que sentimentos ela demonstra nessa hora?

05) Por que a mãe de Violet desmaiou? Você achou isso natural ou um exagero? Por quê?

06) Por que Violet ficou decepcionada com o presente que o namorado deu de aniversário?

07) Você acha que a menininha estar roubando numa loja foi um pedido de socorro? Justifique sua resposta:

08) Você concorda com a passagem "É uma luta contra a TV, comerciais, revistas, que dizem que um cabelo liso é o que te deixa linda"? Explique seu ponto de vista:

09) Por que Violet desistiu de casar com seu antigo namorado? O que você faria no lugar dela?

10) O que significa essa fala da Violet para a mãe: "A garota que um homem quer, mas não a que eu quero"?

11) O que o pulo de Violet, adulta, na piscina significou para ela e para os demais convidados?

12) Que mensagem o filme transmite?

13) Posicione-se sobre a passagem "Não deixe a opinião negativa de outra pessoa virar sua realidade", argumentando bem: 

14) De que parte dele você mais gostou? Por quê?

Para complementar o assunto, fica aqui a preciosa dica dada pela amiga Ana Cristina:


quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Atividade sobre o curta "Dúdú e o lápis cor de pele" (19 min)


Sinopse: Dudu é um menino inteligente, curioso e negro! Quando sua professora Sônia aconselha que ele utilize um "lápis cor da pele" para pintar o seu desenho, isso provoca nele uma crise de identidade, levando-o a sair em busca de respostas para as suas dúvidas. (Duração: 19 minutos)

01) Justifique o título do curta:

02) Por que a expressão "lápis cor da pele" provocou em Dudu uma crise de identidade?

03) O que você achou da atitude da professora Sônia? Você achou que ela foi racista? Por quê? 

04) O argumento da professora para se defender da acusação da mãe do menino foi convincente? Justifique sua resposta: 

05) Você considerou a atitude da mãe do menino correta? E a do diretor da escola? Por quê?

06) Posicione-se sobre essa fala da mãe do Dudu: "Mal entendido há mais de 500 anos", justificando sua posição:

07) Por que o protagonista fugiu da escola? O que isso pode revelar?

08) O que a aconteceu com o pai do Dudu? No que isso pode, de certa forma, afetar a postura da mãe do menino? 

09) Comente a frase, de acordo com o contexto em que ela foi empregada: "Existem muitas formas de se puxar o gatilho": 

10) O pai da professora Sônia era racista? Justifique sua resposta: 

11) Por que Sônia terminou o relacionamento com Gustavo? O que ela sente ao reencontrá-lo? Por que esses detalhes foram acrescentados à história do curta? 

12) Quem conseguiu ajudar o menino a se encontrar? De que maneira isso ocorreu?

13) Como você responderia à pergunta "Qual é a cor certa?"? Comente:

14) Qual a intenção da antropóloga ao citar nomes como Pelé, Dona Ivone Lara, Zumbi e Cartola para o Dudu? 

15) Por que o menino decidiu ser chamado apenas de "Dúdú" e não mais de Eduardo? O que isso revela? 

16) O que o desenho do menino no final do curta significou? 

17) Que mensagem o curta transmite?

18) De que parte do curta você mais gostou? Por quê?

