quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Atividade sobre o texto "O poder do e-mail", de Autor Desconhecido

O poder do e-mail

Um homem deixou as ruas movimentadas de São Paulo para umas férias em Salvador. Sua esposa estava viajando a negócios e estava planejando encontrá-lo lá no dia seguinte. 
Quando chegou ao hotel resolveu mandar um e-mail para sua mulher. Como não achou o papelzinho em que tinha anotado o endereço do e-mail dela, tirou da memória o que lembrava e torceu para que estivesse certo. 
Infelizmente ele errou uma letra, e a mensagem foi para uma senhora, cujo marido havia falecido no dia anterior. 
Quando ela foi checar os seus e-mails, deu uma olhada no monitor, deu um grito de profundo horror e caiu dura e morta no chão. Ao ouvir o grito, sua família correu para o quarto e leu o seguinte na tela do monitor:
"Querida esposa, acabei de chegar. Foi uma longa viagem. Apesar de só estar aqui há poucas horas, já estou gostando muito. Falei aqui com o pessoal e está tudo preparado para a sua chegada amanhã. Tenho certeza que você também vai gostar...Beijos do seu eterno e amoroso marido.
OBS: Está fazendo um calor infernal aqui!"
(Autor Desconhecido)

01) Justifique o título dado ao texto: 

02) Identifique as personagens presentes na história:

03) Por que motivo o homem enviou o e-mail para sua mulher?

04) Onde foi anotado o endereço do e-mail da esposa?

05) A mensagem chegou ao destino correto? Justifique sua resposta:

06) O que ocasionou o extravio do e-mail? 

07) Por que motivo se deu o falecimento descrito no texto?

08) Você acha que essa história possui verossimilhança? Por quê?

09) Em que reside o humor no texto? Explique bem:

10) Onde a viúva interpretou que seu marido estava ao ler a observação?

11) Para a família da viúva, o que poderia ter causado a sua morte? 

12) Que mensagem o texto transmite? 

13) Você considera o autor do e-mail culpado pelo falecimento da senhora? Justifique:

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Atividade sobre o texto "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector

Felicidade clandestina

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruiva­dos. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.
Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implo­rar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim um tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.
Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança de alegria: eu não vivia, na­dava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tran­qüilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquan­to o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhe­ra para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.
Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.

(Clarice Lispector)

01) Justifique o título dado ao texto: 

02) Quem são as personagens principais da história? Que aspectos dessas personagens são ressaltados? 

03) Embora a filha do dono da livraria não tivesse muitas qualidades, algo a fazia pareceer superior aos olhos da narradora. O que era?

04) Por que, na opinião da narradora, a outra menina tinha talento para a crueldade? Você concorda com ela?

05) Qual é a explicação da narradora para o ódio e o desejo de vingança da menina?

06) Que livro a narradora foi pegar emprestado na casa da menina? Qual era o autor? 

07) Por que a narradora se submetia ao jogo maquiavélico criado pela menina? O que você teria feito no lugar dela? 

08) Um dia, a mãe descobre o jogo que a menina vinha fazendo com a narradora. O que parece ter chocado mais a mãe nessa descoberta?

09) O que a decisão da mãe representou para a narradora? 

10) Por que o livro é comparado a um amante, no final do texto? O que você pensa a respeito disso? Comente:

11) Por que a narradora fingia que não sabia onde tinha guardado o livro e depois "achava-o"? 

12) Que mensagem o texto transmitiu? 

13) O que seria a SUA "felicidade clandestina"? 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Atividade sobre a música "Canção da América", de Milton Nascimento



Canção da América

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir
Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou
Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam "não"
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração
Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar... 

(Milton Nascimento e Fernando Brant)

01) Justifique o título dado à canção:

02) O que significa a expressão "Guardar debaixo de sete chaves"? O que você guardaria dessa maneira? Cite três coisas: 

03) Copie o verso que mostra o efeito que a canção causa naquele que vê o amigo partir: 

04) Circule na canção um vocativo: 

05) Por que o tempo e a distância poderiam dizer "não"? 

06) Que mensagem a música transmite? 

07) Você costuma ouvir "a voz que vem do coração"? Quais as vantagens e desvantagens disso? 

