segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Análise da música "Pensei que fosse o céu", do Vander Lee

             Pensei que fosse o céu

Estou aqui, mas esqueci
Minha alma no hotel
Meu coração na caneta,
Meus desejos no papel
Eu vinha sem retrovisor
Um rosto estranho me chamou
E a minha pele não me coube mais
A sorte veio e me encontrou
Na corda bamba do amor
Meus dias nunca mais serão iguais

Estava ali, me confundi
Pensei que fosse o céu
O azul do mar me chamou e eu pulei
De roupa e de chapéu
A onda veio e me levou deste lugar
E agora sou uma ilusão
A solidão é meu troféu
Aquela foto amarelou
O riso no meu camarim
Felicidade bate a porta
E ainda ri de mim...

(Vander Lee)


01) Explique os dois primeiros versos da música:

02) O que seria a pele não caber mais em si mesmo?

03) Por que se afirma que os dias nunca mais serão iguais?

04) Pelo contexto, que confusão o eu-lírico parece ter feito? 

05) No sentido denotativo é fácil entender o que seria “pular de roupa e de chapéu”, mas como se pode entender conotativamente?

06) O que se pode entender com a passagem que afirma que “aquela foto amarelou”?

07) Como você poderia resumir, em poucas palavras, toda a letra da música?

08) Explique o que se pode entender com o terceiro e quarto versos da primeira estrofe:

09) Retire do texto um exemplo de prosopopéia; justificando:

10) Justifique o título da música, aproveitando para sugerir um outro título para ela:

11) O que você achou da música? Já a conhecia?

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