Atividade sobre o texto "O dia da consciência negra", de Rachel de Queiroz


O dia da consciência negra

Comemora-se aqui no Rio -- hoje, 20 de novembro, dia em que escrevo estas linhas -- um feriado em homenagem a Zumbi dos Palmares, feriado que se passou a chamar "Dia da Consciência Negra". 
O assunto é delicado; em questão de raça, deve-se tocar nela com dedos de veludo. Pode ser que eu esteja errada, mas parece que no tema de raça, racismo, negritude, branquitude, nós caímos em preconceito igual ao dos racistas. O europeu colonizador  tem -- ou tinha -- uma lei: teve uma parte de sangue negro -- é negro. Por pequena que seja a gota de sangue negro no indivíduo, polui-se a nobre linfa ariana, e o portador da mistura é "declarado negro". E os mestiços aceitam a definição e -- melões, quarteirões, octorões -- se dizem altivamente "negros", quando isso não é verdade. Ao se afirmar "negro" o mestiço faz bonito, pois assume no total a cor que o branco despreza. Mas ao mesmo tempo está assumindo também o preconceito do branco contra o mestiço. Vira racista, porque, dizendo-se negro, renega a sua condição de mulato, mestiço, half-breed, meia casta, marabá, desprezados pela branquidade. Aliás, é geral no mundo a noção exacerbada de raça, que não afeta só os brancos, mas os amarelos, vermelhos, negros; todos desprezam o meio casta, exemplo vivo da infração à lei tribal.
Eu acho que um povo mestiço, como nós, deveria assumir tranquilamente essa sua condição de emstiço; em vez de se dizer negro por bravata, por desafio -- o que é bonito, sinal de orgulho, mas sinal de preconceito também. Os campeões nossos da negritude, todos eles, se dizem simplesmente negros. Acham feio, quem sabe até humilhante, se declararem mestiços, ou meio brancos, como na verdade o são. "Black is beautiful"  eu também acho. Mas mulato é lindo também, seja qual for a dose da sua mistura de raça. Houve um tempo, antes de se desenvolver no mundo a reação antirracista, em que até se fazia aqui no Rio o concurso "rainha das mulatas". Mas a distinção só valia para a mulata jovem e bela. Preconceito também e dos péssimos, pois a mulata só era valorizada como objeto sexual, capaz de satisfazer a consciência dos homens. 
A gente não pode se deixar cair nessa armadilha dos brancos. A gente tem de assumir a nossa mulataria. Qual brasileiro pode jurar que tem sangue "puro" nas veias -- branco, negro, árabe, japonês? 
Vejam a lição de Gilberto Freyre, tão bonita. Nós todos somos mestiços, mulatos, morenos, em dosagem várias. Os casos de branco puro são exceção (como os índios puros -- tais os remanescentes de tribos que certos antropólogos querem manter isolados, geneticamente puros -- fósseis vivos -- para eles estudarem...). Não vale indagar se a nossa avó chegou aqui de caravela ou de navio negreiro, se nasceu em taba de índio ou na casa grande. Todas elas somos nós, qualquer procedência. Tudo é brasileiro. Quando uma amiga minha, doutora, participante ilustre de um congresso médico, me declarou orgulhosa "eu sou negra" -- não resisti e perguntei: "Por que você tem vergonha de ser mulata?" Ela quase se zangou. Mas quem tinha razão era eu. Na paixão da luta contra a estupidez dos brancos, os mestiços caem justamente na posição que o branco prega: negro de um lado, branco do outro. Teve uma gota de sangue africano e negro -- mas tendo uma gota de sangue branco será declarado branco? Não é. 
Ah, meus irmãos, pensem bem. Mulata, mulato também são bonitos e quanto! E nós todos somos mesmo mestiços, com muita honra, ou morenos, como o queria o grande Freyre. Raça morena, estamos apurando. Daqui a 500 anos será reconhecida como "zootecnicamente pura" tal como se diz de bois e de cavalos. Se é assim que eles gostam! 

(Rachel de Queiroz - "O Estado de São Paulo") 

01) A que acontecimento se refere o título?

02) Como o assunto da crônica é abordado?

03) O que a cronista quer provocar no leitor ao abordar esse assunto polêmico? 

04) Como o texto dialoga com o leitor? Justifique sua resposta com palavras do texto:

05) Posicione-se com relação ao trecho em negrito no texto, no segundo parágrafo, argumentando bem:

06) Copie da crônica uma passagem carregada de ironia, explicando seu raciocínio:

07) Dê a sua opinião sobre a segunda passagem em destaque no texto, argumentando: 

08) Por que existem palavras no texto que se encontram em itálico? 

09) Posicione-se sobre a terceira passagem em destauqe na crônica: 

10) Segundo a autora, qual é a armadilha dos brancos? Explique: 

11) Por que há preconceito no concurso "A rainha das mulatas"? Você concorda com isso? 

12) Você concorda com a ideia de Gilberto Freyre? Por quê? 

13) Concorde ou discorde da quarta passagem em negrito no texto, justificando sua resposta: 

14) Posicione-se sobre o quinto trecho em destaque na crônica, explicando seu raciocínio: 

15) Circule no texto um vocativo: 

16) Escolha duas passagens entre aspas para justificar o uso delas: 

17) Explique a ironia presente no final do texto, explicando bem: 

18) Que mensagem o texto transmite? 

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Atividade sobre a obra "O lavrador de café", de Cândido Portinari (1934)


01) Justifique o título empregado na obra de arte acima, aproveitando para sugerir um outro:

02) Por que os braços e as pernas parecem maiores e mais fortes do que o restante do corpo?

03) O que a árvore cortada acrescenta à paisagem?

04) Que possível horizonte atrai a atenção do trabalhador?

05) No que ele poderia estar pensando naquele momento?

06) Utilize cinco adjetivos para caracterizar a personagem presente na obra:

07) Faça uma rápida descrição objetiva e outra subjetiva da obra, e depois compare-as:

08) Que sensações e impressões a obra lhe transmite?

09) O que o contraste de cores existente entre os solos e a vegetação sugere?