08) Quais são seus melhores amigos? O que eles possuem para se destacarem dos demais?

09) Crie um acróstico com a palavra AMIZADE: 

Atividade "Ilustrando alguns provérbios"

Lista de provérbios para ilustração

01) A bom entendedor, meia palavra basta.
02) A cavalo dado não se olham os dentes.
03) A corda sempre arrebenta do lado do mais fraco.
04) A justiça tarda, mas não falha.
05) A mentira tem pernas curtas.
06) A ocasião faz o ladrão.
07) Quem tudo quer, nada tem.
08) Nem tudo que reluz é ouro.
09) A pressa é a inimiga da perfeição.
10) A união faz a força.
11) Amigos, amigos; negócios à parte.
12) Quem avisa, amigo é.
13) Em casa de ferreiro, o espeto é de pau.
14) Amor com amor se paga.
15) Antes só do que mal acompanhado.
16) Quem não arrisca, não petisca.
17) Santo de casa não faz milagre.
18) Antes tarde do que nunca.
19) Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
20) Em terra de cego, quem tem olho é rei.
21) Olho por olho, dente por dente.
22) Depois da tempestade, vem a bonança.
23) Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza.
24) Quem não tem cão, caça com gato.
25) Farinha pouca, meu pirão primeiro.
26) O que os olhos não veem, o coração não sente.
27) Filho de peixe, peixinho é.
28) Deus ajuda a quem cedo madruga.
29) Aqui se faz, aqui se paga.
30) Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher.
31) É dando que se recebe.
32) Quem cala, consente.
33) Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
34) Quem semeia vento, colhe tempestade.
35) Vão-se os anéis, ficam os dedos.
36) Águas passadas não movem moinhos.
37) Beleza não se põe mesa.
38) Cada macaco no seu galho.
39) Cada um sabe onde o calo lhe aperta.
40) Pimenta nos olhos dos outros é refresco.
41) Caiu na rede é peixe.
42) Cada doido com sua mania.
43) À noite todos os gatos são pardos.
44) Cão que ladra não morde.
45) De grão em grão a galinha enche o papo.
46) Véspera de muito, dia de nenhum.
47) De boa intenção o inferno está cheio.
48) De pensar morreu um burro.
49) Devagar se vai ao longe.
50) Diga-me com quem andas que eu te direi quem és.
52) Quem se mistura com porco, farelo come.
53) Dois bicudos não se beijam.
54) Em boca fechada, não entra mosca.
55) Escreveu não leu, o pau comeu.
56) É melhor prevenir do que remediar.
57) Panela velha é que faz comida boa.
58) Gato escaldado tem medo de água fria.
59) Há sempre um chinelo velho para um pé doente.
60) Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
61) Leite de vaca não mata bezerro.
62) Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento.
63) Mais vale um pássaro voando do que dois voando.
64) Nunca deixe para amanhã aquilo que se pode fazer hoje.
65) Não adianta jogar pérolas aos porcos.
66) Não se coloca o carro na frente do boi.
67) O hábito não faz o monge.
68) O que arde, cura;o que aperta, segura.
69) O seguro morreu de velho.
70) Onde há fumaça, há fogo.
71) Onde vai a corda, vai a caçamba.
72) O justo paga pelo pecador.
73) Amor não enche barriga.
74) Quem casa, quer casa.
75) Os cães ladram, a caravana passa.
76) Papagaio come milho, periquito leva fama.
77) Pau que nasce torto nunca se endireita.
78) Pedra que rola não cria limo.
79) O peixe morre pela boca.
80) Quando a esmola é demais, o santo desconfia.
81) Quem avisa, amigo é.
82) Quando um burro fala, o outro abaixa as orelhas.
83) Quem brinca com fogo, acaba queimado.
84) Quem canta, seus males espanta.
85) Quem conta um conto, aumenta um ponto.
86) Quem desdenha, quer comprar.
87) Quem diz o que quer, ouve o que não quer.
88) Quem dá aos pobres, empresta a Deus.
89) Quem muito se abaixa, mostra o rabo.
90) Quem não chora, não mama.
91) Quem não deve, não teme.
92) Quem meus filhos beija, minha boca adoça.
93) Quem planta, colhe.
94) Quem procura, acha.
95) Quem come a guarda, bota a mesa duas vezes.
96) Quem quer a rosa, que aguente os espinhos.
97) Quem sai aos seus não degenera.
98) Quem tem boca, vaia Roma.
99) Quem vê cara, não vê coração.
100) Quem é vivo sempre aparece.
101) Cada cabeça, uma sentença.
102) Ri melhor quem ri por último.
103) Saco vazio não fica de pé.
104) Roupa suja se lava em casa.
105) Tamanho não é documento.
106) Um dia é da caça, o outro do caçador.
107) Uma andorinha só não faz verão.
108) Apressado come cru.
109) Não adianta chorar sobre o leite derramado.
110) A voz do povo é a voz de Deus.
111) Deus escreve certo por linhas tortas.
112) O barato sai caro.
113) Para baixo todo santo ajuda.
114) Quem canta seus males espanta.
115) A palavra é prata; o silêncio é ouro.
116) Amor com amor se paga.
117) Mente vazia, oficina do diabo.
118) Não julgue um livro pela capa.
119) Não se faz omelete sem quebrar os ovos.
120) Cada um sabe onde lhe aperta o calo.

