terça-feira, 30 de agosto de 2011

Análise da poesia "Cidadezinha qualquer", de Drummond



Cidadezinha qualquer 

Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.

Devagar... as janelas olham.
Êta vida besta, meu Deus.

(Carlos Drummond de Andrade)

01) Qual é o assunto do poema?

02)  A primeira estrofe apresenta verbos? Por quê?

03) Observando a segunda estrofe, apenas o sujeito muda nos versos que a compõem, portanto usa-se o recurso expressivo da repetição. Que efeito de sentido a repetição provoca no texto?

04) Ninguém tem pressa na cidadezinha. Que palavra é usada para exprimir essa ideia?

05) Nas cidades pequenas e em certos bairros pouco movimentados, as janelas estão associadas a que hábito dos moradores?

06) Como você explica o verso "Devagar... as janelas olham"?

07) O último verso podemos dizer que é uma espécie de desabafo. Que recursos expressivos o poeta usa para dar essa impressão?

08) Como você entende o último verso?

09) Justifique o título do poema, explorando as suas duas possibilidades de entendimento:

10) Reescreva o poema de modo a tornar a cidade populosa e movimentada: 

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