sábado, 17 de setembro de 2011

Divina Cecília...

Solidão

Imensas noites de inverno,
com frias montanhas mudas,
e o mar negro, mais eterno,
mais terrível, mais profundo.

Este rugido das águas
é uma tristeza sem forma:
sobe rochas, desde fráguas,
vem para o mundo e retorna...

E a névoa desmancha os astros,
e o vento gira as areias:
nem pelo chão ficam rastros
nem, pelo silêncio, estrelas.

(Cecília Meireles)


01) Como o eu lírico retrata a própria solidão?

02) Quantas orações há na segunda estrofe? Que nomes recebem?

03) Transcreva a oração da segunda estrofe que tem sentido de adição, de soma:

04) A ausência de conjunções nas outras orações da segunda estrofe confere que sentido ao texto?

05) Como se chama o período da terceira estrofe? Quantas orações o compõem?

06) Se tivesse que representar a solidão através de um desenho, qual seria? Capriche!

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