quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Criando propaganda...


A tarefa de hoje é você criar uma propaganda que convença o leitor a adquirir o produto acima! Tente ser o mais criativo possível, acrescentando detalhes importantes, como preço, cor, utilidade, vantagens, essas coisas! Arrase! 

domingo, 1 de janeiro de 2017

Mais um ótimo texto para a gente refletir...

Quer um ano de luz? Ilumine-se! 


O que eu te desejo para o ano que começa: 

1- Eu te desejo coragem. 

Sem coragem, nem o olho a gente abre de manhã. A coragem de levantar e seguir a luta. Eu te desejo um ano novo feliz na coragem dos que ousam fazer diferente. Para lutar. Para aceitar desafios. Te desejo a coragem de ir além. De provar o novo. Arriscar, mesmo com medo. Rasgar a velha carcaça e se propor a ser melhor. 

2 - Eu te desejo medo.

Não um medo louco que paralisa e te afoga em pânico. Este estanca a vida. Nem um medo que evite novidades ou surpresas. Eu te desejo o medo que sai do fundo da alma. Aquele sentimento esquisito de mal estar que avisa que tem algo podre na história. O medo que protege. Que toca omo sinal de emergência. Que leva a gente a enxergar o que, antes, não se queria ver. 
Tenha medo. Siga sua intuição. Sempre. 

3 - Eu te desejo aceitação.

Não a mole resignação dos que não querem ter trabalho. Ou não se preocupam em correr atrás. Mas calma dos que sabem que tudo tem seu tempo. Um tempo safado que nunca é tão r[apido quanto a gente gostaria. E é preciso aceitar. Saber esperar, Agir, sim. E esperar, também. Para não colher o fruto verde e imprestável, cheio de cica. 

4 - Eu te desejo amo próprio.

Pare de se avacalhar. Jogue fora o chicotinho das críticas. Se olhe com mais bondade. Fique satisfeita consigo mesma. Se ame. Independente do peso, do cabelo, da altura, dos defeitos. Atenção: amor próprio exige prática. Pode ser difícil. Não desista logo. Lembre que foram anos de assédio moral que você fez com a sua pessoa. Seja um nom ninho para si mesmo. 

Se boicote menos. Respeite seus progressos. Não coloque tudo a perder. Aceite ser querida. Não afugente o parceiro interessado. Nem bote o outro para correr. 

5 - Eu te desejo menos preocupação com o que as pessoas vão dizer.

Vejo todos os dias, dentro e fora do consultório, pessoas que sofrem. Têm vergonha de dançar. Não cantam porque desafinam. Não usam biquíni porque se acham gordas. Não vão à praia porque estão fora de forma. Elas se encolhem no medo do olhar alheio. No entanto, o pior olhar é o delas para elas mesmas. O que os outros vão dizer? Sei lá. Que se danem. Não pagam as minhas contas. Nem as suas. Não têm que falar é nada. E quer saber? Vão falar de qualquer jeito. Sempre vão arrumar o que falar. Burro é quem não faz o que quer por medo dos outros. Faça o que quiser e seja feliz. 

6 - Eu desejo que você seja querida. 

Porque ser querida é muito bom. E desejo ainda mais: que você não precise ficar onde não é. Nem aceitar quem diz que ama, mas não ama nada. 
Que você consiga peneirar quem serve e quem não serve. Indo além do que é dito. Examinando o jeito com que te tratam. E perceba como cada um faz com que você se sinta. 
Ame sem medidas. Mas ame quem merece. Quem ama não maltrata. Não humilha. Não inferniza. Quem ama não dá desculpas para ficar longe. Porque quem ama cuida. E o amor dá saudade. Amar enriquece a vida e recheia a alma. 

7 - Eu te desejo recomeços. 

Não te desejo erros. Mas, você sabe, erros acontecem de qualquer jeito. Porque erros são inevitáveis. 
Eu te desejo recomeços. Seguir sempre é preciso. Caiu? Levante. Aprenda. Siga em frente.

8 - Eu te desejo gratidão.

Por tudo. Pela vida. Pelos amigos, pela família. Pelas conquistas e pelos desafios. Pelas dúvidas, pelos vacilos que viraram aprendizado. 
Peça menos. Agradeça mais. Experimente. Você vai gostar do efeito. 