--> Os provérbios deverão ser sorteados! Cada dupla deverá ilustrar o provérbio recebido para que a outra dupla tente descobrir. 

--> Cada dupla deverá criar uma história em que o provérbio recebido esteja presente! 

Atividade com a música "Vou tirar você do dicionário", de Zélia Duncan e Alice Ruiz



Vou tirar você do dicionário

Vou tirar do dicionário
A palavra você
Vou trocá-la em miúdos
Mudar meu vocabulário
E no seu lugar
Vou colocar outro absurdo
Eu vou tirar suas impressões digitais da minha pele
Tirar seu cheiro dos meus lençóis
O seu rosto do meu gosto
Eu vou tirar você de letra
Nem que tenha que inventar outra gramática
Eu vou tirar você de mim
Assim que descobrir
Com quantos nãos se faz um sim
Eu vou tirar o sentimento do meu pensamento
Suas imagens e semelhança
Vou parar o movimento
A qualquer momento procurar outra lembrança
Eu vou tirar, vou limar de vez
Sua voz dos meus ouvidos
Eu vou tirar você e eu de nós
O dito pelo não tido
Eu vou tirar você de letra
Nem que tenha que inventar outra gramática
Eu vou tirar você de mim
Assim que descobrir
Com quantos nãos se faz um sim.

(Zélia Duncan e Alice Ruiz)


01) Analisando o título do texto, podemos extrair dele duas possíveis interpretações para o vocábulo VOCÊ. Quais são elas?

02) O texto menciona indiretamente todos os nossos cinco sentidos. Baseando-se nessa afirmação, transcreva um verso referente:

a) à visão: 
b) ao paladar: 
c) ao olfato: 
d) à audição:
e) ao tato: 

03) Leia atentamente o verso “Com quantos não se faz um sim” para, em seguida, dizer se você concorda ou não com isso. Explique o que o autor provavelmente quis dizer com essa passagem:

04) No texto, a invenção de uma outra gramática atende a um objetivo específico. Em alguma outra situação você julga ser necessário criar uma nova gramática? Explique:

05) O verso “eu vou tirar você e eu de nós” empregou duas vezes o pronome EU, porém, com papéis distintos: um, próprio da forma reta; outro, não. Comente e explique o sentido do verso:

06) A que palavra se refere o pronome destacado em “vou trocá-la em miúdos”?  Justifique:

07) “E no seu lugar vou colocar outro absurdo”. A que ou a quem se refere o pronome destacado? Comprove:

08) Retire do texto:

a) um pronome de tratamento: 
b) quatro pronomes indefinidos: 
c) dois pronomes pessoais do caso reto: 
d) três pronomes pessoais do caso oblíquo:

09) Durante uma entrevista, um jogador de futebol disse a um repórter: “Quando VOCÊ bate na bola com o lado de fora do pé...” Ao empregar a palavra em destaque, o jogador estava se referindo ao repórter? Esse emprego do pronome está de acordo com a norma culta? Explique:

10) A que classe gramatical normalmente as palavras NÃO e SIM pertencem? No texto, essas palavras também pertencem a essa classe ou não? Comente:

11) Que mensagem a música lhe transmitiu? 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Atividade sobre a música "Um certo alguém", do Lulu Santos


Um certo alguém

Quis evitar teus olhos
Mas não pude reagir
Fico à vontade então
Acho que é bobagem 
A mania de fingir
Negando a intenção

Quando um certo alguém
Cruzou o teu caminho
E te mudou a direção

Chego a ficar sem jeito
Mas não deixo de seguir
A tua aparição

Quando um certo alguém
Desperta o sentimento
É melhor não resistir 
E se entregar

Me a mão
Vem ser a minha estrela
Complicação tão fácil de entender
Vamos dançar 
Luzir a madrugada
Inspiração
Pra tudo o que eu viver
Que eu viver... 

(Lulu Santos)

01) Justifique o título da canção acima:

02) Existe na música algum paradoxo? Se sim, qual? Explique:

03) O que o eu lírico inicialmente tenta evitar? Ele conseguiu?

04) Que convite o eu lírico faz à pessoa amada?

05) Você já encontrou "um certo alguém"? O que sentiu? Durou muito tempo?

06) Que mensagem a música transmitiu? Comente:

07) Diga a que classe gramatical pertence cada palavra destacada no texto:

Atividade sobre a música "Polícia", dos Titãs


Polícia

Dizem que ela existe pra ajudar
Dizem que ela existe pra proteger
Eu sei que ela pode te parar
Eu sei que ela pode te prender

Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia
Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia

Dizem pra você obedecer
Dizem pra você responder
Dizem pra você cooperar
Dizem pra você respeitar

Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia
Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia

(Titãs)

01) Justifique o título dado à música:

02) Copie do texto marcas de oralidade:

03) Explique o efeito causado pelo uso da palavra "Dizem":

04) Interprete os versos destacados na música:

05) Que crítica encontra-se presente no texto? O que você pensa a respeito disso?

06) Que mensagem a canção transmite?

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Atividade sobre a música "Oração ao Tempo", de Caetano Veloso


 Oração ao Tempo

És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Vou te fazer um pedido 
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Entro num acordo contigo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo 
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
És um dos deuses mais lindos 
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

Que sejas ainda mais vivo 
No som do meu estribilho 
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Ouve bem o que eu te digo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso 
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Quando o tempo for propício 
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

De modo que o meu espírito 
Ganhe um brilho definido
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo 

O que usaremos pra isso 
Fica guardado em sigilo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Apenas contigo e comigo 
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

E quando eu tiver saído 
Para fora do teu círculo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Não serei nem terás sido
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

Ainda assim acredito 
Ser possível reunirmo-nos
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo

Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Nas rimas do meu estilo

(Caetano Veloso)

01) Justifique o título dado à canção: 

02) Há algum vocativo na música? Explique seu raciocínio: 

03) Que pedido é feito ao Tempo? Você gostaria que isso acontecesse? Por quê? 

04) Copie do texto um pleonasmo, explicando seu raciocínio:

05) Existe a presença da personificação no texto? Justifique sua resposta: 

06) Que mensagem a música transmite? Comente: 

07) Que pedido VOCÊ faria ao Tempo? 

08) Circule na canção os verbos que se encontram no modo imperativo, explicando a importância deles para o contexto: 

09) Diga a que classe gramatical pertence cada uma das palavras sublinhadas no texto: 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Atividade sobre a música "Quase sem querer", de Legião Urbana


Quase sem querer

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranquilo
E tão contente

Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo mundo
Que eu não precisava 
Provar nada pra ninguém

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia

Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer 
Que mentir pra si mesmo 
É sempre a pior mentira
Mas não sou mais 
Tão criança a ponto de saber tudo

Já não me preocupo
Se eu não sei por quê
Às vezes o que eu vejo 
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe 
Quase sem querer 
Que eu vejo o mesmo que você

Tão correto, tão bonito
O infinito é realmente 
Um dos deuses mais lindos
Sei que às vezes uso palavras repetidas
Mas quais são as palavras 
Que nunca são ditas? 

