quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Põe ilegal nisso!


01) O que você entendeu da charge acima? Explique da melhor maneira possível:

02) Que sensações a imagem desperta em você?

03) Quais as possíveis leituras que podem ser feitas a partir dessa charge?

04) Discuta sobre o contexto sócio-histórico de produção dessa charge:

05) Elabore um possível pensamento para a mulher, assim que ela abriu o armário:

06) Discorra sobre os efeitos dos desmatamentos:

07) Justifique o título da charge, aproveitando para criar um outro título:

08) Em sua sincera opinião, que tipo de punição quem provoca o desmatamento deve sofrer?

09) Que mensagem podemos extrair da charge em questão?

10) O que você faria se estivesse no lugar da mulher?

11) Elabore uma notícia de jornal que utilize a charge como imagem:

12) De que cores o chargista se utiliza? O que isso revela? Explique:

13) Que imagens vemos em primeiro plano? E em segundo?

14) Elabore um possível pensamento para o pássaro encontrado no ninho:

15) O que simboliza o desenho do cifrão em diversos pontos da charge e o que isso pode ter a ver com o fato de a mulher estar portando uma bolsa?

16) Por que apenas a mulher e o objeto de consumo estão coloridos na charge?

4 comentários:

  1. Olá , Andreia!
    Quero parabenizá-la pela riqueza de blog!
    Beijos
    Zelia Cunha

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    1. Muito obrigada pelo carinho, querida Zelia. Volte sempre!

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  2. Andreia, eu sou fã daquela moral da história que assim diz:"Amor, com amor se paga", por isso estou deixando uma pequena contribuição.

    Se eu quiser falar com Deus

    Se eu quiser falar com Deus,
    Tenho que ficar a sós,
    Tenho que apagar aluz,
    Tenho que calar a voz,
    Tenho que encontrar a paz,
    Tenho que folgar os nós,
    Dos sapatos, da gravata,
    Dos desejos, dos receios,
    Tenho que esquecer a data,
    Tenho que perder a conta,
    Tenho que ter mãos vazias,
    Ter a alma e o corpo nus.

    Se eu quiser falar com Deus,
    Tenho que aceitar a dor,
    Tenho que comer o pão,
    Que o diabo amassou,
    Tenho que virar um cão,
    Tenho que lamber o chão,
    Dos palácios, dos castelos,
    Suntuosos do meu sonho,
    Tenho que viver tristonho,
    Tenho que achar medonho,
    E, apesar do mal tamanho,
    Alegrar meu coração.

    Se eu quiser falar com Deus,
    Tenho que me aventurar,
    Tenho que subir aos céus,
    Sem cordas pra segurar,
    Tenho que dizer adeus,
    Dar as costas, caminhar
    Decidido pela estrada,
    Que ao findar vai dar em nada,
    Nada, nada, nada, nada,
    Nada, nada, nada, nada,
    Nada, nada, nada, nada,
    Do que eu pensava encontrar.
    Gilberto Gil

    Exercite o emprego dos verbos, realizando a concordância verbal e nominal.
    1- Reescreva a primeira estrofe do poema, substituindo o pronome "eu",pelo pronome "tu".

    2- Na segunda estrofe: "eu", pelo pronome "elas".

    3- Na terceira estrofe: "eu", pelo pronome "nós".

    Beijos.

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    Respostas
    1. Ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei! Também acho que tudo é troca...
      Adorei a contribuição! Amo essa música! Valeu!

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