9 - Eu te desejo capricho.

Não para ser o melhor. Ninguém é o melhor em tudo. Nem quero você estressado se comparando com os outros. Quero o seu melhor. O melhor que você pode fazer. Esse é o capricho de viver com qualidade. Na sua medida possível. Sem desculpas. No melhor que você pode dar para o mundo, para os seus afetos, suas pessoas queridas. E, sobretudo, para você. 

10 - Eu desejo um 2017 de luz. 

Não há um ano de luz que magicamente faz tudo dar certo e brilhar na sua vida. Essa mágica quem faz é você. Quer um ano de luz? Ilumine-se!

(Mônica Raouf El Bayeh) 

http://extra.globo.com/mulher/um-dedo-de-prosa/quer-um-ano-de-luz-ilumine-se-20715329.html#ixzz4UWr5vFim


Adotei esse texto da querida Mônica para desejar a todos os leitores deste blog um feliz ano novo, com tudo o que cada um tem direito, sem tirar nem por! E a essa pessoa fantástica eu só tenho a agradecer, por ser tantas vezes, mesmo sem querer, minha porta-voz, por resgatar a minha fé nas pessoas, ressuscitar a minha esperança, e desejo todo o sucesso do mundo! Obrigada!

- O que você achou do texto? Que mensagem ele lhe transmitiu? Comente:

- Que outros 10 (dez) desejos você acrescentaria à listinha da autora? Capriche! 

domingo, 25 de dezembro de 2016

Um ótimo texto para a gente refletir...

Se Jesus viesse hoje, sentava na sua mesa? 


Jesus nasceu pobre. Refugiado. Perseguido. Fugindo para não morrer. Em Belém. Mas podia ser em Alepo. Em lugares em guerra. Em favelas miseráveis. No sertão do Brasil sem água, nem recursos. Se Jesus nascesse hoje, talvez fosse refugiado. 

Seu presépio lindo. Coloridinho. Singelo. Disfarça o fato de que era uma hospedaria de animais. Um curral. Provavelmente fedorento. Não era um eco-berçário natureba. Era pobreza. Desconforto. Precariedade. 

Esse Jesus celebrado com presentes e fartura é outro. O Jesus que veio era pobre e pelos pobres. Era hétero, pelo que contam. Ia a festas. Transformava água em vinho. Mas jamais sentaria numa mesa junto com homofóbicos para sacanear e tripudiar os homossexuais que passassem nas ruas. Muito menos agredir, espancar. Mesmo que os homofóbicos frequentassem as missas de domingo. Mesmo que se confessassem. Ali, não estaria Jesus. 

Jesus não está no coração dos que cospem regras e leis sobre certo e errado. Mesmo que saibam os salmos de cor e andem com a Bíblia embaixo do braço. Por gente desse tipo, Jesus foi acusado e crucificado. Como tantos ainda são. 

Jesus veio numa família de uma mãe e dois pais. Jesus, veja que ironia, não nasceu em família tradicional cristã. Maria casou grávida. De um anjo, mas grávida. E se José, assustado, com medo de passar por corno, com medo do que as pessoas iriam falar, roesse a corda, Maria seria mãe solteira. Já tinha pensado nisso? 

Igrejas que cobram por milagres, ai não está Jesus. Terreiros que acolhem e abraçam os aflitos sem pedir um tostão em troca, ali nasce Jesus. 

Policiais que jogam bomba e balas de borracha em trabalhadores que lutam por seus direitos e salários, ali Jesus não está. Nem mesmo nos que trazem medalhinhas religiosas no peito. Povo passando humilhação, sem ter o que comer, aflito pela sobrevivência? É nessa mesa que Jesus está. Me arrisco a dizer que Jesus seria grevista. 

Jesus também não será encontrado em joalherias, em ilhas fisicais, mesmo para quem bate no peito e se diz cristão. Jesus está nos que morrem por falta de atendimento, de remédio, de segurança. Nas crianças sem direito à educação de qualidade. 