10) Que crítica Portinari provavelmente gostaria de fazer com tal obra?

11) Essa obra pode ser considerada atual? Ou algo mudou em termos de preconceito racial? Comente:

12) Utilize o personagem do quadro para uma pequena narrativa em que ele seja o protagonista:

(Participação especial das amigas Márcia Matos, Miria Fontenelle,
Nalva Kássia, Cristina Barata e Sandra Vitezi

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Atividade sobre a música "Todo camburão tem um pouco de Navio Negreiro", de O Rappa


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

Tudo começou quando a gente conversava
Naquela esquina ali
De frente àquela praça
Veio os homens
E nos pararam:
"Documento, por favor"
Então a gente apresentou,
Mas eles não paravam:
Qual é, negão? Qual é, negão?
O que que tá pegando?
Qual é, negão? Qual é, negão?

É mole de ver 
Que em qualquer "dura"
O tempo passa mais lento pro negão
Quem segurava com força a chibata
Agora usa farda 
Engatilha a macaca
Escolhe sempre o primeiro 
Negro pra passar na revista
Pra passar na revista

Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

É mole de ver 
Que para o negro 
Mesmo a AIDS possui hierarquia 
Na África a doença corre solta
E a imprensa mundial 
Dispensa poucas linhas
Comparado, comparado 
Ao que faz com qualquer 
Figurinha do cinema
Comparado, comparado 
Figurinha do cinema
Ou das colunas sociais.

Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

(O Rappa)

01) Justifique o título dado à canção:

02) Que intertextualidade a música traz? Em que verso? Com que outro texto? 

03) Justifique o emprego das aspas na primeira estrofe? 

04) O que a frase "Qual é, negão?" simboliza? Qual o vocativo presente nela? 

05) Por que essa expressão aparece repetidamente na música? 

06) Copie da canção marcas de oralidade: 

07) Explique os versos destacados na segunda estrofe: 

08) O que os versos da quarta estrofe simbolizam? 

09) Após a análise do contexto, quem são os "homens" no quarto verso?

10) Existe uma antítese presente nos dois primeiros versos da segunda estrofe? Explique:

11) Por que a palavra "dura" aparece entre aspas? Qual a ambiguidade nela presente?

12) Que relação o autor pretende fazer entre o "camburão" e o "navio negreiro"?

13) Que mensagem a música transmite? Comente:


14) De que forma a obra acima, chamada "Navio Negreiro", de Cândido Portinari, dialoga com a canção? Explique:

(Participação especial da minha querida amiga Yve West
que tem nome de artista e arrasa nas atividades que cria!)

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Que tal a gente construir as bonecas Abayomi?!?


Você conhece a boneca citada na tirinha acima?!? Dizem que, para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros -- navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil -- as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa "Encontro precioso", em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim. Há, ainda, quem aposte em outa versão, na qual a boneca era dada para que a criança ainda sentisse o cheiro da mãe quando tirada de seu seio para que a mulher servisse de ama de leite. Ambas remetendo à ancestralidade e ao período colonial. 

Independente das versões, a boneca Abayomi é uma criação contemporânea de uma artesã brasileira e se tornou comum na arte popular brasileira a partir do movimento de mulheres negras do Maranhão, tendo sido criada por Waldilena Martins ou Lena Martins, em 1987, que buscava na arte popular um instrumento de conscientização e socialização. As Abayomi são negras feitas de sobras de tecido que são amarrados, resgatando a forma mais singela do fazer artesanal, sem uso de costuras e o mínimo de ferramentas. Sem costura alguma, elas não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. 

As versões que circulam pela internet são muito bonitas e inspiradoras, mas não têm qualquer suporte histórico e ainda negam a autoria de uma artesão ainda viva e digna de aplausos, com uma intenção linda! O nome veio de uma amiga, integrante dos movimentos negros, que, estando grávida, disse que batizaria a criança, se fosse mulher, de Abayomi -- significando "meu presente", ou seja, em outras versões, "aquele ou aquela que me traz alegria". 

Em uma entrevista a um programa de TV, Lena lamenta a invenção que lhe tirou a autoria da boneca e disse que, mais de uma vez, ouviu de pessoas, inclusive de movimentos sociais, que preferiam as outras versões, por serem mais romantizadas, embora inverídicas, mas para quem, como eu, prefere a verdade, nua e crua, ainda mais numa triste época da desinformação, é fazer uma homenagem à Lena Martins, e, claro, propor aos alunos a confecção dessas bonecas... Vai ser super rico, aposto!!!! 


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Atividade sobre a obra "A Negra" (1923) - Tarsila do Amaral


01) O que você está vendo em tal obra de arte? Descreva as características principais dessa pessoa:

02) O que essa pessoa parece estar fazendo? Como é a sua posição?

