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sábado, 16 de maio de 2020

Atividade sobre o texto "Festa da natureza", com Fagner


Festa da natureza

Chegando o tempo do inverno 
Tudo é amoroso e terno
No fundo do pai eterno
Sua bondade sem fim

Sertão amargo esturricado
Ficando transformado
No mais imenso jardim
Num lindo quadro de beleza

Do campo até na floresta
As aves se manifestam
Compondo a sagrada orquestra
Da natureza em festa

Tudo é paz, tudo é carinho
No despertar de seus ninhos
Cantam alegres os passarinhos
O camponês vai prazenteiro

Plantar o seu feijão ligeiro
Pois é o que vinga primeiro
Nas terras do meu sertão
Depois que o poder celeste

Mandar a chuva pro Nordeste
De verde a terra se veste
E corre água em borbotão

A mata com seu verdume
E as fulô com seu perfume
Se enfeita com vaga-lumes
Nas noites de escuridão

Nesta festa alegre e boa
Canta o sapo na lagoa
O trovão no ar reboa

Com a força desta água nova
O peixe e o sapo na desova
O camaleão que se renova
No verde-cana que cor

Grande cordão de borboletas
Amarelinhas brancas e pretas
Fazendo tanta pirueta
Com medo do bem-te-vi

Entre a mata verdejante
Seu pajé extravagante
O gavião assartante
Que vai atrás da juriti

Nesta harmonia comum
Num alegre zum-zum-zum
Cantam todos os bichinhos...

(Patativa do Assaré e Gereba)

01) Justifique o título dado ao texto:

02) Podemos afirmar que essa canção dialoga com a temática do Arcadismo? Por quê?

03) Transcreva da música uma onomatopeia, dizendo o que ela representa:

04) Copie do texto marcas de oralidade:

05) Que mensagem a canção transmite? Comente:

06) Copie da música uma oração com sujeito composto, explicando seu raciocínio:

07) Localize no texto um exemplo de predicado verbo-nominal, justificando sua escolha:

08) Diga a que classe gramatical pertence cada uma das palavras sublinhadas no texto: 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Atividade sobre a música "Jeito de mato", da Paula Fernandes


Jeito de mato 

De onde é que vêm esses olhos tão tristes? 
Vêm da campina onde o sol se deita
Do regalo de terra que o teu dorso ajeita
E dorme serena, no sereno sonha

De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita
Do mato, do medo, da perda tristonha
Mas que o sol resgata, arde e deleita

uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda, onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história
Fogo que queima na memória e acende os corações 

Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras
Espumas, ondas, água do teu mar
Êeh, laiá

(Paula Fernandes e Almir Sater) 

01) Justifique o título da música:

02) Explique a importância das interrogações para o contexto da canção:

03) Copie do texto um bom exemplo de personificação, explicando seu raciocínio:

04) Por que o "céu rejeita a chuva"? Crie hipóteses para isso:

05) O que representa o sol na canção? E na nossa vida, qual é a sua simbologia?

06) Transcreva da música pelo menos uma metáfora, explicando-a(s):

07) O que a maciez da voz pode ter de bom? E qual seria o oposto disso?

08) Existe no texto alguma antítese? Justifique sua resposta, da forma mais completa possível:

09) Que mensagem a música transmite?

10) Que características do Arcadismo encontram-se presentes na canção?

11) Diga a que classe gramatical pertence cada palavra destacada no texto:

(Participação mais do que especial da querida amiga Sandra Curvello)

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Atividade sobre o texto "Súplica por uma árvore", de Cecília Meireles


Súplica por uma árvore

Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen, esse pequeno deus que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho, pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral, desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e enigmática.
Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não conheço, e cujo tronco há quinze dias se encontra ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida, essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada afetou-a na profundidade da sua vida.
(Cecília Meireles)

01) Justifique o título utilizado na crônica acima:

02) Qual é o tema abordado nela? Justifique sua resposta: 

03) Apesar de esse texto ser atual, pode-se afirmar que ele possui características que nos remetem ao estilo literário conhecido por ARCADISMO. Comprove: 

04) O que a paisagem campestre representa para a cronista? Explique:

05) Que objeto urbano contribui para o contraste entre o campo e a cidade? Como ele nos é apresentado?