Jesus não está nos gabinetes de políticos. Jesus morreu entre dois ladrões. É verdade. Mas Jesus não faz conchavo. Se manteve íntegro. 

Jesus não está na Justiça injusta. Mesmo que na sala haja crucifixo na sala do tribunal. Jesus está nos injustiçados. Nos que clamam por justiça e a justiça cega não lhes enxerga. 

Que esse Jesus bebê que hoje se arrisca a nascer venha para nos lembrar que ele está nos perseguidos. Nos refugiados. Nos injustiçados. Nos que a gente, cheia de nojo, nem olha. Ali é que ele está. 

Jesus veio para ser visto no olhar dos que precisam. Naqueles que a gente se encolhe quando passam muito perto na rua. É fácil dizer que ama um Jesus limpinho, de cabelo claro e olho azul nas fotos. Mas se Jesus viesse hoje, favelado, refugiado, miserável, sentava na sua mesa? 

Que esse Natal seja de reflexão. De ação. Porque Jesus falava na cara. Não deixava passar. De mudança no templo de vendilhões. Sobretudo, de esperança. Porque Jesus nasceu sem nada para que a gente aprenda a pedir menos e a doar mais. A pedir menos e fazer mais. Pedir menos e ser mais. A pedir menos e ser feliz com o possível. A desesperar menos e se rechear com mais fé. Essa é a real necessidade. Sobreviver o dia a dia, apesar de tudo. Cair. Levantar. E recomeçar sempre. Esse é o verdadeiro Natal. O resto é só Papai Noel...

Feliz Natal para todos. 

(Mônica Raouf El Bayeh)
http://extra.globo.com/mulher/um-dedo-de-prosa/se-jesus-viesse-hoje-sentava-na-sua-mesa-20692295.html#ixzz4UX3WORAI

- Aproveite para responder, sinceramente, à pergunta feita pela autora já no título do texto...!!! Não se esqueça de fazer isso em forma de um pequeno texto!!! Mãos à obra!!! 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Filme "Cegonhas - A história que não te contaram" (1 h 40 min)


Sinopse: Cegonhas entregam bebês... ou pelo menos costumavam. Agora elas entregam encomendas para a gigante global da internet Cornestore.com. Júnior, um dos principais entregadores da companhia, está prestes a ser promovido quando acidentalmente ativa a máquina que faz bebês, produzindo uma adorável e totalmente não autorizada bebê. Desesperado para entregar esse presentinho antes que o chefe descubra, Júnior e sua amiga Tulipa correm para fazer sua primeira entrega de bebês, em uma viagem selvagem e reveladora. Isso poderá fazer mais do que apenas iniciar uma família, mas também restaurar a verdadeira missão das cegonhas no mundo. 

01) Por que só existe uma humana na "Montanha das Cegonhas"? 

02) Por que nem sempre era fácil para as cegonhas entregarem os bebês? Quais eram os principais obstáculos? 

03) Por que um casal recebeu um celular em vez de um bebê? O que isso revela? 

04) Por que o Chefe Rocha queria que Júnior demitisse Tulipa? Ele conseguiu fazer isso? Por quê? 

05) Para que setor Tulipa foi transferida? Por quê? Com que objetivo? 

06) Por que a "órfã" Tulipa ficou falando sozinha no seu novo setor? 

07) Por que motivo o menino Nando pede um irmãozinho aos pais? Por que os pais parecem não gostar da ideia, inicialmente? 

08) O que Nando resolveu fazer? Funcionou? Explique:

09) Quem era Jasper? Você acha que ele, de fato, era um vilão? Justifique sua resposta:

10) O que a fala de Nando "pisca e eu já estou na faculdade" revela? Você acha que jsso acontece bastante em nossa sociedade ou é um caso isolado? Comente: 

11) Quais os planos de Tulipa se ela um dia fosse chefe? E os de Júnior?

12) Por que Tulipa, de fato, construiu o avião? E qual o motivo alegado ao Júnior? 

13) Por que num primeiro momento Tulipa abriu mão do seu sonho? Depois ela o realizou? Justifique sua resposta: 

14) Que nome Tulipa deu ao bebê? Que nome você daria?  Por quê?

15) Como Nando conseguiu a atenção dos seus pais? 