03) Como ela parece se sentir? Onde ela se encontra?

04) Como são as cores da pintura? O que isso revela? Explique:

05) Há uma relação de proporcionalidade entre a cabeça e o corpo? Analise:

06) Compare essa obra com uma outra de Tarsila do Amaral, chamada "Abaporu", observando o que elas têm de diferente e de semelhante:

07) A imagem parece retratar uma cena nacional? Justifique sua resposta:

08) Que outro título você daria a essa obra?

09) Por que Tarsila teria optado por fazer uma negra com peito caído?

10) Que mensagem a obra lhe transmitiu e que sentimento ou emoção ela lhe despertou?

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Atividade sobre a obra "Mãe preta" - Lasar Segall (1930)


01) Qual a cor predominante na obra em questão? Que relação ela tem com o título dado?

02) Escreva pelo menos três substantivos abstratos que retratem os sentimentos ou sensações que a obra desperta em você:

03) Produza um texto dissertativo sobre a imagem em questão:

04) Produza um poema em alusão à personagem protagonista da imagem:

05) O que o rosto da mãe transmite? E o do filho?

06) Observando o contraste existente na obra de arte, a que estilo literário podemos associá-la? Justifique sua resposta:

07) Ao utilizar o termo “preta” em vez de “negra”, o pintor pode ter sido preconceituoso? O que você pensa a respeito disso? Comente:

08) Elabore um texto narrativo em que a cena final seja essa imagem:

09) Com base na imagem, crie um texto publicitário para o dia das mães:

10) Escreva possíveis falas que a personagem poderia estar dizendo a seu filho:

11) Baseando-se na imagem crie uma definição subjetiva para “Ser mãe”:

12) Observe a personagem feminina. Caracterize-a segundo dados da obra:

13) Você acha que vale a pena ser mãe? Explique:

domingo, 24 de julho de 2016

Atividade sobre o curta "O xadrez das cores" (21 min)



Sinopse: Cida, uma mulher negra de quarenta anos, vai trabalhar para Maria, uma velha de oitenta anos, viúva e sem filhos, que é extremamente racista. A relação entre as duas mulheres começa tumultuada, com Dona Estela tripudiando em cima de Cida por ela ser negra. Cida atura a tudo em silêncio,  até que decide se vingar através de um jogo de xadrez. 

01) Que comentário preconceituoso da patroa mais lhe chamou a atenção? Por quê?

02) Por que, apesar de todos os insultos, Cida continua no emprego? Você acha que isso é comum de acontecer? 

03) Justifique o título do curta, deixando claro a importância do xadrez para o entendimento da história:

04) Caracterize as duas personagens principais do curta, utilizando 04 adjetivos para cada uma delas:

05) Apesar das muitas diferenças, o que ambas as personagens descobriram ter em comum, no passado? O que isso revela? 

06) O que o curta denuncia? Você acha que ele cumpriu o seu objetivo? Comente:

07) Que parte do curta você achou mais interessante? Por quê?

08) O final do curta sinaliza alguma mudança na vida das personagens? Explique:

09) “Com a Dona Estela, eu aprendi que a vida da gente é que nem um jogo de xadrez. Pode ser uma guerra muito violenta, mas também pode ser uma brincadeira muito divertida”.  Posicione-se sobre tal afirmação: 

10) Que mensagem o curta transmite? Comente: 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Atividade sobre Literatura Africana - Tirinhas

-- Onde você guarda o seu racismo? (Debate) 

-- Lei 10639, de 09 de janeiro de 2003, que prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo escolar, principalmente de História e Literatura, assim como inclui o dia 20 de novembro como “Dia Nacional da Consciência Negra”.


01) Podemos afirmar que existe uma antítese na tirinha acima? Por quê?

02) Você acha que é necessário "ser a favor" de um ou outro grupo? Justifique sua resposta:

03) A que corresponderia o "misto", em nossa sociedade? E o que isso quer representar? 

04) Você vê alguma utilidade REAL para haver o "Dia da consciência negra"? Por quê? 


05) Você acha necessário haver algum tipo de divisão entre as pessoas? Se sim, qual? Justifique sua resposta:

06) O que seria "sentir a pele"? O que mudaria se isso ocorresse?

07) Você, sinceramente, costuma sentir a pele ou ver a cor? Justifique-se:

08) O que a tirinha critica? De que forma ela dialoga com a tirinha anterior? 


09) O que mais parece preocupar Cambito? 

10) Posicione-se sobre a afirmação "Dinheiro compra tudo. Até nome.", argumentando: 

11) O que todas as tirinhas têm em comum?