06) Que semelhanças há entre o avô, o professor e a cronista? 

07) Os poetas árcades ficariam alegres com o tratamento dado ao campo atualmente e à natureza de um modo geral? Justifique-se: 

08) Que mensagem o texto transmite? Comente: 

09) Localize no texto:

a) um advérbio de tempo:
b) um substantivo próprio:
c) um advérbio de lugar:
d) um pronome possessivo:
e) três substantivos comuns:
f) dois adjetivos: 
g) um advérbio de intensidade: 
h) um pronome demonstrativo:
i) um numeral: 

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Atividade sobre a música "Casinha branca", com Roberta Campos


Casinha branca

Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo à minha frente 
Nada que me prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer

Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda,
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizade
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão

Eu queria ter na vida simplesmente... 

(Roberta Campos) 

01) Justifique o título utilizado na canção:

02) Qual o principal desejo do eu lírico e o que isso revela?

03) Podemos afirmar que essa música dialoga com o estilo literário chamado Arcadismo? Por quê?

04) Que mensagem a música lhe transmitiu?

05) De que verso você mais gostou? Por quê? 

06) Copie do texto palavras que façam parte do campo semântico "simplicidade":

07) Diga a que classe gramatical pertence cada palavra em destaque no texto:

08) Ilustre a letra de música, com todos os detalhes possíveis: 

domingo, 17 de dezembro de 2017

Atividade sobre a música "Vida boa", de Victor e Léo


Vida boa

Moro num lugar
Numa casinha inocente do sertão
De fogo baixo aceso no fogão
Fogão à lenha, ai, ai...

Tenho tudo aqui:
Umas vaquinha leiteira
Um burro bão
Uma baixada ribeira
E um violão e umas galinha, ai, ai...

Tenho no quintal uns pés de fruta e de flor
E no meu peito por amor
Plantei alguém (plantei alguém)

Que vida boa ô ô ô
Que vida boa
Sapo caiu na lagoa
Sou eu no caminho do meu sertão

Vez e outra vou
Na venda do vilarejo pra comprar
Sal grosso, cravo e outras coisa que faltar
Marvada pinga, ai, ai...

Pego o meu burrão
Faço na estrada a poeira levantar
Qualquer tristeza que for não vai passar
Do mata-burro, ai, ai...

Galopando vou
Depois da curva tem alguém 
Que chamo sempre de "meu bem"
A me esperar (a me esperar)

Que vida boa ô ô ô
Que vida boa
Sapo caiu na lagoa
Sou eu no caminho do meu sertão

(Victor e Léo)

01) Justifique o título da canção:

02) Copie da música exemplos de interjeição, dizendo o que elas expressam:

03) O que significa "plantar alguém no peito"? Você já se sentiu assim?

04) Transcreva da música alguns desvios gramaticais, explicando a importância dos mesmos para o contexto: 

05) No texto predomina a linguagem formal ou informal? Justifique sua resposta:

06) Copie da canção alguns exemplos de coloquialismos: 

07) Justifique o emprego das aspas no texto e também a função dos parênteses utilizados: 

08) De um modo geral, por que podemos afirmar que tal música dialoga com o Arcadismo? 

09) Há algum verso que represente o chamado "fugere urbem"? Se sim, copie-o:

10) Que mensagem a música transmite?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Música "Timbalada do Arcadismo", do Professor Fábio Moraes


Timbalada do Arcadismo

Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás

Escute o que eu vou falar
Pra você não ficar na mão
A fonte de sabedoria do Arcadismo é a razão

Volta à natureza
Com o bucolismo e pastoralismo
Imitando os clássicos
E também seus princípios latinos
Carpe diem

Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás

Seu início com "Obras Poéticas"
Não esqueça disso não
De Cláudio Manuel da Costa 
Poeta de transição
Cláudio era Glauceste
Tomás Antônio, Dirceu
Escreveu pra pastora Marília
Participou da Inconfidência e morreu

Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás

(Professor Fábio Moraes) 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Atividades sobre Arcadismo - "Marília de Dirceu" - Lira VIII, de Tomás Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu

- Lira VIII -

Um dia que o gado
No prado guardava
Amor me aparece
Com arco e aljava.