16) Por que Júnior evitava tanto segurar o bebê no colo? 

17) Quais os "poderes" da alcatéia? Que mensagem isso nos transmite no sentido de trabalhar coletivamente? 

18) De que parte do filme você mais gostou? Justifique sua resposta, aproveitando para desenhar tal parte:

19) Que mensagem o filme lhe transmitiu? Comente: 

20) Que nota, de 0 a 10, você daria a esse filme? Justifique sua resposta:

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Rastro de escândalo

Os bombeiros chegaram em menos de dez minutos. Eis a única informação positiva que se pode colher do noticiário sobre o incêndio no Instituto Butantan, em São Paulo, ocorrido no sábado.

Enquanto se avalia a dimensão dos prejuízos ao seu acervo científico, a maior do mundo na área, pupulam evidências de descaso na instituição.

Uma coleção iniciada há 120 anos, com cerca de 580 mil exemplares de animais, entre cobras, aranhas e escorpiões, estava depositada num galpão que possuía, como único recurso de combate ao fogo, extintores acionados manualmente. 

Sem um sistema adequado de prevenção, eram previsíveis os efeitos devastadores de qualquer faísca elétrica naquele ambiente, onde milhares de espécimes eram conservados em álcool.

Quanto custaria instalar dispositivos automáticos de combate ao fogo no local? O orçamento existia, e não era exorbitante: calcula-se que, por R$ 1 milhão, o sistema teria sido implantado.

Não é que faltasse verba. O Instituto Butantan recebeu, entre 2007 e 2008, tal montante de recursos para realizar obras de infraestrutura; foram utilizados para outros fins. A solicitação para equipamentos anti-incêndio, que teria sido feita, perdeu-se nos desvios da burocracia. 

Definitivamente, R$ 1 milhão não era tanto dinheiro. Em especial quando se toma conhecimento dos R$ 35 milhões que, segundo o Ministério Público, foram subtraídos da Fundação Butantan, braço operacional do instituto, por funcionários do seu segundo escalão. 

Os cientistas do Butantan agora tratam de avaliar a perda e de buscar, em instituições similares, ajuda para repará-la. 

Não é necessário, todavia, ser especialista em serpentes -- nem em investigações criminais -- para detectar nesse episódio o rastro, amplamente conhecido na administração pública, do descuido e do escândalo. 

(Folha de São Paulo - 20/05/10) 


01) O editorial manifesta o ponto de vista do jornal a respeito de um fato. Que fato é esse? 

02) Qual o ponto de vista do jornal a respeito desse fato?

03) Delimite no texto as suas três partes essenciais: introdução, desenvolvimento e conclusão:

04) Qual a tese (ou ideia principal) do texto?

05) Qual é a ideia desenvolvida no terceiro parágrafo? E no quarto?

06) No quinto parágrafo, que questionamento o jornal faz?

07) Qual é a resposta dada pelo próprio jornal a esse questionamento?

08) O editorial em questão apresenta uma conclusão do tipo síntese (resumo) ou do tipo proposta? Justifique sua resposta:

09) Que variedade linguística é adotada no texto?

10) Que pessoa gramatical predomina no texto? O que isso revela?

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Um conto africano...

Furos no Céu

Houve um tempo em que o Céu e a Terra eram muito próximos um do outro. Diziam que da torre do palácio se podia colher um ramalhete de nuvens, rabiscos de pássaros, carneirinhos saltitando...

Esta história aconteceu numa aldeia africana. Havia tanta luz naquele dia que duas mulheres pegaram seus pilões para amassar grãos de milho no quintal de casa. Elas diziam amar a claridade e o festejo da lua cheia. Tudo era muito mágico. 

Assim, trocavam mexericos e gargalhadas narrando histórias, que as levaram longe, longe. Naquele converseiro o tempo ia passando e as histórias se derramando, feito um rosário de ave-marias. Uma das mulheres, entusiasmada com a conversa, levantou a mão do pilão com tanta força e tao alto, que fez um furo no Céu. 

O Céu tomou um susto ao ver aquele furo e desabou a berrar. Elas de tão entretidas nem ouviram, continuaram em sua conversa, pisando nos seus pilões. 