Me disseram que você estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto 

Já não me preocupo
Se eu não sei por quê
Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você

(Legião Urbana)

01) Justifique o título utilizado na canção acima:

02) Como o eu lírico já começa se caracterizando? O que isso revela? 

03) Que mudança ele já consegue ver nele? 

04) Por que ele considera ter despediçados tantas chances? O que você pensa a respeito disso? 

05) Copie uma espécie de incoerência, de paradoxo do texto, explicando-o:

06) O que você já desejou tanto provar para as pessoas? E para si mesmo(a)? 

07) Você acha que devemos nos preocupar em dar provas o tempo todo? Por quê?

08) Copie da música uma hipérbole, explicando seu raciocínio:

09) Por que não se deve sempre tentar encontrar explicação para tudo o que se sente? 

10) Explique a comparação utilizada pelo eu lírico, dizendo se ela fez ou não algum sentido para você:

11) Por que "mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira"? Você concorda com isso? 

12) Interprete os versos que se encontram em negrito na canção: 

13) Justifique o porquê sublinhado no texto:

14) Copie do texto uma pergunta retórica, explicando-a: 

15) Localize na canção um desvio gramatical, comentando seu raciocínio: 

16) Explique a mudança ocorrida na quinta e oitava estrofes: 

17) Que mensagem a música transmite? 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Atividade sobre a crônica "O homem cuja orelha cresceu", de Ignácio de Loyola Brandão

O homem cuja orelha cresceu

Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como a de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam na cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado. 
Quando chegou na pensão, a orelha saía pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer.E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco incapaz de pensar, dormiu de desespero. 
Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pela se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda acama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu. 
Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hóspedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua. 
Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas de casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional. 
E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais nada onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam.  E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente. 
E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: "Por que o senhor não mata o dono da orelha?"
(Ignácio de Loyola Brandão)

01) Justifique o título da crônica em questão:

02) Qual é o problema que ocorre na história? Ele teve solução? 

03) Que solução você encontraria para esse problema? Comente: 

04) Que solução final foi dada no texto? Por quem? O que você pensa sobre isso? 

05) Copie do texto todas as comparações existentes: 

06) Transcreva da crônica uma gradação, explicando seu raciocínio: 

07) Justifique as aspas utilizadas no texto: 

08) Copie do texto uma passagem carregada de humor:

09) Localize na crônica um trecho com uma certa ironia:

10) Por que o autor não define o que vai acontecer com a protagonista da história? O que ele consegue com esse recurso?  

11) Que final você daria ao texto? Escreva-o, tentando ser o mais criativo possível: 

12) Copie do texto uma passagem que faz uma crítica social, explicando seu raciocínio: 

13) Que mensagem o texto transmite? 

14) Localize no texto:

a) um advérbio de intensidade:
b) dois numerais:
c) um advérbio de negação:
d) um advérbio de tempo: 
e) um advérbio de lugar: 
f) dois adjetivos: 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Atividade sobre cartum do Caulos - Correria diária


01) Dê um título ao cartum acima, justificando sua resposta:

02) O que se pode observar no primeiro momento do cartum?

03) A que correspondem essas idas e vindas da personagem? De onde pra onde?

04) Você se identificou com a personagem? Comente:

05) Podemos dizer que existe uma ideia de proporcionalidade inserida no cartum como um todo? Por quê? 

06) Existe um paradoxo entre o primeiro e último quadrinho? Justifique sua resposta:

07) Que mensagem o cartum transmitiu? Que espécie de alerta ele faz?

08) Que conselho você daria para a personagem da história?