No tronco mais verde, 
Que no prado houvesse,
Amor me mandou
Seu nome escrevesse.

Contente parti
Um trono buscar,
Para nele as ordens
Pronto executar.

No tronco dum freixo
Que viçoso vi,
Quis gravar "amor".
Marília escrevi. 

Tanto que Amor vê
O engano feliz
O nome beijando 
Alegre me diz:

"Não temas, Dirceu,
Não mudes de cor;
Nesse doce nome
Escreveste Amor."

(Tomás Antônio Gonzaga) 

01) O nome deveria ser escrito "no tronco mais verde" (verso 05). Por quê? Relacione essa expressão a uma das principais características do Arcadismo:

02) O poeta enganou-se, escrevendo Marília em vez de Amor. Explique esse "engano feliz":

03) Comprove por que o Amor está personificado no poema: 

04) O Amor aparece ao poeta na primeira estrofe; mandou-o escrever na segunda estrofe; falou na última estrofe. O que ele disse? 

05) Traduza, com suas palavras, o que disse o Amor (baseie-se na sua resposta anterior para isso):

06) Ao falar com Dirceu, que sentimentos o Amor demonstrou?

07) Do começo ao fim do poema há uma característica árcade que salta aos olhos. Qual é ela?

08) Destaque do texto palavras que sugerem essa característica citada na questão anterior:

09) O texto apresenta várias características da escola literária a que pertence. Aponte cinco delas, justificando cada uma: 

10) Sabemos que o Arcadismo "é um movimento estético que gravita em torno de três diretrizes: Natureza - Verdade - Razão, buscando fazer da literatura a expressão racional para, assim, manifestar a verdade". Relacione tal afirmação ao texto lido, explicando:

11) Explique o que a imagem abaixo tem a ver com o texto e com o Arcadismo como um todo:


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Atividade sobre o texto "Poema de circunstância", do Mário Quintana

Poema de circunstância

Onde estão os meus verdes? 
Os meus azuis?
O Arranha-Céu comeu! 
E ainda falam nos mastodontes, nos tiranossauros,
Que mais sei eu... 
Os verdadeiros monstros, os Papões, são eles, os Arranha-Céus!

Daqui 
do fundo
das suas goelas,
só vemos o céu, estreitamente, através de suas gargantas ressecas,
para que lhes serviu beberem tanta luz?!
Defronte
à janela onde trabalho
Há uma grande árvore...
Mas já estão gestando um monstro de permeio!
Sim, uma grande árvore... 
Enquanto há verde,
Pastai, pastai, olhos meus...
Uma grande árvore muito verde... Ah! 
Todos os meus olhares são de adeus
Como o último olhar de um condenado!

(Mário Quintana)

01) Que fato leva o eu lírico a perguntar-se sobre o destino das árvores e do céu?

02) Na comparação com mastodontes e outros gigantescos monstros extintos, os arranha-céus mostram-se mais cruéis. Copie o trecho o verso que comprova essa afirmativa:

03) O eu lírico confessa que, do lugar onde se acha, ainda resta uma possibilidade de observar o verde. Que "monstro" está sendo gestado entre ele e o verde? Diante disso, o que ele aconselha a seus próprios olhos?

04) Qual o melhor significado para o verbo PASTAR no contexto? 

05) O poema todo está estruturado em torno de uma personificação. Explique como aparecem personificados os arranha-céus e os olhos:

06) Entre as inúmeras entidades do folclore, o poeta decidiu associar o arranha-céu ao Bicho-Papão, criando uma prosopopeia. Por que ele teria escolhido essa figura do folclore? 