Assim o infinito azul foi ganhando furos e mais furos. Aquelas mulheres jamais imaginavam que seus pilões iam transformando o Céu numa verdadeira peneira. O Céu irado, da cor das violetas, gritou mais que um tanto: 

-- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! 

O grito chamou a atenção das mulheres, que olharam para o alto e disseram: "Vai chover". Diziam uma para a outra: "Avia, avia, avia... Recolhe o milho e o pilão..." Parecia uma cantoria. 

Indignado, o Céu resolveu ordenar ao tambor em tom de autoridade:

"Toque alto, por favor!
Atravesse portas e janelas
Chegue aos ouvidos das piladeiras
Convidando-as a me olharem
Sob as sete luas que as iluminam."

Elas, encantadas pelo soar do tambor, aproveitaram para dançar. A cadência foi crescendo, crescendo, crescendo. O Céu achou bonita aquela dança, que alegrava o seu universo. Mas nada podia mudar sua decisão de separar-se da Terra. Ou subia ou ficava todo furado. Foi subindo, subindo, até chegar num lugar perfeito: nem tão perto que alguém pudesse tocá-lo com a mão do pilão, nem tão alto que ninguém pudesse vê-lo. 

E não é que ele sentiu saudades do tum-tum-tum do tambor, do barulho dos grãos no pilão, das histórias das mulheres e de suas canções?! Foi então que o Céu teve a ideia de transformar os furos que as mulheres haviam feito em estrelas, para que pudesse continuar espiando as coisas da terra.

Satisfeito, o Céu sorriu, E foi contando essa história de aldeia em aldeia, com a intenção de que ela se espalhasse pelo mundo e pudesse ser contada e recontada onde houvesse alguém para escutá-la. 

Assim, segundo os africanos, nasceram as estrelas do céu, pontinhos luminosos no azul, para iluminar a África. 

(Lenice Gomes) 

01) Em muitos contos, o narrador inicia situando o tempo e o espaço em que ocorrem os fatos. Identifique, no segundo parágrafo, as expressões adverbiais que expresssam essas informações:

02) Que tipo de narrador conta a história em questão? Justifique sua resposta com uma ou mais passagens do texto:

03) Identifique a protagonista e explique sua importância para o enredo:

04) Podemos afirmar que o enredo do conto é um mito de origem? Explique: 

05) Esse conto faz parte da tradição oral africana, que passa de geração para geração. Retire do texto uma parte em que isso fica claro: 

06) No sexto parágrafo, justifique o emprego do travessão: 

07) Qual o efeito de sentido provocado pelo alongamento do "i" na fala do Céu, que aparece destacada no texto?

08) Explique o efeito semântico conseguido através da repetição da palavra "crescendo" presente no décimo parágrafo:

09) Quando, em geral, se emprega o gerúndio? Se fosse "crescia, crescia, crescia" em vez de "crescendo, crescendo, crescendo", o efeito de sentido se manteria? Por quê?

10) Céu e Terra estão escritos no texto com letras iniciais maiúsculas. Por quê?

11) O conto retrata, pelo menos, três costumes de moradores de aldeias africanas. Quais?


12) O conto em questão foi extraído do livro acima. Descreva a ilustração da capa: 

13) No que você acha que a menina está pensando? Comente: 

14) Observando, especialmente, o semblante da menina e o jeito curioso do macaco, o que podemos imaginar que está acontecendo? 

domingo, 27 de novembro de 2016

Um pequeno conto saindo do forno...

Uma atividade que costuma dar muito certo é você fornecer os elementos básicos da narrativa e pedir aos alunos que produzam um pequeno conto (tais elementos fornecidos já encaminharão os alunos para a produção de um conto de animais). Por exemplo: 



-- Quem? Os ratos?
-- O quê? Decidiram chegar até o céu.
-- Onde? Na floresta.
-- Quando? Quando os bichos falavam.
-- Como? Subindo um em cima do outro.
-- Por quê? Queriam pegar a lua, que imagnavam ser um grande queijo. 

Mas você pode escolher qualquer trecho que achar que pode "dar pano pra manga"!!! Experimente!!! E, se possível, depois volte aqui para contar como foi, tá?!?