09) Utilize o cartum como estímulo para criar uma pequena narrativa que contenha, no final, uma espécie de moral, de reflexão: 

Atividade sobre o texto" Pontos de vista", de João Anzanello Carrascoza

Pontos de vista

Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português quando estourou a discussão:
-- Esta história já começou com um erro -- disse a Vírgula. 
-- Ora, por quê? -- perguntou o Ponto de Interrogação.
-- Deveriam me colocar antes da palavra "Quando" -- respondeu a Vírgula. 
-- Concordo! -- disse o Ponto de Exclamação. -- O certo seria: "Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português, quando estourou a discussão". 
-- Viram como eu sou importante? -- disse a Vírgula. 
-- E  eu também -- comentou o Travessão. -- Eu logo apareci para o leitor saber que você estava falando. 
-- E nós? -- protestaram as Aspas. -- Somos tão importantes quanto vocês. Tanto que, para chamar a atenção, já nos puseram duas vezes neste diálogo. 
-- O mesmo digo eu -- comentou o Dois-Pontos. -- Apareço sempre antes das Aspas e do Travessão. 
-- Estamos todos a serviço da boa escrita! -- disse o Ponto de Exclamação. -- Nossa missão é dar clareza aos textos. Se não nos colocarem corretamente, vira uma confusão como agora! 
-- Às vezes podemos alterar o sentido de uma frase -- disseram as Reticências. -- Ou dar margem para outras interpretações...
-- É verdade -- disse o Ponto. -- Uma pontuação errada muda tudo. 
-- Se eu aparecer depois da frase "a guerra começou?" -- disse o Ponto de Interrogação -- é apenas uma pergunta, certo?
-- Mas se eu aparecer no seu lugar -- disse o Ponto de Exclamação -- é uma certeza: A guerra começou!"
-- Olha nós aí de novo -- disseram as Apas. 
-- Pois eu estou presente desde o comecinho -- disse o Travessão.
-- Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um Ponto, nem uma Vírgula, é preciso de dois -- disse o Ponto e Vírgula.-- E aí entro eu. 
-- O melhor mesmo é nos chamarem para trazer paz -- disse a Vírgula. 
-- Então, que nos usem direito! -- disse o Ponto Final. E pôs fim à discussão. 

(João Anzanello Carrascoza)


01) Justifique o título dado ao texto acima:

02) Quem participa da discussão? 

03) Por que as pontuações aparecem com letra inicial maiúscula? 

04) Quem foi que começou a confusão? Por quê? 

05) Qual o motivo de toda essa discussão? 

06) Resuma, com suas palavras, de acordo com o texto, para que serve cada um dos sinais de pontuação envolvidos: 

07) Para você. quem usou o melhor argumento? Justifique sua resposta: 

08) Que mensagem o texto transmite? 

09) Que sinal de pontuação você mais costuma usar? E qual deles você menos usa? 

Atividade com o texto "Circuito fechado 01", do Ricardo Ramos

Circuito fechado (01)


Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme-dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vasos com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia, água. Táxi. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maços de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras, cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona, cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meia, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.

(Ricardo Ramos)

01) “Circuito fechado” é um crônica, ou seja, um texto cujo tema é o cotidiano das pessoas e que leva o leitor a refletir sobre a dinâmica social. Em quanto tempo passa-se o texto?

02) A personagem é homem ou mulher? Comprove com palavras do texto:

03) A personagem tem um vício muito comum, que aparece em vários momentos da crônica. Qual é?

04) Trace um perfil da personagem (suas características, sentimentos, sexo, profissão, temperamento, etc):

05) Por que a personagem não tem um nome? Isso foi proposital?

06) A personagem usa terno para trabalhar, portanto que tipo de atividade profissional você acha que ela exerce?

07) Com a ajuda de palavras indicativas de uma profissão, verifique qual é a profissão provável da personagem. Justifique:

08) A personagem parece ter um dia parado ou agitado? Por quê?

09) Note que no texto não há nenhum verbo, o que significa que o autor quis construir um texto sintético. Que relação pode haver entre a linguagem escolhida e tema da crônica? Comente:

10) Quantos parágrafos há no texto? Por que essa escolha por parte do autor? Isto é recomendável numa redação, por exemplo?

11) Há um mesmo substantivo no começo e no final do texto que funciona como marcador de tempo. Qual é?

12) Por que essa palavra é importante para marcar o tempo da ação?

13) Qual é a relação entre o título da crônica, sua estrutura circular e o mundo moderno?

14) É possível pressupor alguma manifestação de emoção? Explique:

15) Agora é a sua vez de criar um “Circuito fechado” para a sua rotina, tentando manter a mesma estrutural do texto original! Cuidado para não se esquecer de nada importante!