07) Por que podemos associar este poema ao estilo literário chamado Arcadismo? 

08) Segundo alguns estudiosos, nenhum país poderá atingir o progresso sem causar sérios danos ao meio ambiente. Você concorda com essa afirmativa? Justifique sua resposta: 

domingo, 10 de julho de 2016

Atividade sobre a música "Vilarejo", de Marisa Monte


Vilarejo 

um vilarejo ali
Onde areja um vento bom

Na varanda, quem descansa

o horizonte deitar no chão


Pra acalmar o coração
o mundo tem razão

Terra de heróis, lares de mãe

Paraíso se mudou para

Por cima das casas, cal
Frutas em qualquer quintal

Peitos fartos, filhos fortes

Sonho semeando o mundo real


Toda gente cabe
Palestina, Shangri-la

Vem andar e voa
Vem andar e voa

Vem andar e voa


Lá o tempo espera
é primavera

Portas e janelas ficam sempre abertas

Pra sorte entrar


Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando

Os caminhos, os vestidos, os destinos

E essa canção


Tem um verdadeiro amor
Para quando você for...


(Marisa Monte)


01) Na música acima predomina a descrição ou a narração? Justifique sua resposta: 

02) Assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor semântico, entre parênteses, expresso pela preposição em destaque: 

(A) "Pra acalmar o coração / Lá o mundo tem razão" (posse)
(B) "Portas e janelas ficam sempre abertas / Pra sorte entrar" (finalidade)
(C) "Por cima das casas, cal / Frutas em qualquer quintal" (tempo)
(D) "Terra de heróis, lares de mãe" (oposição)
(E) "Em todas as mesas, pão" (causa)

03) Associe a música acima ao estilo literário denominado Arcadismo, explicando: 

04) Retire do texto a rima que você achou mais interessante, explicando o porquê:

05) Transcreva do texto um verso que mais mexeu com você, justificando sua resposta:

06) Que mensagem a música lhe transmitiu? Comente:

07) A que classe de palavras pertence cada palavra destacada no texto?

08) Você deve ilustrar tudo o que achar importante na letra de música! Não se esqueça de colorir!  

terça-feira, 7 de junho de 2016

Atividade sobre HQ "Vida de passarinho", do Caulos


01) Justifique o título dado à HQ, dizendo o que ela denuncia:

02) Qual parece ser o sentimento predominante no passarinho nos três primeiros quadrinhos? Justifique sua resposta:

03) Qual o problema que o passarinho enfrenta? Por quê? 

04) Em que quadrinho parece surgir uma "solução" para o problema dele? 

05) Trata-se de uma solução definitiva? Por quê? 

06) Que mensagem a HQ transmite? Comente: 

07) Faça um texto narrativo, dando nome à personagem, relatando outros fatos acontecidos durante seu voo e detalhando melhor o final da história! Não se esqueça de criar um título para o seu texto! 

domingo, 21 de junho de 2015

Atividade sobre a música "Casa no campo", com Elis Regina


Casa no campo

Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa cantar  muitos "rocks-rurais"
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais.

Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar
Do tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo
E nada mais. 

Eu quero carneiros e cabras pastando
Solenes no meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
E um filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com amor
A pimenta e o sal.

Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau a pique, sapê
Onde eu possa guardar
Meus amigos e meus discos,
Meus livros e nada mais. 

(Zé Rodrix) 

01) Justifique o título da canção:

02) Você acha que a casa do campo de que fala a música é sonhada ou real? Por quê? 

03) O que seriam "rocks-rurais"? 

04) O que significa "a esperança de óculos"? 

05) O que você entende por "um filho de cuca legal"?

06) Em síntese, o que o eu lírico realmente deseja? Comente: 

07) Que mensagem a música transmite? 

08) De que forma podemos associá-la ao estilo literário denominado Arcadismo? Explique: 

09) Cite algumas vantagens e desvantagens de se viver no campo: 

10) Cite algumas vantagens e desvantagens de se viver na cidade: 

sábado, 19 de novembro de 2011

Atividade de reforço sobre o Arcadismo


01) Faça uma pequena descrição da imagem acima: 

02) O que ela desperta em você? Comente: 

03) Como podemos associá-la ao estilo literário denominado ARCADISMO? 



04) O que a tirinha acima denuncia? Justifique sua resposta:

05) Qual era o objetivo inicial da personagem Mônica? 

06) Que obstáculo ela encontrou? O que isso revela? 

07) Que solução ela apresentou? O que você pensa a respeito disso?

08) De que forma podemos associar a tirinha ao Arcadismo? 


09) Existe uma aparente contradição na tirinha acima? Explique o seu raciocínio:

10) Podemos associar tal tirinha ao estilo literário denonimado Arcadismo? Por quê?

11) Que característica árcade encontra-se fortemente presente na tirinha? 

12) Que mensagem a tirinha transmite? Comente: 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Atividade com a música: "Acontecência" , de Cláudio Nucci


Acontecência 


Acorda ligeira e vem olhar que lindo
Sobre o morro sol se debruçar
Leite novo espuma dessa madrugada
Passarada vem te despertar
Tantos pés descalços
Posso ver meninos a correr na direção do dia
Banho de açude alegre e lava o corpo
Fruta fresca é pra te alimentar
Acorda ligeira e vem ver que bonito
Pelo pasto solta a vacaria Na barra da serra gavião campeiro
Vem primeiro vento costurar
Tantos pés descalços posso ver libertos
A correr na direção do dia
Chuva desce pra regar a terra
Engravidar sementes em frutas se tornar


(Cláudio Nucci)

01) Dentre as características do Arcadismo, identifique a mais presente neste texto: 



02) Retire do texto um exemplo de prosopopeia, explicando seu raciocínio: 

03) Ilustre essa letra de música, não desprezando nenhum detalhe: 

04) Comente a temática desenvolvida na letra da canção: 

05) O termo usado no título da música, “Acontecência”, é um exemplo de:
(  ) Nome Articulado;
(  ) Neologismo;
(  ) Musicalogismo;
(  ) Novalogiamo;
(  ) Articulação de Nomeclatura. 
06) Como podemos resumir o desejo do eu lírico? 

07) Identifique quais dos termos árcades listados abaixo, em latim, podemos relacionar ao estado de espírito do eu lírico, e depois comente: 


a) Fugere urbem (fugir do urbano);
b) Locus amoenus (local ameno);
c) Aureas mediocritas (mediocridade do ouro);
d) Carpe diem (aproveite o dia);
e) Inutilia truncat (cortar o que é inútil); 

08) O título da música é um neologismo, ou seja, a junção das palavras ACONTECE e ESSÊNCIA. De acordo com a canção, qual é a essência que acontece?

09) A que cenário você se transporta quando lê ou/e ouve essa canção? Comente: 
 
10) O espaço enfocado na canção é o campo. Altere-o para urbano e crie uma paródia enfatizando as suas características: 

11) Por que, na sua opinião, o autor optou pelo uso de verbos no infinitivo em vez do (nosso) gerúndio? Explique seu raciocínio: 

12) Identifique no texto uma metáfora e explique a mesma:  

13) Explique o que você entendeu com a leitura do último verso da canção: 

14) Reescreva a música como se fosse uma narração:  

15) Considere os seguintes versos do texto:
a. Acorda ligeira e vem olhar que lindo
b. Posso ver meninos a correr na direção do dia
c. Fruta fresca é pra te alimentar
d. Pelo pasto solta a vacaria 


Dentre os versos acima, dão ideia de liberdade: 


A (  ) a,b,c,d
B (  ) b,c,d
C (  ) a,d
D (  ) b,d


(Autores: Andreia Dequinha, Sandra Vitezi, Lourdes Galhardo, Sinara Soares, 
Sonia Henriques, Zizi Cassemiro, Helaine Soares, Cris Happy, Ruth Barbosa)